A Sociedade Humanitária Brasileira (SHB) é uma entidade sem fins lucrativos, criada em julho de 1998 com o objetivo de promover a defesa e proteção dos animais.
A SHB quer despertar a solidariedade para com os animais carentes (que estão na rua e que não possuem donos), estimular a posse responsável dos animais domésticos e conscientizar a população sobre a importancia do controle de natalidade dos mesmos.
Objetivamos:
* Divulgar as leis de proteção e campanhas de defesa animal;
* Prevenir e fiscalizar atos de crueldade praticados contra os animais;
* Promover projetos educacionais no DF sobre conscientização a respeito dos direitos dos animais, da posse responsável e da necessidade de esterilização e adoção como formas eficazes de controlar a superpopulação de animais domésticos abandonados.
O trabalho do voluntário é um trabalho árduo, a preocupação com os bichinhos é muito grande e assim como uma adoção bem sucedida nos deixa radiantes, basta um animal adoecer, se perder ou falecer para ficarmos abalados. Além disso, muitas vezes temos que enfrentar a indignação de pessoas ao não verem seus pedidos atendidos, pois para nosso pesar, não temos condições, nem financeiras, nem estruturais, para atender todos os animais que precisam de socorro.
A pesar de todas estas dificuldades continuamos nossa luta e esperamos a partir de agora contar com seu apoio, seja se juntando nos ou começando a fazer um trabalho informativo junto à sua comunidade, muitas vezes vemos casos de abandono ou maus tratos de animais por falta de informação sobre altemativas, como a adoção responsável ou a esterilização.
Se todo mundo que visitar este site conseguir espalhar estas idéias com certeza nosso trabalho terá valido a pena!
Muito obrigado por nos visitar!
Não fornecemos o endereço de nosso abrigo na Internet por motivos de segurança da ONG e de nossos animais. Caso queira conhecer mais sobre nosso trabalho e agendar uma visita conosco, entre em contato neste(s) e-mail(s):
shbanima@gmail.com
contatoshb@hotmail.com
http://www.brasiliashb.blogspot.com/
O BLOG ROTTWEILERUMCÃOPANHEIRO TEM COMO OBJETIVO MOSTRAR AS PESSOAS A REALIDADE SOBRE O ROTTWEILER E OUTRAS RAÇAS. AQUI VOCÊ FICA SABENDO DOS MITOS E VERDADES , TODAS AS NECESSIDADES, COMO ESCOLHER SEU FILHOTE, CUIDADOS, PRINCIPAIS DOENÇAS E COMO TRATÁ-LAS, VÍDEOS SOBRE CÃES, A IMPORTÂNCIA DO ADESTRAMENTO E MATÉRIAS AUTORIZADAS SOBRE COMO CUIDAR DO SEU AMIGO QUE MUITAS VEZES SÃO CONSIDERADOS NOSSOS FILHOS.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
VAMOS APOIAR A SOCIEDADE HUMANITARIA BRASILEIRA
Estamos passando por um momento muito difícil na ONG: precisamos URGENTEMENTE de ração para nossos cães! São consumidos MENSALMENTE aproximadamente 600kg de ração. As doações de ração não estão suprindo a demanda no abrigo; por isso, decidimos criar a nova campanha: DE BARRIGUINHA CHEIA.
Contamos com a sua colaboração em nossas FEIRAS DE ADOÇÃO, que ocorrem todos os sábados (verifique no site, a partir de toda quarta-feira, onde estaremos no sábado) ou na casa de alguma voluntária da ONG (mandando-nos e-mail).
Frisamos que a Campanha conta APENAS com doação de RAÇÃO PARA CÃES ADULTOS, não requerendo doações financeiras.
Abaixo, encontram-se algumas marcas de ração sugeridas por nós, da ONG, que têm melhor aceitação por nossos cães, além de lhes fornecerem uma dieta completa e balanceada :
Golden
Natural
Dog Chow
Royal Canin
Pedigree
AGRADECEMOS DE CORAÇÃO!!!!!
Contato: shbanimal@gmail.com / contatoshb@hotmail.com
Postagem autorizada pela SHB
Contamos com a sua colaboração em nossas FEIRAS DE ADOÇÃO, que ocorrem todos os sábados (verifique no site, a partir de toda quarta-feira, onde estaremos no sábado) ou na casa de alguma voluntária da ONG (mandando-nos e-mail).
Frisamos que a Campanha conta APENAS com doação de RAÇÃO PARA CÃES ADULTOS, não requerendo doações financeiras.
Abaixo, encontram-se algumas marcas de ração sugeridas por nós, da ONG, que têm melhor aceitação por nossos cães, além de lhes fornecerem uma dieta completa e balanceada :
Golden
Natural
Dog Chow
Royal Canin
Pedigree
AGRADECEMOS DE CORAÇÃO!!!!!
Contato: shbanimal@gmail.com / contatoshb@hotmail.com
Postagem autorizada pela SHB
quarta-feira, 20 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Agitação e briga familiar estressam os cachorros
Essa palavra tão rotineira para nós não é novidade no universo canino
Há muitas razões que podem levar um cão a ficar estressado. Uma mudança de rotina, ser deixado só, fome e sede, dor, falta e excesso de exercício, reformas e até mesmo brigas em casa são alguns exemplos. Apesar de ser pouco conhecida, a doença pode causar sintomas muito prejudiciais para a saúde do animal, é o que explica o veterinário José Manuel Mouriño “O estresse pode trazer uma série de alterações físicas, como o aumento da pressão arterial, diminuição da produção de anticorpos e aumento da glicemia.”
Como não falam a nossa língua, os cães demonstram que tem algo errado através do comportamento e da linguagem corporal. Fique de olho nesses sinais: caspa, coceira, respiração ofegante, tremedeira, recusa de comida ou companhia, agressividade, latidos excessivos, choro. Caso tenha identificado um ou mais desses sintomas, a atitude correta é levá-lo ao veterinário. Muitas vezes o que parece ser um problema de comportamento pode ser problema de saúde, como uma dor de dente.
Se ele estiver com uma boa saúde física, comece a procurar o que está o deixando estressado e busque trabalhar na solução. Procure um especialista em comportamento canino para te orientar. Segundo Mouriño, normalmente cães muito agitados e ansiosos desde filhotes tendem a desenvolver a doença. As raças caninas que possuem mais tendência para o estresse são os Yorkshires Terriers, Malteses, Border Collies e Labradores.
A professora Andréa Carmelo sabe muito bem o que é ter um cão estressado em casa. Dona do Trigo, um labrador de três de anos, conta quando o cachorro passou a ter um comportamento agressivo. “O Trigo sempre foi calmo e brincalhão, mas depois da chegada do meu primeiro filho ele começou a latir e rosnar com frequência”. Preocupada em reverter à situação, Andrea ouviu um especialista em comportamento canino e seguiu a dica de brincar com os dois juntos. Hoje ela comemora “Eles não desgrudam, parece que são melhores amigos”.
Fonte pesquisa: Por Redação PetZine em: comportamento, saúde // 20 set 2010
Há muitas razões que podem levar um cão a ficar estressado. Uma mudança de rotina, ser deixado só, fome e sede, dor, falta e excesso de exercício, reformas e até mesmo brigas em casa são alguns exemplos. Apesar de ser pouco conhecida, a doença pode causar sintomas muito prejudiciais para a saúde do animal, é o que explica o veterinário José Manuel Mouriño “O estresse pode trazer uma série de alterações físicas, como o aumento da pressão arterial, diminuição da produção de anticorpos e aumento da glicemia.”
Como não falam a nossa língua, os cães demonstram que tem algo errado através do comportamento e da linguagem corporal. Fique de olho nesses sinais: caspa, coceira, respiração ofegante, tremedeira, recusa de comida ou companhia, agressividade, latidos excessivos, choro. Caso tenha identificado um ou mais desses sintomas, a atitude correta é levá-lo ao veterinário. Muitas vezes o que parece ser um problema de comportamento pode ser problema de saúde, como uma dor de dente.
Se ele estiver com uma boa saúde física, comece a procurar o que está o deixando estressado e busque trabalhar na solução. Procure um especialista em comportamento canino para te orientar. Segundo Mouriño, normalmente cães muito agitados e ansiosos desde filhotes tendem a desenvolver a doença. As raças caninas que possuem mais tendência para o estresse são os Yorkshires Terriers, Malteses, Border Collies e Labradores.
A professora Andréa Carmelo sabe muito bem o que é ter um cão estressado em casa. Dona do Trigo, um labrador de três de anos, conta quando o cachorro passou a ter um comportamento agressivo. “O Trigo sempre foi calmo e brincalhão, mas depois da chegada do meu primeiro filho ele começou a latir e rosnar com frequência”. Preocupada em reverter à situação, Andrea ouviu um especialista em comportamento canino e seguiu a dica de brincar com os dois juntos. Hoje ela comemora “Eles não desgrudam, parece que são melhores amigos”.
Fonte pesquisa: Por Redação PetZine em: comportamento, saúde // 20 set 2010
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Chocolate pode matar seu cão
Como a Páscoa se aproxima e com ela aumenta o consumo de chocolate, vai aqui uma séria advertência.
Comer chocolate pode ser fatal para um cão, dependendo do tamanho do animal, da quantidade e do tipo que ele ingerir.
Embora o chocolate possa ser tão gostoso e convidativo para os cães como para seus donos, ele contém uma substância conhecida como theobromine, um alcalóide amargo relacionado com a cafeína, que pode ter efeitos perigosos no animal.
Um cão pequeno, pesando de 5 a 20 Kilos, pode morrer por ingerir de 50 a 200 gramas de chocolate ao leite, enquanto de que 6 a 20 gramas do chocolate sem gordura pode ser fatal para um animal do mesmo tamanho.
Os cães grandes são capazes de tolerar maiores quantidades, mas a regra mais segura é a de manter todo chocolate fora do alcance do seu cão.
Há casos de o cão de repente adoecer, sem ninguém saber o porquê. Quem suspeitaria de algo tão maravilhoso como o chocolate? Mas ele é o culpado e se o socorro não for feito imediatamente, o animal poderá morrer.
Os sintomas dessa intoxicação surgem horas depois da ingestão e são similares à aqueles que acompanham muitas infecções gastrointestinais, incluindo vômitos, diarréia, hiperatividade, respiração pesada, ritmo acelerado na batida cardíaca, tremores musculares, acessos, distúrbios no controle de bexiga e até o coma.
A rapidez com que o tratamento veterinário for procurado é fundamental, podendo este profissional ser capaz de provocar vômito para impedir a absorção massiva de theobromine ou remover a toxina do organismo do animal através de outras formas que ele tem conhecimento.
Fonte de pesquisa :http://pepitaquerida.multiply.com/
Comer chocolate pode ser fatal para um cão, dependendo do tamanho do animal, da quantidade e do tipo que ele ingerir.
Embora o chocolate possa ser tão gostoso e convidativo para os cães como para seus donos, ele contém uma substância conhecida como theobromine, um alcalóide amargo relacionado com a cafeína, que pode ter efeitos perigosos no animal.
Um cão pequeno, pesando de 5 a 20 Kilos, pode morrer por ingerir de 50 a 200 gramas de chocolate ao leite, enquanto de que 6 a 20 gramas do chocolate sem gordura pode ser fatal para um animal do mesmo tamanho.
Os cães grandes são capazes de tolerar maiores quantidades, mas a regra mais segura é a de manter todo chocolate fora do alcance do seu cão.
Há casos de o cão de repente adoecer, sem ninguém saber o porquê. Quem suspeitaria de algo tão maravilhoso como o chocolate? Mas ele é o culpado e se o socorro não for feito imediatamente, o animal poderá morrer.
Os sintomas dessa intoxicação surgem horas depois da ingestão e são similares à aqueles que acompanham muitas infecções gastrointestinais, incluindo vômitos, diarréia, hiperatividade, respiração pesada, ritmo acelerado na batida cardíaca, tremores musculares, acessos, distúrbios no controle de bexiga e até o coma.
A rapidez com que o tratamento veterinário for procurado é fundamental, podendo este profissional ser capaz de provocar vômito para impedir a absorção massiva de theobromine ou remover a toxina do organismo do animal através de outras formas que ele tem conhecimento.
Fonte de pesquisa :http://pepitaquerida.multiply.com/
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Como lidar com as mordidas de filhotes
Como lidar com as mordidas de filhotes
Revista Cães & Cia, n. 310, março de 2005Por Alexandre Rossi
Filhotinhos são engraçados, fofinhos e brincalhões, mas também são mordedores. É difícil achar alguém que tenha um filhote de cachorro e não esteja com a mão toda arranhada por causa dos ataques de dentes afiadíssimos. Raramente os filhotes mordem com a intenção de machucar. O que eles querem é interagir e cabe aos pais "humanos" ensinarem outras maneiras de melhorar o contato com eles.
O grande truque para solucionar qualquer problema de comportamento é, em primeiro lugar, entender o motivo que leva ao comportamento indesejado, pois não adianta tentar impedi-lo sem fornecer alternativas. O cãozinho precisa interagir, mastigar e aliviar seu desconforto e ansiedade. Ele sabe fazer isso com a boca e, por mais que sua bronca seja bem dada, o cão dificilmente irá respeitá-lo se não tiver maneiras de substituir ou redirecionar esses comportamentos.
E como podemos fazer isso? O primeiro passo é presentear o filhote com inúmeros brinquedos de diversos tamanhos, texturas, gostos e cheiros. Certifique-se de que há objetos disponíveis em todos os ambientes que o cão freqüenta, pois a ansiedade e a coceira podem aparecer a qualquer instante.
No entanto, é claro que a nossa mão é muito mais legal do que a maioria dos brinquedos, porque dificilmente o cãozinho não consegue nossa atenção quando morde nossa mão; ao passo que, ao morder seu ossinho sos-se-gado no seu cantinho, raramente faz com que tenhamos uma ação direta nele. É preciso mostrar que morder os brinquedos também é uma ótima forma de conseguir atenção. Quando seu filhote optar por morder um brinquedo, fale o nome dele, corra atrás e brinque com ele. Pare a interação assim que o pet soltar o objeto e volte a brincar assim que ele pegar o brinquedo novamente.
Um truque para ajudar a aliviar a aflição da coceira na gengiva é dar brinquedos congelados. Congele alguns objetos e dê ao seu cachorro: os cães costumam adorar e o gelado alivia mais rapidamente o desconforto da gengiva. Para que os brinquedos fiquem mais interessantes, eles devem nos representar - para isso, você também deve brincar com o objeto e, principalmente, deixar o seu cheiro nele (não é preciso esfregá-lo debaixo do braço! O olfato dos cães é muito melhor que o nosso).
Mesmo com todas essas dicas, sua mão provavelmente ainda vai continuar sendo o melhor brinquedo. Agora que o filhote tem diversas opções, devemos tornar nossa mão desagradável de ser mastigada. Para conseguirmos isso, podemos associar o morder a mão com algo desagradável, que aconteça, de preferência, no mesmo instante da mordida. Assim o cão vai testar a mão num momento e testar os brinquedos em outro momento. Com os objetos, vai conseguir tudo o que quer, inclusive atenção, e toda vez que morder a mão sentirá um desconforto imediatamente.
Uma das maneiras práticas e seguras de provocar um desconforto no cão, aproveitando que ele já está mordendo a sua mão, é apertar a língua dele contra o fundo da boca com o dedão. Esse apertão deve ser rápido e só deve acontecer quando o cão morder de fato e nunca como uma maneira preventiva. O apertão deve ser desagradável, mas não deve machucar o animal. Você saberá que o apertão está provocando desconforto observando a reação do filhote. Se você fizer de forma correta, após alguns apertões o cão vai parar de morder a sua mão. Ele provavelmente tentará novamente, mas, assim que sentir o apertão de novo, irá parar.
Procure sempre facilitar o comportamento correto do seu filhote. Ao encontrá-lo, leve algum brinquedo ou estimule-o a ir ao seu encontro com um brinquedo na boca. Como já dissemos anteriormente, é importantíssimo recompensar o comportamento correto e fornecer alternativas para o comportamento que queremos eliminar
Fonte de pesquisa :http://www.caocidadao.com.br
DR.Alexandre Rossi
quinta-feira, 31 de março de 2011
EPILEPSIA EM ANIMAIS
O que é?
Define-se convulsão como uma atividade anormal do cérebro, desencadeada por um grupo de neurônios com descargas elétricas alteradas, denominado foco.
Em geral, estão presentes sintomas como perda ou alteração de consciência e movimentos ou alterações musculares envolvendo todo o corpo ou somente parte dele.
As convulsões são classificadas de acordo com sua apresentação. As convulsões leves, podem apresentar um quadro em que o animal apenas parece ter ‘perdido a concentração’ e podem evoluir para aparentes desmaios, distúrbios de comportamento com alucinações repetidas (caçar moscas, lamber o chão, correr atrás do rabo) até aquelas de grande atividade muscular, quando o animal cai no chão e se debate violentamente. Este último tipo é chamado de convulsão generalizada e é a mais comum em cães e gatos, talvez até por sua fácil identificação. O número de cães afetados é, estatisticamente superior ao de gatos.
Chamamos de Epilepsia o quadro clínico caracterizado pela repetição freqüente dos episódios de convulsão.
Causas
Qualquer distúrbio que acometa o cérebro pode causar convulsão, tendo como causas mais comuns anomalias de nascença (congênitas) como a hidrocefalia; ou ser causadas por fatores adquiridos, como traumatismos cranianos (como quedas ou atropelamentos), intoxicações, presença de tumor no cérebro. Quando não há uma causa evidente, a convulsão é chamada de idiopática.
A avaliação da causa das convulsões baseia-se principalmente na idade do animal, no histórico e nos relatos do proprietário.
Informações como possíveis traumas cranianos a poucas horas ou a meses atrás, presença de substâncias tóxicas no local ou proximidades, uso de inseticidas como mata-baratas, idade do animal na ocasião da primeira crise convulsiva, intervalos entre eles e a presença de convulsões em outros membros da família do animal, são informações vitais para estabelecimento de um quadro preciso por parte do veterinário. Além disso, as convulsão idiopática genética, é transmitida de forma hereditária devendo-se dessa forma evitar o acasalamento de animais que apresentem este quadro.
É extremamente indicada a castração dos animais epilépticos idiopáticos, especialmente as fêmeas que, na época do cio, devido às alterações hormonais, apresentam maiores chances de convulsionar.
Raças como Beagle, Teckel, Pastor Alemão e Pastor Belga são as que apresentam a maior predisposição para desenvolver o problema.
Tratamento
O tratamento com medicações anti-convulsionantes só é indicado para animais que apresentam convulsões freqüentes, ou seja, pelo menos uma vez por mês, uma vez que esse tipo de medicamento é metabolizado, em grande parte, pelo fígado e como os tratamentos são bastante longos (às vezes por toda a vida do animal), podem vir a causar lesões hepáticas’.
O tratamento envolve grande dedicação do proprietário, que precisa ter em mente que o sucesso do tratamento se baseia na redução da freqüência, gravidade e duração das convulsões que raramente são abolidas definitivamente.
A medicação precisa ser administrada regularmente sem interrupção.
Como cada animal reage de forma individualizada aos medicamentos anti-convulsionantes, é comum que seja necessário um período ‘de experiência’, para que o veterinário chegue à dosagem exata para aquele indivíduo em particular. Durante este período, podem acontecer estados de excitação ou prostração, que necessitam de observação.
Primeiros Socorros
Durante uma convulsão, é necessário que o proprietário tente proteger o cão para que ele não se machuque, batendo em objetos ou caindo de lugares altos, como escadas, por exemplo.
Procure acomodá-lo tão confortável quanto possível e deixe o ambiente tranqüilo e com pouca luz.
Certifique-se de que a língua não está obstruindo a passagem de ar do ar pela laringe, mas tenha cuidado para que ele não morda-o por acidente.
É importante lembrar que durante a crise o cão perde, temporariamente, a consciência o que pode levar ao não-reconhecimento do dono e de pessoas familiares.
Quando o cão estiver ‘voltando’ ao seu estado normal, é recomendável que o proprietário fale com ele, para que o cão, ao reconhecê-lo, tranqüilize-se mais rapidamente.
Para mais informação sobre Epilepsia, consulte: Projeto genoma canino
Colaboração da Médica Veterinária, Dra. Audrey Haag
procao@ig.com.
http://www.dogtimes.com.br/
terça-feira, 29 de março de 2011
Cães gostam de grama
Cães gostam de grama
por Laudo J. L. Bernardes
Todo mundo já viu um cachorro, seja grande ou pequeno,
viralata ou de raça, comendo grama. Há muitas razões para esse tipo de comportamento, mais do que normal, em nossos queridos cães.
Uma das explicações mais interessantes é apresentada pelo Dr. Holly Frisby, médico veterinário, na Carolina do Norte (EUA), do Hospital Veterinário Winston: Os parentes caninos selvagens de nossos cães domésticos, como os lobos, as raposas e os Cachorros-do-mato, possuem como parte essencial de sua dieta a captura de animais herbívoros, sendo assim, indiretamente, esses animais selvagens acabam ingerindo muitas gramas e plantas que estavam nos intestinos daqueles herbívoros.
Portanto, cães domésticos podem comer grama e matinhos Porque, na realidade, é uma parte normal da dieta deles...
Segundo Dr. Frisby, comer grama está na natureza deles... Ou, simplesmente, nossos amigos cães domésticos estão procurando a mesma nutrição fresca e crua, que era desfrutada por seus antepassados selvagens, saudáveis e fortes.
Outra razão, bastante intrigante, é o fato de cachorros comerem
grama quando estão correndo e caçando. Ocorre que na caçada o cachorro come a grama por onde a sua presa passou e, até mesmo urinou (um rato, um coelho, um tatu, uma cotia). Dessa maneira, o cão caçador junta informações através da sensação do cheiro e do gosto do animal a ser procurado e caçado... E, finalmente, cachorros comem gramas e matinhos quando se sentem com o estômago"enjoado".
A grama age como um irritante do estômago, fazendo o animal
vomitar a comida "indesejada" ou o "veneno" ingerido... A grama, tambem, adiciona fibra à dieta do animal, melhorando o trato intestinal e reduzindo o risco de câncer de intestino.
Fonte de pesquisa :http://www.greepet.vet.br/
segunda-feira, 28 de março de 2011
Saiba identificar os sintomas de dor no seu pet
Os bichos, assim como o homem, sentem medo, tristeza, solidão e dor. Mas identificar o que está acontecendo com seu cão ou gato pode ser mais difícil do que parece. “Reconhecer a dor em um animal pode ser algo complexo. Envolve perceber sinais evidentes e sutis”, explica José Roberto July, médico veterinário da Julyvet Clínica Veterinária.
Segundo o especialista, o proprietário tem que conhecer muito bem seu animal, bem como o comportamento natural de sua espécie e seu comportamento individual, para assim, reconhecer mudanças que possam estar associadas a dores. Tudo isso porque o pet não pode verbalizar o que está sentindo, mas pode apresentar algumas alterações em seu comportamento.
Para o médico, cachorros calmos e comportados podem ficar agressivos, enquanto cães considerados bravos podem ficar apáticos. Já os gatos costumam se isolar. “Cada animal demonstra mudanças distintas. Podem ser mudanças na ingestão de alimentos, na frequência ou modo como faz suas necessidades ou na sociabilidade.
A automutilação também é um sintoma muito comum no animal com dor, e geralmente vem acompanhada de diminuição do apetite, depressão e apatia. As mudanças dependem e variam de acordo com o nível da dor, da tolerância do animal, das condições em que a dor ocorre, entre outros fatores.
Possíveis causas da dor
As causas para o pet sentir dor são muitas, segundo o dr. José Roberto July. Pode ser desde a uma reação local após vacinação a uma infestação por ácaros, que causam coceira intensa, além de uma dor menos severa, ou ainda por causa de artrite (inflamação das articulações), artrose (degeneração da articulação) ou até procedimentos ortopédicos.
Também são comuns dores mais intensas em vísceras (órgãos, como torção de estômago ou de intestino, infecção urinária, pancreatite, entre outros). Lembrando que todos esses casos podem fazer com que o animal se isole ou mesmo agrida ao ser tocado.
“Várias doenças podem causar dor em níveis variados, sendo importante observar os detalhes e a intensidade dessas manifestações. Um animal que reage à aproximação de uma pessoa rosnando pode estar sentindo menos dor que um que reage latindo e ameaçando morder”, avalia.
Uma vez observadas mudanças no comportamento que possam indicar dor, o proprietário deve levar o animal ao veterinário para que ele seja avaliado, examinado, e a fonte da dor possa ser identificada e tratada de forma adequada.
Mudanças comportamentais em cães
Comportamento e aparência
Movimentos tensos; relutância em se mover; ficar deitado ou adotando uma postura incomum; morder, coçar ou proteger certas áreas do corpo; perda de apetite; tremores; respiração ofegante.
Estado de Alerta
Aparenta menos alerta (mais comum em casos de dor severa); inquietude ou aparentemente mais alerta (mais comum em casos de dor menos severa).
Resposta às pessoas
Agressividade anormal ou apreensão quando manipulados; mudança na forma como o cão reage ao dono, como não abanar a cauda.
Vocalização
Mais quieto que o normal; ganindo ou uivando, especialmente quando sozinho; rosnando sem provocação.
Fonte de pesquisa :http://petmag.uol.com.br
Segundo o especialista, o proprietário tem que conhecer muito bem seu animal, bem como o comportamento natural de sua espécie e seu comportamento individual, para assim, reconhecer mudanças que possam estar associadas a dores. Tudo isso porque o pet não pode verbalizar o que está sentindo, mas pode apresentar algumas alterações em seu comportamento.
Para o médico, cachorros calmos e comportados podem ficar agressivos, enquanto cães considerados bravos podem ficar apáticos. Já os gatos costumam se isolar. “Cada animal demonstra mudanças distintas. Podem ser mudanças na ingestão de alimentos, na frequência ou modo como faz suas necessidades ou na sociabilidade.
A automutilação também é um sintoma muito comum no animal com dor, e geralmente vem acompanhada de diminuição do apetite, depressão e apatia. As mudanças dependem e variam de acordo com o nível da dor, da tolerância do animal, das condições em que a dor ocorre, entre outros fatores.
Possíveis causas da dor
As causas para o pet sentir dor são muitas, segundo o dr. José Roberto July. Pode ser desde a uma reação local após vacinação a uma infestação por ácaros, que causam coceira intensa, além de uma dor menos severa, ou ainda por causa de artrite (inflamação das articulações), artrose (degeneração da articulação) ou até procedimentos ortopédicos.
Também são comuns dores mais intensas em vísceras (órgãos, como torção de estômago ou de intestino, infecção urinária, pancreatite, entre outros). Lembrando que todos esses casos podem fazer com que o animal se isole ou mesmo agrida ao ser tocado.
“Várias doenças podem causar dor em níveis variados, sendo importante observar os detalhes e a intensidade dessas manifestações. Um animal que reage à aproximação de uma pessoa rosnando pode estar sentindo menos dor que um que reage latindo e ameaçando morder”, avalia.
Uma vez observadas mudanças no comportamento que possam indicar dor, o proprietário deve levar o animal ao veterinário para que ele seja avaliado, examinado, e a fonte da dor possa ser identificada e tratada de forma adequada.
Mudanças comportamentais em cães
Comportamento e aparência
Movimentos tensos; relutância em se mover; ficar deitado ou adotando uma postura incomum; morder, coçar ou proteger certas áreas do corpo; perda de apetite; tremores; respiração ofegante.
Estado de Alerta
Aparenta menos alerta (mais comum em casos de dor severa); inquietude ou aparentemente mais alerta (mais comum em casos de dor menos severa).
Resposta às pessoas
Agressividade anormal ou apreensão quando manipulados; mudança na forma como o cão reage ao dono, como não abanar a cauda.
Vocalização
Mais quieto que o normal; ganindo ou uivando, especialmente quando sozinho; rosnando sem provocação.
Fonte de pesquisa :http://petmag.uol.com.br
Cães também podem ter diabetes
Muito comum em humanos, a diabetes também pode afetar a saúde de seu totó. Apesar do que muitos pensam, a diabetes é o disturbio hormonal mais comum nos cães. A doença é uma deficiência no hormônio insulina que diminui a capacidade do sangue de metabolizar o açúcar.
Existem dois tipos de diabetes nos cães. O tipo I é o mais comum entre os cachorros e ocorre quando o sangue não produz insulina suficiente devido à destruição das células do pâncreas que produzem o hormônio. Para controlar os níveis de açúcar no sangue do animal basta aplicar doses controladas de insulina.
O tipo II ocorre quando há quantidades suficientes de insulina sendo produzidas, mas por alguma interferencia o corpo não consegue utilizar o hormônio.
A doença atinge, principalmente, cães de meia-idade e adultos e é duas vezes mais frequente nas fêmeas. A obesidade e drogas como glicocorticóides e progestagênios podem anular o efeito da insulina e contribuir para o aparecimento da diabetes.
Sintomas
Os principais sintomas da diabetes nos cães são:
Aumento da quantidade de água ingerida
O cão começar a urinar mais vezes ao dia
Perda de peso, apesar de o cão ter um bom apetite
Desânimo
Má condição física
Funto de pesquisa : http://petmag.uol.com.br/
Existem dois tipos de diabetes nos cães. O tipo I é o mais comum entre os cachorros e ocorre quando o sangue não produz insulina suficiente devido à destruição das células do pâncreas que produzem o hormônio. Para controlar os níveis de açúcar no sangue do animal basta aplicar doses controladas de insulina.
O tipo II ocorre quando há quantidades suficientes de insulina sendo produzidas, mas por alguma interferencia o corpo não consegue utilizar o hormônio.
A doença atinge, principalmente, cães de meia-idade e adultos e é duas vezes mais frequente nas fêmeas. A obesidade e drogas como glicocorticóides e progestagênios podem anular o efeito da insulina e contribuir para o aparecimento da diabetes.
Sintomas
Os principais sintomas da diabetes nos cães são:
Aumento da quantidade de água ingerida
O cão começar a urinar mais vezes ao dia
Perda de peso, apesar de o cão ter um bom apetite
Desânimo
Má condição física
Funto de pesquisa : http://petmag.uol.com.br/
terça-feira, 22 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
Os Mandamentos de Agiliteiros
Os Mandamentos de Agiliteiros
· Sempre respeitar as outras duplas como a mim mesmo, evitando a deslealdade e as agressões nos meus atos e nas minhas palavras.
· Não privar meu cão de suas refeições ou de suas necessidades básicas visando melhores resultados nos treinos ou nas provas.
· Aquecer e alongar o meu cão antes de cada treino ou prova, diminuindo, com isso, os riscos de contusões.
· Não usar de artifícios ou de métodos que possam ferir ou causar dor ao meu cão para obter resultados, preservando em primeiro lugar sua saúde e alegria em praticar agility.
· Respeitar as condições físicas, psicológicas e os limites próprios da raça do meu cão.
· Não possuir um cão como objeto para satisfação do meu ego, mas sim como um parceiro e amigo, para prática de um esporte onde o objetivo principal é a diversão e o bem-estar.
· Não desamparar meu cão quando ele deixar de praticar agility, mantendo-o em minha companhia.
· Aceitar a natureza do meu cão, não o castigando quando prevalecerem seus instintos e não esperando dele mais do que ele é capaz de fazer.
· Aceitar com dignidade a derrota, admitindo que se a dupla não foi bem, não foi o cão que errou e sim eu que não tive paciência, capacidade e tranqüilidade para treiná-lo e conduzí-lo corretamente.
· Reconhecer o trabalho do meu cão, seja qual for o resultado, agradando-o muito ao término de cada exercício ou percurso, pois não sei se ele está ali porque ele gosta ou se porque eu gosto e ele gosta de mim.
· Dar segurança ao meu cão em treinos e provas, mostrando claramente o que eu espero que ele faça e qual o percurso a seguir.
· Ajudar o meu cão nos treinos, sempre com reforços positivos, não usando de outros métodos sob a alegação da competitividade, para ocultar minha incapacidade em buscar alternativas para resolver meus problemas de treino e condução.
· Entender que os títulos são conseqüência e não um fim a ser alcançado a qualquer preço.
· Ao divulgar o título alcançado, citar sempre o nome do meu cão, pois no agility para se conquistar um título, é necessário uma dupla.
A Importância da escovação
Todos os cães, independente de raça ou tamanho de pelagem devem ter uma boa escovação, pelo menos 2 x por semana. O por que disto? Todos os cães sofrem a troca de pelos, principalmente as fêmeas que podem perder pelos logo após o cio, independente de época.
No inverno, para se proteger do frio a própria natureza acelera o crescimento dos pelos e aumenta a quantidade de subpêlos no cão, mas quando o inverno se vai o cão não pode ficar com tanta pelagem pois com certeza não agüentaria o calor, então quase todo o subpelo do cão vai cair e alguns fios também, deixando a pelagem um pouco mais rala para o animal suportar o verão.
Um cão de pelagem curta ira derrubar os pelos no chão, já, um cão de pelagem media, os pelos e o subpelo que vão cair, ficarão na superfície do manto,o que deixa uma aparência de pelos opacos e tufos. Já um animal de pelagem longa, o pelo não cairá no chão,mas vai se enroscar na pelagem que esta presa ao corpo, o que forma os famosos nós.
A escovação além de massagear a pele do animal, irá tirar toda a pelagem solta e fará com que troca seja mais rápida além de dar brilho ao fio que ficará.
Na próxima coluna falaremos sobre tipos de escova adequados para cada pelagem.
Sergio Villa Santi
svillasanti@aol.com Embaixador da Oster no Brasil República dos Cães Av.Orozimbo Maia, 1515, Cambui, Campinas/SP fone: (19) 3255-1578
Sérgio Villa Santi
No inverno, para se proteger do frio a própria natureza acelera o crescimento dos pelos e aumenta a quantidade de subpêlos no cão, mas quando o inverno se vai o cão não pode ficar com tanta pelagem pois com certeza não agüentaria o calor, então quase todo o subpelo do cão vai cair e alguns fios também, deixando a pelagem um pouco mais rala para o animal suportar o verão.
Um cão de pelagem curta ira derrubar os pelos no chão, já, um cão de pelagem media, os pelos e o subpelo que vão cair, ficarão na superfície do manto,o que deixa uma aparência de pelos opacos e tufos. Já um animal de pelagem longa, o pelo não cairá no chão,mas vai se enroscar na pelagem que esta presa ao corpo, o que forma os famosos nós.
A escovação além de massagear a pele do animal, irá tirar toda a pelagem solta e fará com que troca seja mais rápida além de dar brilho ao fio que ficará.
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Sergio Villa Santi
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Sérgio Villa Santi
Berne
Berne
Berne ou dermatobiose é uma infecção produzida por um estágio larval[1] da mosca Dermatobia hominis, popularmente conhecida no Brasil como mosca-varejeira[2], que infecta diversos animais, principalmente bois.
Tratamento
No caso de hospedeiro humano, a remoção da larva baseia-se em impedir a respiração da larva (por exemplo, com vaselina sólida ou com a colagem de esparadrapo na área do nódulo) e fazer a sua retirada cirúrgica. O berne deve ser morto antes de ser removido.[3] Após, normalmente são procedidas a aplicação de éter iodoformado e a cobertura da lesão. É indicado o uso de vacina antitetânica.
A extração do verme hospedeiro pode ser feita de várias formas, entre elas a asfixia do parasita, cortando o acesso de oxigênio. É comum o uso de um plástico sobre o local em que se encontra a erosão causada pelo parasita, assim, uma vez coberto o local, a larva projeta sua cabeça para fora da pele do hospedeiro em busca de oxigênio, facilitando assim a detecção e remoção da larva.
Em animais, é recomendado o uso de antiparasitário, para facilitar a extração mecânica.
Cuidados
http://pt.wikipedia.org/wiki/Berne
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