Nossa garota

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Evento Mundial Pelo Fim da Crueldade Animal


Evento Mundial Pelo Fim da Crueldade Animal

Flyer do evento em Brasília

No dia 08 de outubro de 2011, dia mundial do combate à crueldade animal, a World Event to End Animal Cruelty (WEEAC) está organizando um evento mundial pelo fim dos maus-tratos contra os animais. A WEEAC é uma ONG situada nos Estados Unidos, com representação em processo de formalização no Brasil desde o primeiro semestre de 2011. O evento, que tem o objetivo de combater todo e qualquer tipo de crueldade contra os seres vivos por meio da conscientização da população sobre esse tipo de prática exploratória, ocorrerá em escala global e já foi aderido por cerca de 30 países ao redor de todo o mundo, totalizando um número de 68 cidades em todo o planeta. Somente no Brasil, já são mais de 20 cidades com a participação confirmada. Brasília é uma dessas cidades. Na capital federal, o evento irá ocorrer na fonte luminosa da torre de TV e contará com atividades culturais para todas as faixas etárias. Traga a sua família e venha lutar pelo direito desses inocentes seres conosco.
 
Autorização da postagem pela Sociedade Humanitária Brasileira

domingo, 28 de agosto de 2011

CÃO CUIDADOS NO VERÃO

Cão: Cuidados no Verão

ARCADENOE.SAPO.PT

O calor convida a sair de casa e a passar mais tempo com o cão em passeios e brincadeira. Contudo, o calor esconde alguns perigos para os animais de estimação.

Água


No Verão, os passeios são mais longos e juntamente com o calor, os cães necessitam de uma maior quantidade de água. Sempre que passear, leve água para o cão. Tenha algum cuidado com os cães de maior porte em que a torção do estômago é um risco. Não os deixe beber grandes quantidades de água se depois continuarem com o exercício.


Mantenha-se também atento ao recipiente da água em casa. Geralmente nesta altura é necessário enchê-lo mais vezes.

Escovar


Manter o pêlo em boa condição é importante em todas as alturas do ano. No Verão, o pêlo protege do Sol e do calor, servindo de camada protetora entre os raios solares e a pele. Ter um pêlo saudável, sem riças e forte, ajuda a manter o cão fresco e a diminuir o perigo de queimaduras solares.

Protetor Solar


Por mais incrível que possa parecer, a verdade é que nem sempre o pêlo oferece a proteção de que os cães necessitam. Cães de pêlo claro e sem subpêlo são os mais vulneráveis aos raios ultravioleta do Sol. As zonas mais expostas concentram-se sobretudo no focinho, onde há menos pêlo. Nariz e pontas das orelhas são os principais sítios a proteger. Os perigos da sobre-exposição ao Sol são os mesmos nos humanos e nos cães: queimaduras e tumores, entre outros.

Horário de Verão


Os dias são quentes, mas também são mais longos relativamente às noites. Por isso não leve o cão a passear nas horas de maior calor. De manhã cedo ou de noite são as melhores alturas para exercitar o cão.

Atenção à humidade


A humidade interfere na forma como os cães se libertam do calor. Os cães suam pelas almofadas das patas, mas quando estão demasiado quentes isso não chega para arrefecerem. Assim, os cães utilizam outro método para amenizar a temperatura do corpo: arfar. Contudo, a humidade interfere na troca de calor de dentro para fora do corpo quando o animal inspira e expira, dificultando o arrefecimento.

A dose certa


Embora os cães saibam quando devem parar uma brincadeira, a verdade é que quando estão demasiadamente excitados, podem continuar indefinidamente e aquecer demasiado. Esteja atento à respiração do cão e quando este arfar demasiado é porque é altura de parar.

Casos especiais


Cães idosos, muito jovens ou convalescentes têm maior dificuldade em regular a temperatura do corpo. Também particularmente expostos aos perigos do calor estão os cães com excesso de peso, problemas cardíacos ou respiratórios. Mantenha os cães frescos durante as horas de maior calor. Faça os passeios nas horas menos quentes e mantenha o passo pouco acelerado.

No carro não!


Não deixe o cão dentro do carro. Embora não pareça particularmente quente lá fora, o sol a bater diretamente no carro pode elevar a temperatura em 10ºC numa questão de minutos. Se tiver de deixar o cão sozinho no carro, deixe o carro à sombra, com as janelas ligeiramente abertas e não demore mais do que 5 minutos.
fONTE AUTORIZADA DE PESQUISA WWW,VIVAPETS.COM

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Congresso Nacional



Leishmaniose: projeto visa proibir sacrifício de animais infectados e liberar tratamento






O deputado federal Geraldo Resende (PMDB-MS) apresentou o projeto de lei 1738/2011, que prevê o fim da obrigatoriedade de sacrifício de animais infectados pela leishmaniose. Resende é médico, e afirma que o sistema de saúde pública deve implantar uma política nacional de vacinação, à semelhança do que é feito para a prevenção da raiva. Mas ao contrário da raiva, segundo o deputado, no caso da leishmaniose, os animais podem ser tratados e seu projeto libera o tratamento.


O Ministério da Saúde precisa mudar a orientação do sacrifício quando há alternativas, afirma Resende. “Existe um fundo da Seguridade Social da União destinado para isso, e que não é usado para essa finalidade. Em diversos países existem estudos científicos e mobilização de médicos veterinários e criadores de cães contra o sacrifício”, argumenta.


Ainda segundo Geraldo Resende, o combate ao vetor doméstico tem eficácia temporária porque a utilização de inseticidas nas casas perde o efeito depois de algum tempo. “A decisão política de disponibilizar orçamento para o combate ao mosquito transmissor não funciona nem para a dengue, imagine para o transmissor da Leishmaniose. Seria a melhor opção, mas não acontece. Temos de lutar por outra via”, argumenta.




Matança de animais não conteve a doença




A gerente de Programa Veterinários da WSPA, Dra. Rosangela Ribeiro, concorda com o projeto do deputado Resende. Segundo ela, “o sacrifício dos animais soro-positivos prova, há três décadas, que essa prática não é uma saída viável, nem do ponto de vista ético e nem do de saúde publica, para controlar a Leishmaniose Visceral Canina. Apesar do Ministério da Saúde ter sacrificado centenas de milhares de animais, a doença tem avançado no país, chegando a grandes centros urbanos”, observa a médica veterinária.


A leishmaniose visceral é uma doença bastante complexa do ponto de vista epidemiológico, e requer um amplo programa de prevenção e controle. Envolve várias ações coordenadas, incluindo o controle de vetores, uso de coleiras repelentes, vacinação de todos os cães em áreas endêmicas e peri-endêmicas, controle do desmatamento, educação continuada dos veterinários e informação da sociedade.


Rosangela Ribeiro lembra que “nos países europeus mediterrâneos, onde a Leishmaniose canina é bastante comum, existe uma gama de produtos veterinários específicos para tratar e controlar a doença em cães. Nesses países, existe uma população de cães soro-positivos controlados e que não trazem perigo para a população humana”.




Lei pode estimular alternativas éticas


No Brasil, o tratamento com produtos de uso humano é proibido desde 2008 (Portaria Interministerial Nº 1.426, de 11 de julho de 2008), sob a justificativa de se induzir resistência e prejudicar o tratamento nos seres humanos. E no país não existem medicamentos próprios de uso veterinário para tratamento da doença. Esse tipo de arbitrariedade não tem resultado, segundo a gerente da WSPA. “Muitas famílias, impedidas de tratarem seus animais, acabam escondendo seus cães. Outras fogem dos agentes de saúde ou viajam com seus cães para áreas não endêmicas”, explica.


Outra situação comum é as famílias que tiveram animais sacrificados adquirirem outros cães, que vão viver no mesmo local onde estavam os animais soro-positivos sacrificados. Rosangela lembra que “muitas famílias não recebem nenhuma informação durante o recolhimento do animal, e outras nem sequer têm a chance de efetuar a contraprova”.


“Acredito que essa lei trará uma demanda por alternativas viáveis, éticas e efetivas a médio e longo prazos, e estimulará novas pesquisas para se prevenir e controlar essa doença terrível, que afeta milhares de animais e seres humanos em nosso país”, espera Rosângela Ribeiro.


Autorizado a postagem pela :http://www.shb.org.br/

Divulgar sempre é bom


























sábado, 13 de agosto de 2011

NOSSO BLOG QUER EXPANDIR SEU OBJETIVO

Senhores, tomamos a decisão de ingressar nosso blog em varios sites de divulgação para que nosso objetivo de defender a raça rottweiler e outras raças torne-se mais divulgada. A marginalização que atualmente sofremos, os próprios cães que são olhados de lado. Por isso tomamos a decisão de divulgar em vários links que estão expostos no blog . Nós possuidores de rottweileres , pit bull, pastor alemão e etc... precisamos nos unir e mostrar a todos que nossos cães não são estas máquinas mortiféras que existem por ai. Que a raça não é o problema e sim o dono se assim podemos chamar. Legalmente como tutor.Com essa divulgação acreditamos que o blog aumente a visita e as pessoas comecem a compreender que a agressividade em mais de 80 por cento é produzida pelo "dono". Tudo bem, o cão tem seu instinto de defesa, não podemos esquecer isso, porém não podemos concordar com imbecis que transformam seus cães em uma fera que não quer saber . O problema é que no final quem paga é o cão que foi treinado para atacar, subir em muros, ficar dependurado em pneus durante horas e ainda ir para locais de disputa de brigas. O Causador passa-se como vitima.Ainda usa uma expressão tão fraca "" mas ele nunca fez isso"" ""gente ele e tão manso"". Contamos com o apoio de todos e deixo a palavra a todos que quiserem comentar . Obrigado Joao Batista. Administrador do blog rottweilerumcãopanheiro

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

VAMOS AJUDAR A SOCIEDADE HUMANITARIA BRASILEIRA

SOCIEDADE HUMANITÁRIA BRASILEIRA

CNPJ 02.648.231/0001-31

CX. POSTAL 170 CEP: 703598970 Brasília/DF


A Sociedade Humanitária Brasileira é uma entidade não governamental, sem fins lucrativos, fundada em julho de 1998, com a finalidade de promover a defesa e a proteção dos animais. Nosso trabalho é voluntário: os membros da Diretoria e do Conselho Deliberativo, assim como os sócios que prestam serviços, não recebem qualquer remuneração. Sobrevivemos graças aos recursos financeiros provenientes das doações de colaborações, das contribuições mensais ou anuais dos sócios e da venda de produtos (camisetas, bonés, adesivos) em feiras e eventos. A renda obtida é totalmente revertida para fins da entidade. Contamos ainda com a valiosa e essencial colaboração/parceria de médicos veterinários.




NOSSOS OBJETIVOS:




Promover campanhas educativas que visem a desenvolver na população um sentimento humanitário e solidário em relação aos animais;


Difundir as leis de proteção animais já existentes, propugnando pela sua fiel execução, e atuar junto às autoridades competentes para a elaboração de novas normas que versem sobre a defesa dos animais;


Promover projetos e campanhas de esterilização de cães e gatos, objetivando a redução e controle populacional dos animais domésticos abandonados;


Prevenir e fiscalizar os atos de maus tratos, abuso ou crueldade praticados contra os animais, recorrendo, se necessário, à intervenção das autoridades detentoras de poder de polícia para reprimir tais práticas, e intentar, quando for o caso, as ações judiciais cabíveis;


Promover a conscientização sobre a posse responsável e a adoção de animais abandonados;


Resgatar animais gravemente enfermos ou machucados, proporcionando-lhes atendimento veterinário de urgência;


Prestar assistência veterinária (consultas, análises clínicas,vacinação, vermifugação, cirurgias, esterilização) para os animais que se encontram sob nossa responsabilidade;


Encaminhar animais abandonados para adoção (responsável).


IMPORTANTE: A Sociedade Humanitária Brasileira não é um ABRIGO de animais abandonados. Em nosso “lar provisório”, proporcionamos assistência de hospedagem ao animal recolhido até que o mesmo seja doado. Apenas acolhemos em definitivo aqueles animais que, por velhice ou doença, não conseguirem adoção.




COLABOREM COM O NOSSO TRABALHO:






Comprando nossos produtos (camisetas, adesivos, bonés, etc.);


Depositando qualquer quantia na conta da SHB – Banco do Brasil – conta nº 5215-9 – Agência 3129-1;


Doando ração, medicamentos, produtos de uso veterinário, etc;


Tornando-se sócio, colaborando com contribuições anuais ou mensais e/ou trabalho voluntário.




sexta-feira, 5 de agosto de 2011

QUANTO TEMPO VIVERÁ MEU CÃO

Quanto tempo viverá o meu cão?




Saiba qual é a esperança de vida do seu amigo


Tal como acontece com as pessoas, os cães tornam-se mais lentos com a idade. O pelo torna-se cinza, os olhos baços, o corpo torna-se flácido e perde a energia. Tornam-se mais vulneráveis à doença, menos adaptáveis à mudança e tornam-se mesmo esquecidos à medida que a idade avança. Começam a recorrer a si em busca de ajuda e conforto.


Quando é que o seu cão está velho?


A crença de que um ano na vida de um cão é igual a sete anos não é exata. A proporção é mais elevada na juventude e diminui com a idade. Dependendo da raça, o cão atinge a adolescência entre os oito meses e os dois anos, ou mesmo mais tarde. Geralmente, seis anos na vida de um cão equivale a 45 anos no homem. Aos 10 é como um homem de 65; 12 anos equivalem a 75 e 15 a 90 anos no homem.


O dono é o melhor juiz do estádio de vida do seu cão. Mesmo que o cão esteja de excelente saúde, é importante que o dono se perceba quando ele começa a apresentar sinais de velhice. Contudo, depois de anos de companheirismo é possível que o dono não veja os primeiros sinais de declínio. Mas lembre-se que o seu cão não sabe como comunicar as suas pequenas dores e mesmo grandes desconfortos. Não compreende o que se passa, quando não pode correr como antes ou pular tão alto.


Quando se deve começar a procurar sinais de velhice?




A maior parte dos veterinários recomendam que se faça um exame para detectar sinais de velhice e a partir daí consultas semestrais. Para determinar em que altura se deve fazer o primeiro exame deverá ter-se em conta a história médica e a raça, fatores que poderão apressar os primeiros sinais de envelhecimento.


Tal como as pessoas os cães também não envelhecem do mesmo modo. Certa raças, especialmente as cruzadas, e, de um modo geral, as de pequeno porte, vive mais tempo. Um cão com menos de 10 quilos pode não apresentar sinais de velhice até aos 12 anos ou mesmo mais. Um cão de 25 quilos poderá não parecer velho até aos 10 anos, mas os cães maiores apresentam geralmente sinais de envelhecimento por volta dos 8 ou 9 anos.


O tempo médio de vida de um cão aumentou bastante nos últimos anos, ou seja de 7 anos em 1930 para 12 anos nos dias de hoje. Se forem bem tratados, poderão mesmo atingir 14 ou 15 anos.


Para dar uma ideia da relação entre a idade de um cão e a do ser humano são geralmente aceites as seguintes equivalências:


Cão     Homem
6 anos 45 anos
10 anos 65 anos
12 anos 75 anos
13 anos 80 anos
14 anos 85 anos
15 anos 90 anos


A maior parte dos veterinários recomendam que se comecem a procurar sinais de velhice na idade apropriada e que está relacionada com o tamanho do animal.


Assim:
Até 7 quilos - começar a procurar sinais de velhice entre os 9 e os 11 anos


De 8 a 25 quilos - começar a procurar sinais de velhice entre os 7 e os 9 anos


De 25 a 40 quilos - começar a procurar sinais de velhice entre os 6 e os 8 anos


Mais de 40 quilos - começar a procurar sinais de velhice entre os 4 e os 6 anos




A pesquisa de sinais de envelhecimento engloba: exame físico por apalpação, análises de sangue, talvez um eletrocardiograma e testes específicos de acordo com o historico da saúde do seu cão.


Para além do tamanho, há outros fatores que podem influenciar o processo de envelhecimento do seu cão:


•Herança genética - algumas raças são mais propensas a dados problemas de saúde. Por exemplo o Golden Retriever tem tendência para desenvolver artrite nas costas e nas ancas.


•Alimentação - uma boa alimentação retarda o processo de envelhecimento.
•Doenças - uma doença séria pode encurtar a vida do cão.


•Controle dos fatores ambientais - manter o cão num ambiente limpo, sem parasitas, aumentará a possibilidade de uma vida longa.


Os veterinários não conseguem explicar a razão porque as raças maiores envelhecem mais rapidamente: Pensa-se que têm metabolismos diferentes que, nos cães maiores, aceleram o processo de envelhecimento.


Vida média por raça


•7-10 anos - Grande Danois, Newfoundland, King Charles Spaniel. Os Spaniels da América do Norte normalmente têm problemas com a válvula mitral.
•9-11 anos - São Bernardo, Bloodhound, Chow Chow, Boxer, Bulldog Francês. Estas raças têm tendência para desenvolver uma doença semelhante à hemofilia humana (Von Willebrand's).


•10-13 anos - Airdale Terrier, Dalmatian, German Sheperd, Scottish Terrier (o Scottish Terrier também podem herdar a doença Von Willebrand's).


•12-15 anos - Beagle, Bichon, Frise, Collie, Doberman, Papillon, Pomeranian


•14-16 anos - Boston Terrier, Cairn Terrier, Cocker Spaniel, Chihuahua, Corgie, Golden Retriever, Irish Setter, Jack Russel Terrier, Maltese Terrier, Poodle (Standard), Schnauzer, Shih Tzo, West Highland White Terrier, Yorkshire Terrier.


•15-18 anos - Dachshund, Poodle, Chihuahua.


Depende do dono manter a saúde e a segurança do seu cão, para que ele possa gozar das suas habilidades naturais o máximo de tempo possível. Esteja atento às mudanças nos modos e temperamento do seu. É preciso muito amor e dedicação para ajudar o seu cão a viver uma velhice agradável, mas não tenha dúvida ele retribuirá com carinho tudo o que fizer por ele.




Fonte de pesquisa :WWW.VIVAPETS.COM