Nossa garota

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sábado, 16 de novembro de 2013

Ciência consegue demonstrar comunicação “telepática” entre animais e seres humanos

Ciência consegue demonstrar comunicação “telepática” entre animais e seres humanos

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Não existem muitos cientistas dedicados a pesquisar o fenômeno da telepatia, porém, um destemido cientistas, chamado, Rupert Sheldrake, biólogo da Universidade de Cambridge da Inglaterra, ousou pesquisar sobre uma das formas mais curiosas de telepatia: a comunicação extrassensorial entre humanos e animais. Entre a população britânica e a norte-americana, 48% das pessoas possuem cachorros e gatos afirmam ter vivido experiências telepáticas com seus animais de estimação.
 
Um dos casos mais comentados o qual o animal pressente quando seu dono está voltando para casa, quase do mesmo modo como antecipam sua partida. O fato de gatos desaparecerem misteriosamente quando seus donos planejam uma ida ao veterinário também é bastante comum. E ainda há casos onde os animais ficam inquietos e agitados, pouco antes de telefone tocar, antecipando a chamada do dono.
 
Naturalmente, muitos destes comportamentos podem ser classificados como condutas condicionadas, entretanto, no caso do Dr. Rupert, diversos testes de padrão científico foram realizados a fim de estabelecer a veracidade dos fatos. Algumas provas chegaram a ser repetidas até cem vezes. A conclusão foi que a comunicação telepática ocorre muito, especialmente quando existem conexões emocionais profundas, ao que o cientista atribui a interação dos chamados campos mórficos. Estes estabelecem relacões entre os membros de um grupo social que compartilham forte laço comum, como por exemplo, o mesmo lar. Além disto, os campos mórficos explicam a forma como indivíduos de uma mesma espécie ou pertencentes a uma comunidade, compartilhem um mesmo conhecimento, fator indispensável para o desenvolvimento de uma espécie e sua “evolução”. 
Fonte: Seu History
NOTA: O negócio “cheirou” a esoterismo? Não se preocupe: aconteceu comigo também! Creio que grandes universidades estão, para não ajudarem a taxar a ciência como “extremamente conservadora”, de um modo geral, tem aceitado e (até) reverberado o trabalho controverso e improvável de alguns de seus professores e pesquisadores, sem se preocuparem muito com as implicações ético-sociais de tais anúncios. Creio que MUITAS outras experiências devem ser feitas, refeitas, testadas à exaustão, para que notícias como essa circulem de um modo (cientificamente) mais convincente.

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