Nossa garota

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sábado, 18 de julho de 2009

DOENÇAS MAIS COMUNS NA RAÇA

DOENÇAS QUE OCORREM COM MAIS FREQÜÊNCIA EM ROTTWEILERS

Controle de Carrapatos

A infestação de carrapatos no cão, além de causar um incômodo muito grande ao animal pela coceira que provoca (reação alérgica), pode causar anemia e transmitir doenças como a Babesiose e a Erlichiose.
A anemia no cão pode ocorrer nas grandes infestações, uma vez que o carrapato se alimenta do sangue do animal. Mas não é necessário uma grande quantidade de carrapatos para que a Babesiose ou a Anaplasmose sejam transmitidas. Às vezes, um ou dois carrapatos que estejam carregando formas infectantes dos protozoários causadores dessas enfermidades são o bastante para que o cão contraia uma dessas doenças.
Assim, o controle do carrapato deve ser constante e qualquer sinal de apatia, febre, falta de apetite e mucosas (gengivas ou conjuntiva) pálidas em cães que costumam ter carrapatos, é motivo de uma visita ao veterinário e um exame de sangue, para detecção da Babesia ou da Erlichia. Elas são tratáveis quando diagnosticadas a tempo.
Babesiose
A Babesiose é uma doença causada por um protozoário não transmissível ao homem. A transmissão da doença ao cão se dá pela picada de um carrapato infectado (Rhipicephalus sanguineus).
Foto do carrapato:

O carrapato pica um cão doente, se infecta e vai picar um cão sadio, transmitindo assim a doença. O parasita (babesia) infecta os glóbulos vermelhos do sangue, local onde se multiplica. Há rompimento desses glóbulos (momento em que ocorre febre), e os parasitas vão se alojar em novas células e assim por diante.
A destruição de um grande número de células vermelhas irá causar a anemia. Assim, um cão doente apresentará como sinais clínicos: perda de apetite, desânimo, letargia, icterícia (amarelão) ou palidez nas mucosas (gengivas e conjuntiva), típicos de um cão anêmico.
O diagnóstico é feito através dos sinais clínicos, histórico de infestação por carrapatos e um exame de sangue, que detectará o parasita (pesquisa de hematozoários).
O tratamento é eficaz e a mortalidade é baixa quando o cão é tratado a tempo. Em alguns casos é necessária a transfusão sanguínea, quando o quadro de anemia é bastante grave. O cão fica curado, mas nada impede dele ter a doença outras vezes, se for picado por um carrapato contaminado. O controle do carrapato é importantíssimo para se evitar a doença.
Erlichiose
O que é a Erliquiose canina?
A Erliquiose é uma doença infecciosa severa que acomete os cães, causada por bactérias do gênero Ehrlichia, sendo a principal a Ehrlichia canis. Sua incidência vem aumentando significativamente nos últimos anos, em todas as regiões do Brasil.

Como o cão é contaminado?
A transmissão entre animais se faz pela inoculação de sangue proveniente de um cão contaminado para um cão sadio, por intermédio do carrapato. O parasita irá infectar os glóbulos brancos do sangue, ou seja, as células de defesa do organismo.

Qual é o vetor da doença?
O principal vetor da enfermidade é o carrapato marrom do cão (Rhipicephalus sanguineus). No entanto, a infecção também poderá ocorrer no momento de transfusões sangüíneas, através de agulhas ou instrumentais contaminados. O mesmo carrapato pode transmitir a babesiose, que em algumas situações pode ocorrer juntamente com a Erliquiose.

Quais são os sinais clínicos da Erliquiose?
Os sinais clínicos podem ser divididos em três fases: aguda (início da infecção), subclínica (geralmente assintomática) e crônica (nas infecções persistentes). Nas áreas endêmicas, observa-se freqüentemente a fase aguda da doença caracterizada por: febre (39,5 - 41,5 oC), perda de apetite e de peso, fraqueza muscular. Menos freqüentemente observam-se secreção nasal, perda total do apetite, depressão, sangramentos pela pele, nariz e urina, vômitos, dificuldade respiratória ou ainda edema nos membros. Este estágio pode perdurar por até 4 semanas e, ocasionalmente pode não ser percebido pelo proprietário. A fase subclínica é geralmente assintomática, podendo ocorrer algumas complicações tais como depressão, hemorragias, edema de membros, perda de apetite e palidez de mucosas. Caso o sistema imune do animal não seja capaz de eliminar a bactéria, o animal poderá desenvolver a fase crônica da doença. Nesta fase, a doença assume as características de uma doença auto imune, com o comprometimento do sistema imunológico. Geralmente o animal apresenta os mesmos sinais da fase aguda, porém atenuados, e com a presença de infecções secundárias tais como pneumonias, diarréias, problemas de pele dentre outras. O animal pode também apresentar sangramentos crônicos devido ao baixo número de plaquetas (células responsáveis pela coagulação do sangue), ou cansaço e apatia devidos à anemia.
Como a Erliquiose é diagnosticada?
O diagnóstico é difícil no início da infecção pois os sintomas são semelhantes a várias outras doenças. A presença do carrapato e a ocorrência de outros casos da doença na região, podem ser importantes para se confirmar a suspeita clínica. O diagnóstico pode ser feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame que pode ser realizado na clínica veterinária) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados.

Como tratar?
O objetivo do tratamento é curar os animais doentes e prevenir a manutenção e a transmissão da doença pelos portadores assintomáticos (fase sub-clínica e crônica). O antibiótico conhecido como "DOXICICLINA" é considerado o principal medicamento no tratamento da Erliquiose em todas as suas fases.

Qual a duração do tratamento?
Os critérios para o tratamento variam de acordo com a precocidade do diagnóstico, da severidade dos sintomas clínicos e da fase da doença que o paciente se encontra quando do início do tratamento. O tratamento na fase aguda pode durar até 21 dias e na fase crônica até 8 semanas.

Qual o prognóstico da doença?
O prognóstico depende da fase em que a doença for diagnosticada e do início da terapia. Quanto mais cedo se diagnostica e se inicia o tratamento, melhores são as chances de cura. Em cães nas fases iniciais da doença, observa-se melhora do quadro clínico após 24 a 48 horas do início do tratamento.

Como prevenir a doença?
A prevenção da doença é muito importante nos canis e nos locais de grande concentração de animais. Devido a inexistência de vacina contra esta enfermidade, a prevenção é realizada através do tratamento dos animais doentes e do controle do vetor da doença: o carrapato. Para tanto, produtos carrapaticidas ambientais e de uso tópico são bastante eficazes.
Esta doença pode ser transmitida para o homem? Sim. Apesar de até hoje não existirem evidências de que a E. canis possa ser transmitida para o homem, existem outras espécies de Ehrlichia que podem ser transmitidas, pelo carrapato, para os cães e para o homem. Os casos de Erliquiose humana vêm aumentando muito em países como os Estados Unidos. No Brasil, esta doença ainda é pouco diagnosticada em humanos.

Viroses
As doenças apresentadas nesta seção são causadas por vírus. São as principais causadoras de morte nos filhotes, mas atingem também cães adultos. Estes vírus NÃO atingem o ser humano.
Os animais se contaminam através de urina, fezes e secreções de cães doentes. Pelo fato de muitos desses vírus sobreviverem por até 1 ano em condições ambientais, o local onde um cão doente esteve abrigado deve ser evitado por filhotes e cães não vacinados durante esse período de tempo.
Alguns vírus continuam a ser eliminados pela urina dos animais que conseguiram sobreviver à doença, por vários meses. Esses são dados bastante importantes. Assim, deixar de vacinar um cão e levá-lo para as ruas é um risco muito grande. Da mesma forma, os filhotes podem ter contato com o meio exterior e com outros cães somente após terminada a fase de vacinação.
Dentre as doenças, as mais temidas são a cinomose e a parvovirose, por serem bastante violentas e altamente contagiosas, causando a perda de muitos animais. A vacinação é o único meio de evitar essas doenças:
Cinomose

É uma doença que atinge os cães, não transmissível ao homem, altamente contagiosa, causada por um vírus bastante resistente ao meio ambiente. Animais de todas as idades podem ser acometidos.
O período de incubação da doença pode chegar até 10 dias. O animal apresenta febre, apatia, perda de apetite, vômitos, secreção nasal e ocular e sinais neurológicos, dentre outros. Na verdade, a doença pode apresentar-se de várias formas, inclusive apenas com sinais neurológicos, o que significa um estágio mais avançado.
O vírus da cinomose atinge vários órgãos: rins, pulmões e, principalmente, o sistema nervoso, daí os sinais do tipo "tiques", andar cambaleante, ataques, etc. Uma vez diagnosticada a doença através dos sintomas, histórico e exames laboratoriais, o animal recebe tratamento de suporte, ou seja, dá-se condições para o organismo reagir.
O curso da doença é variável. O animal pode passar por todos os estágios, ou rapidamente apresentar os sintomas neurológicos, que são irreversíveis, mesmo que ele atinja a cura. A morte ocorre na grande maioria dos casos.
Devemos usar de todos os recursos disponíveis na tentativa de salvar o animal. Porém, a resistência individual é o fator mais importante. Se o animal atingir a cura, ele ficará apenas temporariamente imunizado, e deverá continuar sendo vacinado anualmente.
Parvovirose
A parvovirose é uma doença muito comum e causadora de 80% de morte nos filhotes contaminados. Não é transmitida ao homem. Ela pode atingir cães em todas as idades, daí o cuidado em se manter o cão vacinado anualmente.
Os sinais são febre, apatia, perda de apetite, vômitos e diarréia profusa. O animal solta as fezes na forma de jatos, de odor muito fétido e com muito sangue. O cão desidrata rapidamente e deve receber cuidados imediatos. Muitos necessitam de internação, pois a doença aparece de forma abrupta e violenta.
O tratamento, como no caso de outras viroses, visa dar suporte aos animais para que eles consigam reagir. O período de incubação pode chegar a 12 dias, e o animal que sobreviver à doença ficará imunizado temporariamente.
A parvovirose não deixa sequelas, e o animal curado ganha peso e volta a se desenvolver rapidamente. Porém, apesar de contarmos com recursos como soro e plasma hiperimunes, que conferem ao animal anticorpos já prontos no tratamento da parvovirose, ela é uma doença que ainda mata muitos filhotes.
O diagnóstico deve ser feito também através de exames laboratoriais, pois existem algumas verminoses e intoxicações que podem ser confundidas com a parvovirose, se muito intensas.
Coronavirose
É um vírus muito similar ao vírus da parvovirose, causando sintomas semelhantes. É muito difícil diferenciar as duas doenças apenas pelos sintomas. São necessários exames laboratoriais, embora nem sempre essa diferenciação seja necessária, pois o tratamento das duas doenças é semelhante.
A coronavirose pode ser considerada mais branda que a parvo, porém, pode levar à morte muitos animais. Os sinais clínicos são: febre, inapetência, apatia, vômitos e diarréia na forma de jatos. Os animais recebem tratamento sintomático, e as chances de sobrevivência são maiores.
Hepatite Viral Canina

É uma doença causada por um vírus que NÃO atinge o homem. Sua ocorrência é bem menos frequente que a cinomose e a parvovirose, e a mortalidade também não é tão alta. O período de incubação é de 2 a 5 dias. O vírus atinge o fígado e outros órgãos, especialmente os rins.
O animal pode apresentar desde sintomas leves até um quadro bastante severo. Os sinais clínicos incluem febre, apatia, inapetência, vômitos amarelo-esverdeados, diarréia e, em uma pequena porcentagem de cães, uma alteração ocular denominada "olho azul" (edema da córnea), reversível na maioria dos casos.
O tratamento é sintomático, e visa dar condições de reação ao organismo.
Giardíase canina
Uma doença que pode infectar seu cão e você também!
A Giardíase é uma infecção causada por protozoários que acometem, principalmente, a porção superior do intestino delgado. É considerada uma zoonose, ou seja doença transmitida ao homem pelos animais.
A transmissão da doença entre animais ocorre através da rota fecal-oral. Uma vez instalado no ambiente, o cisto (forma infectante do parasita) é bastante resistente e pode sobreviver por longos períodos, principalmente em ambientes frios e úmidos. O hospedeiro se infecta ingerindo os cistos, que se rompem no intestino após a exposição ao ácido gástrico e às enzimas pancreáticas.
Em humanos, a contaminação ocorre através da ingestão de cistos dos parasitas presentes na água e nos alimentos contaminados, ou pelo contato com as fezes de animais ou humanos infectados. Os grupos mais acometidos são crianças, geralmente menores de cinco anos e indivíduos imunossuprimidos.
Os sintomas mais comuns da doença nos animais são fezes moles, odor fétido e algumas vezes diarréia acompanhada de dor abdominal, que pode ser intermitente e aguda e muitas vezes associada à desidratação. Outros sinais incluem vômito, cansaço, falta de apetite, perda de peso e anemia. O ser humano pode apresentar a mesma sintomatologia canina, ou seja: diarréias freqüentes, vômitos, desidratação, fraqueza, dores abdominais, podendo evoluir para problemas mais graves quando não tratados.
O controle e a prevenção da doença devem ser baseados nas seguintes ações:
Educação sanitária e adoção de hábitos de higiene: qualidade da água, lavar as mãos e alimentos antes das refeições.
Tratamento de indivíduos infectados, com sintomas ou não.
Vacinação dos cães
Pseudogestação
As alterações hormonais que ocorrem logo após o cio podem fazer com que cadelas e gatas tenham comportamento e sinais clínicos de prenhez, sem sequer terem acasalado. Elas se aninham, choram, as tetas aumentam de tamanho e adotam desde objetos como chinelos até filhotes de outras espécies, como se fossem suas crias.
A pseudociese pode trazer problemas para a cadela quando a produção de leite for muito grande, ocasionando inflamação nas tetas, o que chamamos de mastite (ou mamite). Muitas podem uivar e chorar, parar de comer, cavar o chão e ter comportamentos que o dono não consegue compreender.
A pseudogestação ocorre em torno de 30 dias após o cio. Tem duração de 1 mês e deve ser tratada quando causar problemas comportamentais mais sérios ou produção excessiva de leite.
Sabe-se que cadê lãs que tem peseudociese são candidatas a tumores mamários, normalmente benignos, a partir de 7 anos de idade.
A castração resolve o problema de gestações psicológicas repetidas e é um método indicado para evitar outras doenças na fêmea.
Raiva
A raiva é uma doença contagiosa, causada por um vírus, que pode afetar os animais e o homem.
A transmissão da doença se dá através do contato com a saliva de um animal doente, principalmente pela mordedura. É preciso compreender que nem toda mordida de cão ou gato transmite a raiva. É necessário que o animal seja portador do vírus para que haja a transmissão da doença.
Na natureza, o morcego hematófago - que se alimenta de sangue - é um dos mais importantes transmissores da raiva para outras espécies animais e para o homem.
Os principais sinais clínicos da raiva são: mudança de hábitos e/ou comportamento (o animal passa a se esconder ou agir de maneira diferente do usual), agressividade, salivação (o animal baba muito) e paralisia. Mas nem todo animal que saliva (baba) está com raiva. No caso dessa doença, ocorre paralisia dos músculos faciais, o que impede a deglutição da saliva, daí a impressão do animal estar babando. Animais intoxicados por alguns tipos de venenos (inseticidas, etc..) também podem salivar abundantemente, mas sem qualquer relação com a raiva.
A raiva é uma doença incurável, portanto, deve haver um controle rigoroso da vacinação dos animais domésticos e do campo. A vacina é a única maneira de controlar a doença.
Se uma pessoa é mordida ou arranhada por um cão ou gato que não esteja vacinado, ou de origem desconhecida (cão ou gato vadio), esse animal deve ser capturado e permanecer em observação por 10 dias. Caso ele não apresente sinais clínicos da doença durante o período de observação, não será necessário nenhum procedimento ou tratamento para a vítima. Porém, se o animal morrer (mesmo sem ter apresentado nenhum sinal da doença), desaparecer ou não puder ser capturado para cumprir o período de observação, a pessoa deve se dirigir imediatamente a um posto de saúde para receber o tratamento com o soro contra a raiva.
Esse tratamento não está disponível para animais, assim, se o seu cão não estiver vacinado e for mordido por um animal portador do vírus da raiva, ele certamente adoecerá e morrerá num prazo de 10 dias.
As campanhas de vacinação são importantíssimas no controle da raiva. Mas se o cão ou gato recebe a vacina anti-rábica anualmente, em clínicas veterinárias, não é necessário revaciná-lo nas campanhas, desde que a vacina esteja em dia. Um outro ponto importante é que todos os anos, além da vacinação contra a raiva, os donos de cães e gatos não podem esquecer de vacinar seus animais também com a vacina múltipla (V8 ou V10), disponível apenas em clínicas veterinárias.
Curiosidade: "No passado, convencionou-se chamar agosto como "o mês do cachorro louco", porque nessa época, ou seja, época de mudança de estação primavera/verão, ocorriam os cios das cadelas, havendo assim maior aglomeração e prosmicuidade dos animais, e consequentes motivos para agressões entre os cães e transmissão da raiva." Mas a raiva pode ocorrer em qualquer época do ano, assim, seu animal deve estar sempre com a vacinação em dia.
Tosse dos canis
O cão pode apresentar sinais clínicos que lembram muito o resfriado humano, com tosse, espirros, febre, falta de apetite e coriza. Damos o nome a esse quadro de traqueobronquite ou "tosse dos canis". Essa doença pode aparecer em qualquer época do ano, porém há uma maior predisposição nos meses frios, pela baixa temperatura.
A doença pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos, e é altamente contagiosa entre os cães através do contato direto entre os animais. Os agentes mais comuns que podem causar a traqueobronquite são:
vírus: parainfluenza e adenovirus tipo 2 (não transmissíveis ao homem)
bactérias: Bordetella bronchiseptica (transmissível ao homem, mas na maioria dos casos em pessoas com o sistema imunológico deprimido)
Os animais sadios, após o contato com cães doentes, podem desenvolver os sintomas num período de 3 a 10 dias. As infecções causadas por vírus normalmente são mais brandas, e não requerem tratamento específico. Porém, quando mais de um agente está envolvido, principalmente a Bordetella, o quadro se torna mais grave, e é necessário tratar o animal para que não se desenvolva uma pneumonia.
A prevenção da doença se faz através da vacinação. Além da vacina anti-rábica e da vacina múltipla (contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, coronavirus e parainfluenza), todo cão pode receber uma dose da vacina contra a tosse dos canis a partir de dois meses de vida, com reforço anual. A vacina é intra-nasal (o líquido é instilado dentro das narinas do cão), ou injetável. A vacinação protegerá o animal contra a parainfluenza, o adenovirus tipo 2 e a Bordetella.
Outros fatores podem causar tosse nos cães, como friagem, odores fortes (produtos de limpeza, solventes, tintas...) e alergias a ácaros ou pólen. Animais nessas condições estarão mais sensíveis e, portanto, predispostos a serem contaminados por um vírus ou bactéria, o que irá agravar o quadro respiratório.
Assim, o correto é vacinar e, no inverno, evitar passeios em horários ou dias muito frios e banhos muito frequentes, principalmente em animais idosos. Raças de pelagem curta, como doberman, dachshund, pinscher e outros, sentem muito frio. Todo cão deve ter uma casinha, canil ou abrigo no inverno. Cães que dormem desabrigados são sérios candidatos a desenvolver quadros respiratórios.
Parainfluenza
É um dos agentes causadores da chamada "tosse dos canis". O vírus, não contagioso ao homem, causa uma tosse não produtiva (sem catarro), com febre baixa ou ausência dela. O quadro persiste por 2 semanas e o prognóstico é bom. Os animais se contaminam pelo contato direto com cães infectados. O período de incubação é de nove dias. A associação de outros agentes (bordetella, adenovirus ou mycoplasma) com a parainfluenza é comum, e pode causar um quadro mais severo, como perda de apetite, apatia, tosse dolorosa e febre alta.

21 comentários:

Antonio Carlos Silva disse...

Maravilhoso e de extrema importam cia tem o seu blog...Estou querendo voltar a criar um Rottweiler, adorei as informações. Tive um Rott por 9 anos e tem 2 anos que ele morreu, creio que por unas dessa enfermidades causada por carrapatos, mas terei mais cuidados. E farei coisas diferentes com os cuidados da criação..quero um cão mais dócil e bem amigo...Tenho muito carinho pra dar a meu novo amigo. Será Fêmea.

João Batista Gaburri disse...

Obrigado Antonio , realmente pra quem conhece a raça se espanta com as coisas que as pessoas dizem . Acho sim que vc deve ter outro rottweiler. Mas lembre-se , ele e seu espelho . Abraços Volte sempre. Joao Batista

Fabiola disse...

Olá!
Que ótimo sua iniciativa de criar esse blog.
Eu adotei uma cadela Rottweiler, há um ano ela está comigo e, me preocupou o que li acima, o fato dela estar com um olhar triste, sem vontade de brincar, vomita pela manhã e não quer se alimentar... suspeito ser anemia.
Obrigada pelo espaço e vou correndo em busca de um veterinário para examiná-la.

heitor disse...

Ola João,tenho um Rott que vai fazer 9 anos,esta com a pata trazeira direita sem força e fica com dificuldade para levantar,ja procurei um veterionario que passou alguns remedios o que não tem efeito algum,sera que ele esta com displasia femural?o veterinario não me deu como resultado este diagnostico,estou esperando terminar os remedios para saber se tem alguma melhora,qualquer novidade informo aqui no blog.

sou Heitor do RJ abraço

João Batista Gaburri disse...

Ola Heitor,boa tarde. Fico triste em vc dar essa noticia pra nos que somos apaixonados e conhecemos a fundo a raça rottweiler. . Estarei torcendo para que não seja displasia embora já os nove anos de idade. Com certeza sera outra coisa. Mande fotos dele para colocarmos em nosso blog. Estamos torcendo para não ser nada grave. Abraços João Batista

Kell disse...

Obrigada pelas informações.
O meu tambem esta apresentando dores musculares, nao sabemos ainda o que é, mas só de passar mão nas costas dele ele ja chora :(
Ele vai fazer 9 anos.
Meu pai deu dorflex para ele, será que é prejucidial ou realmente irá ajudá-lo?

João Batista Gaburri disse...

Ola Kel prazer conhecer vc virtualmente. Bem pela idade de seu rott pode ser sim displasia ou como pode ser excesso de peso Muitas coisas influenciam . O certo e leva-lo em um veterinario e fazer um raio x para se comprovar se e ou nao. Pela idade existe uma grande chance mas, so o veterinário poderá afirmar e passar medicamentos corretos para o cão. Nem todos remedios de humanos pode ser dado para os caes. Vou tentar localizar uma materia sobre medicamentos e postarei em seguida Abraços e estamos aqui.

Cecinha Valença Cêça disse...

Já o meu rott come muito bem só que ele tem andado triste,o que faço?

João Batista Gaburri disse...

Ola Cecinha prazer em conhece-la. Em relação ao seu rott comer muito ,pode ser a ração que seja de qualidade inferior. Quanto mais a ração for de qualidade inferior'mais ele vai comer

Miro disse...

Oi tudo bem ,minha rot tem 4 anos ,a dois dias ela tem uma tosse seca ,como se tivesse algo preso na garganta ,oq faço?

Anônimo disse...

Esta é uma pergunta feita muitas vezes aos veterinários. É uma ótima pergunta pois a tosse pode significar várias coisas. De modo geral a tosse é causada por uma irritação do sistema respiratório. O sistema respiratório inclui as abertura para o mundo externo (boca e nariz), passagens nasais, faringe (garganta), laringe (cordas vocais), traqueia, brônquios e pequenas passagens de ar dos pulmões. Adicionalmente a tosse pode estar relacionada com problemas do coração ou algum linfoma no peito. Pelo fato da tosse ser um sintoma de muitas outras doenças é importante que todas as tosses sejam avaliadas por um veterinário. Obrigado por participar do blog

João Henrique pinheiro disse...

Boa noite, tenho um Rott e ultimamente ele estar vomitando tudo q como e remelando muito os olhos, já dei remédio para verme e vitamina mas mesmo assim continua, oque pode ser??

João Batista Gaburri disse...

leve ao veterinario para ele diagnosticar o problema dele . Obrigado

Unknown disse...

Bom dia ! Minha rott a alguns dias atrás quando ela tentava pular em mim ela gemia de dor nas patas de trás, achei que era normal pois levei ela para cruzar e estou na espectativa dela está prenha. Mas agora ela anda pelos cantos e não quer levantar e quando levanta parece está sem forças e logo deita, encontrei vezes dela moles com pingos pelo chão meio avermelhada. A pouco tempo achei uns carrapatos grande no quintal mas nela não vejo. Será que minha filha está com alguma doença grave ? Dei a ela remédio de intoxicação. Se puder me ajudar fico feliz

João Batista Gaburri disse...

. se for doenca do carrapato preste atenção nos efeitos A doença do carrapato, também conhecida como hemoparasitose, é uma das mais temidas pelos donos de cachorros, pois, apesar de possuir tratamento e cura, os seus sintomas causam preocupação e a enfermidade também pode ser fatal para o pet.

Se apresentando de dois modos, a erlichiose (ou erliquiose) e a babesiose, a doença do carrapato é mais comumente transmitida através do rhipicephalus sanguineus, o conhecido carrapato marrom, que se aloja no corpo do cachorro e se alimenta de seu sangue. As duas formas da doença são causadas por agentes diferentes, e também podem acometer o cachorro juntas, agravando ainda mais o estado clínico do animal.


Doença do carrapato




Se um cão que costuma ser ativo e gostar de brincar começar a preferir ficar mais tempo deitado e sem se movimentar, uma visita ao veterinário é recomendada. Contudo, também é possível que a doença passe despercebida em um cão que passe mais tempo sozinho em casa ou que seja menos ativo, por isso é tão recomendado que ele sempre passe por visitas periódicas ao veterinário para exames e um check-up geral.

As doenças do carrapato são diagnosticadas por exame de sangue, que pode dar sinais de alteração desde um hemograma com leucograma simples, porém existem exames mais específicos para o diagnóstico, como a sorologia para hemoparasitose, que normalmente inclui babesia e erlichia.

Tanto a erliquiose quanto a babesiose tem tratamento e podem ser curadas através de medicamentos ministrados pelo veterinário, porém, o mais interessante de se ressaltar é a importância do controle do ambiente, buscando sempre mantê-lo livre dos carrapatos que transmitem a doença. Quanto antes se inicia o tratamento maior a chance de eficácia. Leia mais sobre a babesiose, a doença do carrapato.

Já no inicio do tratamento o animal apresenta uma melhora nos sinais clínicos, mas para uma eliminação total normalmente é necessário um tempo maior, levando semanas a meses para efetivamente livrar o animal da hemoparasitose.

O tratamento deve ser iniciado o mais cedo possível, a doença do carrapato pode levar a uma degeneração da medula, que é a parte do corpo responsável pela produção dos glóbulos vermelhos entre outros, causando uma anemia profunda e podendo levar o pet a óbito.

Como tirar um carrapato do meu cachorro?

Se durante uma inspeção no corpo do seu pet, em busca de carrapatos, você encontrar um, procure não tirá-lo com a mão. Isso pode fazer com que ainda alguma parte do parasita fique no corpo do animal, podendo causar infecções. O ideal é aplicar algumas gotas de vaselina ou de parafina ao redor do carrapato, esfregar com cuidado até amaciar a pele e depois tentar retirá-lo com cuidado.

Após inteiramente retirado, o carrapato deve ser colocado em um recipiente com álcool, para eliminá-lo do ambiente junto com seus ovos. Além disso, existem no mercado pinças desenvolvidas especialmente para a retirada de carrapatos, que podem ser encontradas em lojas especializadas em pets. Não se esqueça de lavar bem as mãos após manipular o seu pet infectado.

Melhor do que remediar é prevenir, se seu animal mesmo depois de tratado continua sempre voltando a ficar infestado de carrapatos, utilize remédios para carrapato com a frequência recomendada na bula, normalmente uma vez ao mês, para que ele fique sempre livre destas doenças do carrapato.



Link deste artigo: http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/doenca-carrapato/


Anônimo disse...

É normal O cão rottweiler de 9 anos ter fraqueza muscular?

João Batista Gaburri disse...

boa tarde. Nao tenho costume de responder pessoas que nao se apresentam, mas ja que vc precisa de uma resposta : depende do jeito que vc cria . A idade ajuda porem nao justifica. Procure um veterinário e converse com ele.

Venilza disse...

Meu filhote Rottweiler com três meses de idade teve a doença do carrapato,foi tratado,mas depois de umas semanas,ele teve uma diarreia com cheiro forte e vômitos,foi medicado,mas não resistiu.O veterinário disse que ainda era a doença do carrapato, aparentemente meu Rottweiler parecia saudável,foi derrenpete.To com o coração partido.

João Batista Gaburri disse...

Amiga Venilza . Ficamos tristes por vc e seu cão.Ou filho . Era pra ser. Ja passei por isso com três cães(filhos). E muito triste. Não desanime . E apos um três meses, se for possível compre outro. Uma dica . Aqui na minha cidade (Juiz de Fora) damo quatro vacinas óctuplas e não três como de costume . A raça tem facilidade de adoecer . Existem diversos remédios , coleiras e mais alguns que evitam estas doenças. Nossos sentimentos e espere uns três meses para adquirir outro cão . Abraços

Alessandra N F Lima disse...

Bom dia tudo bem? Por favor preciso de uma luz. Tenho uma Rott de 4 anos, e meia volta e meia ela vem apresentando problemas de pele. Já levei no veterinário várias vezes, passei pomada, faço de tudo para vê-la saudável. É uma cachorra meiga e dócil. Estou muito preocupada, o que posso fazer para que ela não apresente mais tais problemas? observei que quando é época de chuva esses problemas se apresentam muito frequentemente. Se puderem ajudar obrigada!

João Batista Gaburri disse...

OLa Alessandra . Obrigado por pedir ajuda a nos do blog. Quando a nossa menina teve dermatite nos usamos um shampoo especial para dermatite e foi um sucesso. Agora preste bem atenção. Tem de seguir as instruçoes a risca . Vc vai reparar na bula que tem de dar banho de dois em dois dias , sem parar e não deixe-o secar no sol. Entao se começar na segunda , o proximo e na quarta , sexta, domingo e assim por diante. Se começar aparecer falhas no pelo do cão nao se preocupe. Apos acabar de dar banho pegue umas tres gotas do shampo e esfregue no local. Bom pra nos aqui deu certissimo. Vou te passar o site . Aproveito e aviso a voce e a todeos que lerem este recado. Nao sou veterinario , e muito menos dono do shampoo e dono da loja. Pro meu rott foi excelente . http://www.petvirtual.com.br/shampoo-rex-dermatite-750ml-02100/p .Cole em seu navegador que vc vai localizar. Espero que resolve. Abraços . Aproveito e convido a ser seguidora do blog e tambem enviar fotos para postarmos em nosso blog . E so enviar para meu email gaburri2099@hotmail.com. Abraços e estamos a disposição.