Sabe, Senhor, ainda não entendi, viemos à praça, pensei ser um passeio, estranhei, ele não tinha esse hábito, mas fui, feliz.
Lá chegando, me deu as costas, entrou no carro e nem me disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que fazer. Ainda tentei segui-lo, quase fui atropelado.
Que teria feito eu de tão mau? À noite, quando ele chegava, abanava o rabo, feliz mesmo que ele nunca viesse no quintal me ver.
Às vezes, eu latia, mas tinha estranhos no portão, não poderia deixá-los entrar sem avisar meu dono.
Quem sabe foi minha dona que mandou, devia estar dando trabalho.
Mas não as crianças, elas me adoravam. Como sinto saudades! Puxavam-me a cauda às vezes eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos novamente. Creio que elas nem sabem, devem ter dito que fugi.
Estou faminto, só bebo água suja, meus pelos caíram quase todos, nossa, como estou magro!
Sabe, Pai, aqui nesse canto que arrumei para passar a noite, faz muito frio, o chão está molhado.
Creio que, hoje, vou me encontrar Contigo, ai no céu meu sofrimento vai terminar, mesmo em espírito vou ter permissão para ver as crianças.
Peço-vos, então, não mais por mim, mas pelos meus irmãozinhos:
Mandem-lhes pessoas que deles tenha compaixão, como eu, sozinhos não viverão mais que alguns meses na terra do homem.
Amenize-lhes o frio, igual o que agora sinto, com o calor de atos de pessoas abençoadas.
Diminua-lhes a fome, tal qual a eu sinto, com o alimento do amor que me foi negado.
Mata-lhes a sede, com a água pura de seus ensinamentos transmitidos ao homem.
Elimine a dor das doenças, estripando a ignorância da terra.
Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em atos apregoados como religiosos, laboratórios e tudo mais. Tirando das mãos humanas o gosto pelo sangue.
Ampare as cachorrinhas prenhas eu verão suas crias morrerem de fome, frio e pestes sem nada poderem fazer.
Abrande a tristeza dos que, como eu, foram abandonados, pois, entre todos os males o que mais me doeu foi esse.
Receba, Pai, nesta noite gélida, a minha alma, pois não mais será meu sofrimento, mas dos que ficarem e por eles vos peço.
Fonte: Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis.
O BLOG ROTTWEILERUMCÃOPANHEIRO TEM COMO OBJETIVO MOSTRAR AS PESSOAS A REALIDADE SOBRE O ROTTWEILER E OUTRAS RAÇAS. AQUI VOCÊ FICA SABENDO DOS MITOS E VERDADES , TODAS AS NECESSIDADES, COMO ESCOLHER SEU FILHOTE, CUIDADOS, PRINCIPAIS DOENÇAS E COMO TRATÁ-LAS, VÍDEOS SOBRE CÃES, A IMPORTÂNCIA DO ADESTRAMENTO E MATÉRIAS AUTORIZADAS SOBRE COMO CUIDAR DO SEU AMIGO QUE MUITAS VEZES SÃO CONSIDERADOS NOSSOS FILHOS.
domingo, 31 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Exposição da Raça Rottweiler
Será realizada neste fim de semana (30 e 31), a 66ª Exposição Especializada da Raça Rottweiler, no Parque de Exposições de Resende. Cerca de cem cães de diversas categorias estarão competindo em provas de beleza. A abertura é às 9h. A entrada é de graça.
Saiba mais: por determinação do Centro de Controle de Zoonoses, todos os expositores deverão apresentar o atestado original da vacina contra raiva e leptospirose dos cães, atualizado, carimbado e assinado por um médico veterinário. Mais informações pelo telefone (24) 3360 5186.
O Parque de Exposições fica na Avenida Darci Ribeiro, s/nº, no bairro Morada da Colina.
Saiba mais: por determinação do Centro de Controle de Zoonoses, todos os expositores deverão apresentar o atestado original da vacina contra raiva e leptospirose dos cães, atualizado, carimbado e assinado por um médico veterinário. Mais informações pelo telefone (24) 3360 5186.
O Parque de Exposições fica na Avenida Darci Ribeiro, s/nº, no bairro Morada da Colina.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
A SAÚDE DE SEU CÃO
Os cuidados de saúde do seu cão devem começar logo que este chega a sua casa. Recomendamos leve o seu cão de imediato ao veterinário para que seja um exame minucioso para detecção de eventuais febres ou disfunções e para administrar as primeiras vacinas. Na primeira visita ao veterinário faça uma lista de todas as suas dúvidas e aconselhe-se o mais possível junto deste profissional. Ninguém melhor que o veterinário, pela sua formação e experiência, poderá ajudar o seu cão a crescer de forma saudável.
A melhor forma de detectar eventuais doenças no seu cão é mantê-lo sob uma observação cuidada e permanente. Existe um conjunto de reações físicas e comportamentais que passamos a descrever, e que o podem ajudar detectar em antecipação, eventuais doenças.
Emagrecimento
O emagrecimento pode ser causado por uma deficiente alimentação ou pela presença de parasitas no organismo. Se o seu cão estiver com apetite normal então o mais provável é que esteja a ser alvo de parasitas pelo que o deve levar de imediato ao veterinário.
Pouco apetite
A diminuição de apetite pode ser causada por inúmeras razões como a mudança do ritmo de vida, mudança do meio onde vive, dores nos dentes ou simplesmente febre causada por outra razões. Se este comportamento do seu cão não melhorar e o seu apetite voltar ao normal, visite um veterinário.
Apatia generalizada
Neste caso o cão pode estar simplesmente cansado por ter desenvolvido um esforço físico anormal. No entanto, se o sintoma persistir, podemos estar perante alguma doença contagiosa, pelo que o deve levar de imediato ao veterinário.
Vómitos
Os vómitos podem ser causados por irritações no estômago, problemas intestinais, infeções virais ou mesmo pela ingestão de elementos não comestíveis. Uma vez que vómitos sucessivos provocam uma situação de aflição para o cão, deve-se atuar de imediato levando-o a um veterinário.
Comichão
Sendo um comportamento normal nos cães não deve ser encarado como normal quando em excesso. Mais uma vez, a observação do seu animal pode ajudá-lo a distinguir um comportamento normal de outro resultado da presença de pulgas ou de uma qualquer doença de pele (por exemplo sarna ou tinha). Quando este sintoma coincide com a perda de pêlo, então deve levar de imediato o seu cão a um veterinário para que este possa administrar uma medicação eficaz. Salientamos para o fato de tanto a sarna e a tinha serem doenças contagiosas pelo que deverá ter sempre muito cuidado no contato com o animal.
Tosse
A tosse não é por si só um comportamento preocupante pois pode revelar apenas uma irritação provocada por cheiros intensos ou fumos. No entanto, se a tosse persistir, pode revelar algum problema mais grave ao nível do sistema respiratório ou a presença algum objeto estranho. Neste casos nunca fique na dúvida, consulte sempre um veterinário.
Problemas urinários
Um problema urinário pode revelar-se, por exemplo, em urinas dolorosas para o animal ou na presença de sangue na urina. Em qualquer um dos casos estamos certamente perante patologias graves, como infecções renais, cálculos, inflamação da bexiga, etc, pelo que deve de imediato consultar um veterinário.
Vacinação
A vacinação constitui um ato muito importante para manter o seu cão com boa saúde. As vacinas protegem contra algumas doenças, muitas delas fatais pelo que deverá seguir o plano de vacinação de acordo com as indicações do veterinário. Algumas das doenças protegidas pela vacinação são mesmo contagiosas para o Homem. As mais importantes são: a parvovirose, a esgana, a leptospirose, a hepatite, a tosse do canil e a raiva. Nunca pense duas vezes em vacinar o seu cão, consulte o seu veterinário.
Fonte de pesquisa :http://arcadenoe.sapo.pt/artigo/a_saude_do_seu_cao/134
terça-feira, 12 de julho de 2011
A IMPORTÃNCIA DA LIMPEZA NA ORELHAS DOS CÃES
Os ouvidos dos cães são regiões sensíveis e propensas a desenvolver problemas. A higiene regular das orelhas não demora mais do que 5 minutos por semana e pode poupar dinheiro e tempo no veterinário.
Há cães que não gostam do ritual de limpeza das orelhas, mas geralmente toleram. O importante é ter sempre um biscoito de recompensa e conhecer algumas dicas que tornam esta tarefa mais confortável para cão e dono.
A melhor forma de habituar os cães à limpeza dos ouvidos é começar a fazê-la desde pequenos. Aliado ao comando “senta” ou “deita” e “fica” ou “quieto” é possível controlar o cão enquanto tratamos da higiene dos ouvidos.
As orelhas dos cães devem ser limpas semanalmente. Os cães de orelhas caídas são os que têm mais propensão para o desenvolvimento de otites. Isto deve-se ao ambiente húmido que se forma no ouvido. Mas todos os cães devem ser sujeitos a limpezas semanais, pois a acumulação de cera também não traz saúde.
É preciso uma solução de limpeza própria para cães e algodão ou toalhas de limpeza. Não use cotonetes para limpar os ouvidos dos cães a não ser que tenha a certeza que o cão não se importa. Se o cão for obediente e permanecer quieto, os cotonetes podem ser uma ajuda para retirar a cera das pregas das orelhas. Mas geralmente os cotonetes causam-lhe impressão, porque vão tocar levemente nos pêlos que os cães têm nas orelhas. Se o cão se mexer muito, pode acidentalmente introduzir demasiado o cotonete no ouvido do animal, o que pode acarretar consequências mais graves.
O que mais causa desconforto aos cães é o líquido de limpeza, mas geralmente os animais costumam gostar da massagem que é feita com a mão ao retirar a sujeira. O líquido de limpeza pode incomodar sobretudo porque está frio. Para contornar esta situação, antes de colocar o líquido nas orelhas do animal, pode deixar o frasco repousando em uma panela com água quente durante alguns minutos.
Existem soluções que são aplicadas diretamente no ouvido do cão e outras que são colocadas no algodão.
As que são deitadas diretamente no ouvido costumam limpar melhor, porque soltam a sujeira que se encontra mais funda. Enquanto que o algodão pode contribuir para a acumulação de sujeira no fundo do ouvido.
Os cães parecem ficar mais incomodados com a solução que é aplicada diretamente na orelha, já que é difícil remover completamente o líquido. Pode alternar entre as duas opções de forma a incomodar menos o animal.
No caso das soluções deitadas diretamente no ouvido, deve colocar o tubo virado para baixo no ouvido do cão e aplicar uma pressão ligeira no frasco. Depois, massage a orelha durante alguns segundos, 20 a 30 segundos. Se houver líquido suficiente e se a massagem estiver a ser bem feita, consegue ouvir o barulho do líquido no ouvido. Pode deixar o cão abanar a cabeça para remover o líquido, mas para que a solução não fique espalhada por quem está perto, o melhor é limpar o excesso com uma toalha própria ou com algodão. Isto acaba por ajudar o cão a ver-se livre da impressão que o líquido lhe causa.
Se utilizar uma solução aplicada no algodão, o ideal é usar rodelas de algodão, para minimizar o perigo de ficar algum algodão dentro do ouvido. Limpe bem as dobras das orelhas e introduza o dedo forrado com algodão no canal do ouvido abanando levemente para apanhar o máximo de sujidade. Não force a entrada do dedo, só deve limpar a zona descendente do canal.
É normal que o cão fique a abanar a cabeça durante algum tempo após a limpeza dos ouvidos. Isto acontece sobretudo quando usa líquidos que são deitados diretamente na orelha, mas passa em poucas horas.
Esteja atento a sinais frequentes de desconforto: abanar a cabeça, roçar com as orelhas no chão, coçar as orelhas com a pata, ganir com dor ao fazer qualquer uma destas. Leve o cão ao veterinário para examinar os ouvidos sempre que suspeitar que algo não está normal.
Fonte pesquisa :http://arcadenoe.sapo.pt/article.php?id=642
Há cães que não gostam do ritual de limpeza das orelhas, mas geralmente toleram. O importante é ter sempre um biscoito de recompensa e conhecer algumas dicas que tornam esta tarefa mais confortável para cão e dono.
A melhor forma de habituar os cães à limpeza dos ouvidos é começar a fazê-la desde pequenos. Aliado ao comando “senta” ou “deita” e “fica” ou “quieto” é possível controlar o cão enquanto tratamos da higiene dos ouvidos.
As orelhas dos cães devem ser limpas semanalmente. Os cães de orelhas caídas são os que têm mais propensão para o desenvolvimento de otites. Isto deve-se ao ambiente húmido que se forma no ouvido. Mas todos os cães devem ser sujeitos a limpezas semanais, pois a acumulação de cera também não traz saúde.
É preciso uma solução de limpeza própria para cães e algodão ou toalhas de limpeza. Não use cotonetes para limpar os ouvidos dos cães a não ser que tenha a certeza que o cão não se importa. Se o cão for obediente e permanecer quieto, os cotonetes podem ser uma ajuda para retirar a cera das pregas das orelhas. Mas geralmente os cotonetes causam-lhe impressão, porque vão tocar levemente nos pêlos que os cães têm nas orelhas. Se o cão se mexer muito, pode acidentalmente introduzir demasiado o cotonete no ouvido do animal, o que pode acarretar consequências mais graves.
O que mais causa desconforto aos cães é o líquido de limpeza, mas geralmente os animais costumam gostar da massagem que é feita com a mão ao retirar a sujeira. O líquido de limpeza pode incomodar sobretudo porque está frio. Para contornar esta situação, antes de colocar o líquido nas orelhas do animal, pode deixar o frasco repousando em uma panela com água quente durante alguns minutos.
Existem soluções que são aplicadas diretamente no ouvido do cão e outras que são colocadas no algodão.
As que são deitadas diretamente no ouvido costumam limpar melhor, porque soltam a sujeira que se encontra mais funda. Enquanto que o algodão pode contribuir para a acumulação de sujeira no fundo do ouvido.
Os cães parecem ficar mais incomodados com a solução que é aplicada diretamente na orelha, já que é difícil remover completamente o líquido. Pode alternar entre as duas opções de forma a incomodar menos o animal.
Como limpar
No caso das soluções deitadas diretamente no ouvido, deve colocar o tubo virado para baixo no ouvido do cão e aplicar uma pressão ligeira no frasco. Depois, massage a orelha durante alguns segundos, 20 a 30 segundos. Se houver líquido suficiente e se a massagem estiver a ser bem feita, consegue ouvir o barulho do líquido no ouvido. Pode deixar o cão abanar a cabeça para remover o líquido, mas para que a solução não fique espalhada por quem está perto, o melhor é limpar o excesso com uma toalha própria ou com algodão. Isto acaba por ajudar o cão a ver-se livre da impressão que o líquido lhe causa.
Se utilizar uma solução aplicada no algodão, o ideal é usar rodelas de algodão, para minimizar o perigo de ficar algum algodão dentro do ouvido. Limpe bem as dobras das orelhas e introduza o dedo forrado com algodão no canal do ouvido abanando levemente para apanhar o máximo de sujidade. Não force a entrada do dedo, só deve limpar a zona descendente do canal.
É normal que o cão fique a abanar a cabeça durante algum tempo após a limpeza dos ouvidos. Isto acontece sobretudo quando usa líquidos que são deitados diretamente na orelha, mas passa em poucas horas.
Esteja atento a sinais frequentes de desconforto: abanar a cabeça, roçar com as orelhas no chão, coçar as orelhas com a pata, ganir com dor ao fazer qualquer uma destas. Leve o cão ao veterinário para examinar os ouvidos sempre que suspeitar que algo não está normal.
Fonte pesquisa :http://arcadenoe.sapo.pt/article.php?id=642
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A NECESSIDADE DA ESCOVAÇÃO DOS DENTES DOS CÃES
Quantos dentes o cachorro tem?
Os filhotes possuem 28 dentinhos de leite. Isso mesmo, os filhotes possuem dentes de leite que começam a cair por volta dos 3 meses e meio de idade. Logo em seguida começam a aparecer os dentes definitivos que na maioria das raças são 42. O cães costumam estar de “dentadura” totalmente nova, ou seja com os dentes definitivos totalmente posicionados por volta dos 7 meses de idade.
- Você sabia que dentes limpos garantem mais anos de vida para o seu bichão?
A falta de escovação da boca do seu peludo causa mais do que o famoso bafo-de-onça, ela ajuda na proliferação de bactérias que criam as placas bacterianas, o acúmulo de tártaro (uma crosta amarelo-amarronzada que aparece principalmente nos dentes caninos e molares dos cães), e mais do que isso, podem provocar doenças em outros órgãos do corpo do nossos peludos, como infecções no coração, doenças no fígado e nos rins.
Tal como nós, nossos peludos podem desenvolver doenças na boca, pela falta da escovação e pela falta de tratamento em um veterinário. Algumas destas doenças são:
Gengivite: inflamação das gengivas que pode se transformar em periodontite. Os sintomas da gengivite são sangramentos e vermelhidão da gengiva, desconforto e dor, além de dificuldade em mastigar.
Periodontite: mais séria do que a gengivite, a periodontite é uma infecção que pode se espalhar pelos tecidos e pelos ossos em que as raízes dos dentes se prendem. O comprometimento destes ossos pode levar a perda dos dentes e é irreversível.
- E que o tártaro acumulado nos dentes dos cães podem causar infecções que podem levar a morte?
Uma boca doente não se resume apenas a um bafinho ruim de doer, nem mesmo se resume apenas a boca do seu cão. O coração, o fígado, os rins, o trato intestinal e até as articulações de nossos amigões podem ser afetados. O tártaro e a infecção da boca contém várias bactérias que podem se espalhar e se desenvolver em outras partes do corpo. Somente o cuidado regular dos dentes do seu bichão e visitas periódicas ao veterinário podem prevenir problemas mais sérios.
- Você sabia que não se pode usar pasta de dentes de humanos em cães?
É preciso lembrar que o cão não tem como enxaguar a boca e cuspir a pasta de dente, como a gente faz. O flúor contido na nossa pasta de dente faz mal se for engolido, e os componentes da pasta de dentes humana (como alguns detergentes, por exemplo) podem causar irritações no estomago dos nossos cães.
A pasta de dentes Dental Guard é formulada especialmente para os nossos peludos, é segura se for engolida e não faz mal aos nossos bichos. Além disso ela tem um sabor muito agradável para nossos amigões, o que facilita a tarefa de acostumá-los a deixar escovar os dentes, e tem um cheirinho de Tutti Fruti capaz de derrubar os bafinhos mais persistentes.
- A escova de dentes também precisa ser especial.
Os cães têm a gengiva bastante delicada e sensível. Usar uma escova de dentes inadequada pode machucá-los, causando desconforto e dor. O ideal é usar uma escova apropriada, ou uma “dedeira” que é uma escova de borracha que você coloca no dedo e massageia e escova os dentes do seu peludo com a maior facilidade. A BitCão está incluindo junto com a pasta de dentes Dental Guard uma dedeira para escovação, criada especialmente para o conforto do seu bichão.
- Mas qual é a melhor idade para começar a escovar os dentes do cão?
De acordo com a American Veterinary Dental Society (AVDS) 80% dos cães com 3 anos de idade possuem alguma doença oral. Quanto mais cedo você começar a ensinar o seu filhote a deixar escovar os dentes, melhor.
Ao ensinar o seu filhote a relaxar e deixar ter seus dentes escovados e a gengiva massageada, você estará contribuindo para que ele tenha uma vida mais saudável, mas também estará desenvolvendo um importante trabalhado na educação e na relação entre vocês dois. Relaxar e deixar o dono “esfregar” a boca é um sinal de confiança e de submissão (no bom sentido) por parte do filhote. Este ritual ajuda a você manter o seu papel de líder, e se for executado de forma correta, diminui as chances do seu peludo se tornar agressivo e fora do controle sempre que tiver que ser examinado, contido, ou manipulado.
- E como acostumar o cão a deixar ter seus dentes escovados?
Escolha um local calmo, sem distrações e em um horário que seja tranqüilo para você e para o peludão. Nada de querer fazer as coisas com pressa.
Deixe o cão se acostumar aos poucos com esta estória nova. Durante os 3 primeiros dias apenas ofereça um pouquinho da pasta de dentes Dental Guard no dedo e deixe o peludo lamber a vontade. Aproveite para fazer um cafuné no bichão.
Nos próximos 5 dias coloque um pouquinho da pasta Dental Guard no seu dedo, acomode o bichão no seu colo, ou na posição preferida dele para receber carinhos, e massageie o seu dedo na gengiva dele por uns 5 segundos. Não use a dedeira ainda, nem é preciso "escovar” toda a boca.
Comece massageando apenas os dentes da frente ou uma das laterais da boca. Observe o ponto que o seu cão fica mais relutante em deixar escovar e a cada dia dedique um segundo a mais justamente neste ponto. Termine a massagem da gengiva sempre no ponto da boca que ele fica mais relaxado. Ao final desta breve seção faça bastante carinho e ofereça um pouquinho de água para nosso amigão.
É hora de introduzir a dedeira de borracha. Repita o programa de 5 dias como foi descrito no item 3, desta vez usando a dedeira.
Você já está trabalhando a 13 dias neste intensivão e já deve ter conquistado alguns progressos. Se o seu peludo já aceita bem a escovação, vá em frente e trabalhe a boca toda, pelo menos 2 vezes por semana. Se vocês ainda precisam de algum tempo para se adaptar ao ritual da escovação, procure dividir a tarefa em duas etapas. Escove uma metade da boca primeiro, e então libere o peludo para brincar ou fazer qualquer outra coisa. Em uma outra hora do dia que vocês estejam relaxados novamente aproveite para escovar a metade que ficou faltando. Mantenha este esquema até o seu peludo começar a aceitar a escovação com naturalidade.
Enquanto o seu peludo estiver se acostumando a ter os dentes escovados, tenha o cuidado de parar a sessão antes dele ficar irritado e irrequieto. Se ele desconfiar que dando chilique vai se livrar da escova de dentes, vai ficar cada dia mais difícil de tratar da boca do bichão.
Escove sempre de uma maneira bem gentil e sem fazer força contra a gengiva de seu peludão.
Faça movimentos circulares lentos e certifique-se de massagear a linha da gengiva, além da parede dos dentes.
Certifique-se de escovar os dentes do fundo da boca e os caninos, pois é neles que as placas se formam mais freqüentemente. Também não se preocupe em escovar os dentes pelo lado de dentro da boca do bichão, pois as placas e o tártaro normalmente se aderem na face externa dos dentes.
Use uma porção pequena da pasta de dentes Dental Guard para cada lado da boca o seu bichão
Sempre termine cada sessão fazendo um belo carinho no seu peludo.
Escove os dentes do peludão pelo menos 2 vezes por semana.
- E quais são os benefícios para o comportamento do cão?
Como a gente já disse antes, um cachorrinho que é ensinado a ser manipulado e examinado desde pequeno tem muito menos chances de desenvolver sinais de agressividade por dominância contra seu próprio dono.
Ao começarmos a educar um filhote com apenas 60 dias de vida é fisicamente muito mais fácil de segurá-lo na posição correta e de controlar qualquer tentativa de não se deixar submeter. Com calma e firmeza, ao escovarmos os dentes do peludo, estamos passando uma mensagem para ele de que somos fisicamente mais fortes (em que se tratando de certas raças deixará de ser verdade em muito pouco tempo, mas o peludo nunca vai saber disso), que somos “autoritários” como os bons líderes devem ser, mas que também somos confiáveis, pois não iremos machucar o nosso amigão.
Se o seu cão se tornar realmente difícil para escovar os dentes, mesmo seguindo todas as nossas orientações, é provável que você precise de um profissional para lhe ajudar a avaliar os possíveis desdobramentos deste comportamento no futuro, e aproveitar para traçar um plano para evitar que o cão se torne fonte de medo, intimidação, ou tristeza para a família.
Ao deixar ter seus dentes escovados, o filhote, ou mesmo um cão adulto, vai se tornando cada vez mais relaxado quando precisar ser manipulado pelo veterinário, ou pelo tosador, sem falar pelo próprio dono. Ficar calmo, sem se debater, com confiança nas pessoas que estão fazendo a limpeza de seus dentes, facilita muito a vida do peludo e de todo mundo também.
A relação homem / cão fica mais saudável, mais harmoniosa, mais amiga, mais parceira, mais confiável.
Viu como escovar os dentes tem tudo a ver com a BitCão. Estamos pensado não só no bem-estar físico do peludo, mas principalmente em uma maneira de você se relacionar com ele sem estresse desnecessário, e sem mordidas e mau comportamento no futuro.
- Uma observação:
A escovação regular com a pasta de dentes Dental Guard previne a formação das placas bacterianas e do tártaro, mas se o seu peludo já está com os dentes muito sujos, leve-o para uma consulta com o seu veterinário de confiança para avaliar a necessidade de fazer uma remoção profunda. Depende de cada cão, mas normalmente seu amigão poderá precisar de uma limpeza profissional a cada 3 anos.
Consulte sempre o seu veterinário de confiança e siga à risca os conselhos dele. É importante evitar uma limpeza de tártaro prevenindo o problema, mas não fingindo que ele não existe.
Escovar os dentes é saúde,
educação e amor para com o seu peludo!
Fonte de pesquisa: http://www.bitcao.com.br/artigos/como-escovar-os-dentes-de-um-cachorro.php
quinta-feira, 7 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
ESTAMOS DISPONIBILIZANDO ESPAÇO PARA ENTIDADES QUE AJUDAM OS ANIMAIS .
ESTAMOS DISPONIBILIZANDO ESPAÇO PARA ENTIDADES QUE AJUDAM OS ANIMAIS
O nosso blog já algum tempo, vem apoiando a SHB , (Sociedade Humanitária Brasileira ) divulgando seu trabalho. E estamos agora disponibilizando nosso blog para qualquer entidade que queira divulgar e pedir ajuda para animais resgatados . Posso dizer que esse trabalho são feitos por anjos , pois não é qualquer pessoa que tem por objetivo ajudar, aumentar suas despesas com animais. Pois existem e não são poucas as que fazem E por mim elas são consideradas com muito carinho. Pois se alguém precisar de apoio o nosso blog estará a disposição Deixe comentário que entraremos em contato. A união faz a força e nós precisamos pensar nos nossos cães que tem ração sobrando , precisamos também pensar nos abandonados que passam fome , na casas que resgatam . Nunca deixaremos de falar sobre os rottweileres mas pensando também em ajudar aos que estão soltos por ai no frio sem comida . Obrigado João Batista
Administrador do blog.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
VAMOS ACABAR COM A DISCRIMINAÇÃO
Achei esse video na internet e achei muito importante colocá-lo em nosso blog pois qualquer que seja tipo de cão de raça definida ou "os viralatas" são iguais perante nós humanos. Já que nosso objetivo principal e a discriminação aos cães que são considerados violentos , pergunto porque não pararmos de distinguir e marginalizar os sem raça definida; precisamos nos unir e ajudar as entidades que passam por muitas vezes difculdades por falta de ração, medicamentos. Então lembre-se Cão com raça ou sem raça são animais que precisam muito de nós . Então voce que esta vendo o video que tal pensar em ajudar eles. PENSE NISTO . JoaoBatista
terça-feira, 21 de junho de 2011
PAISES QUE JA VISITARAM NOSSO BLOG
Brasil 9735
Portugal 669
Estados Unidos 402
Japão 31
Indonésia 26
Angola 24
Rússia 20
Alemanha 15
Canadá 13
Itália 12
Moçambique 2
Moldávia 7
Ucrânia 5
Gana 3
Pesquisa feita pelo programa instalado ESTATÍTICAS do blog. Nos faz crer que estamos conseguindo mostrar as pessoas os mitos e as verdades sobre a raça , materias importantes sobre os cães e ficamos gratos e cada dia que passa nos dá mais força para continuar e com certeza continuaremos . Obrigado a todos amigos que ja visitarm e principalmente os visitantes do outros paises que estão pesquisando no blog . Obrigado Joao batista admininstrador do blog
Muitas pessoas acreditam que o Rottweiler é uma raça de cão feroz
Muitas pessoas acreditam que o Rottweiler é uma raça de cão feroz, a realidade é que seu temperamento é calmo e amoroso, são naturalmente engraçada e corajosa. Estes cães provam ser bons cães de ter uma família, até mesmo se tornar grandes companheiros para as crianças.
Esta raça tem a habilidade de mudar seu temperamento de acordo com a situação, isto significa que se o cão sente que alguém ou algo está a ameaçar ou intimidar, vai dar uma dura luta para proteger e salvar sua família. Estes cães são conhecidos por sua inteligência e coragem. Mas antes de comprar é importante para aprender sobre seus problemas de saúde.
Esta raça está predisposta a problemas, mas seu cão pode ou não desenvolver qualquer destas condições. Considerar que nosso rottweiler deve estar preparado para a sua atenção e cuidado
Doenças ósseas e articulares
Rottweilers são propensas a problemas ósseos e articulares que afetam sua capacidade de se mover. Uma doença genética comum de osso é a displasia da anca. Esta doença provoca o desenvolvimento anormal da articulação do quadril e faz com que o cão começe a mancar.
Então vem a displasia do cotovelo, que é parte de muitas doenças congênitas do cotovelo em cães. Nesta condição, a articulação do cotovelo é a cartilagem malformados e danificados. Portanto, isso leva a claudicação do membro anterior. Esta condição pode afetar o cão em 4 meses de idade até 20 meses de idade.
Problemas cardíacos e circulatórios
Um dos principais problemas do Rottweiler é dessalinizada estenose aórtica. É uma doença cardíaca congênita que causa estreitamento da aorta. Isto torna muito difícil para o coração bombear o sangue através do corpo. Tem, portanto, insuficiente suprimento de oxigênio para o cérebro. Assim, o cão aparece fora do ar ao fazer exercícios e pode desmaiar. Se não tratada precocemente pode levar à morte
Outro problema comum é dessalinizada, Rottweiler herdou da doença de von Willebrand. Sangramento ocorre no cão devido à deficiência de plasma proteína chamada fator de von Willebrand. Nós apresentamos uma hemorragia nasal, sangue na urina e fezes e até mesmo a presença de sangramento sob a pele.
Problemas endócrinos
Um Rottweiler podem sofrer de doença de Addison, uma desordem do sistema endócrino comum, mas grave. Nesta condição, o cão sofre de deficiência de glicocorticóides e minerais corticóides. Esta deficiência de hormônio leva a problemas funcionais. Os primeiros sintomas desta doença incluem letargia, vômitos e perda de apetite. Em condições severas, pode levar a arritmias cardíacas e desequilíbrio eletrolítico, levando à morte.
Problemas dos olhos
Cães Rottweiler tendem a herdar problemas oculares como catarata. Esta condição é normalmente tratada com cirurgia e se não tratada, pode levar à cegueira. Outro problema é a atrofia progressiva da retina (PRA). Nesta condição, há uma deterioração gradual da retina. Isto leva a cegueira noturna e, eventualmente, o cão não pode ver durante o dia também.
Câncer
Rottweilers são propensos a desenvolver câncer, como câncer ósseo (osteossarcoma). Se o cão tende a sofrer fraturas ósseas, sem motivo aparente pode indicar câncer. Outro tipo de câncer que afeta o linfossarcoma. O sistema linfático é afetada por este tipo de câncer. Esta condição faz com que o cão a perder o apetite, perder peso e sofre de vómitos e diarreia. É muito importante fazer um diagnóstico precoce do câncer, a fim de melhorar a saúde e controlar a propagação do câncer.
Essas cópias são cães saudáveis, mas podem ser atacados por essas doenças. É importante ser cuidadoso dieta, manter-se ativo e apto, tendo revisões periódicas com o veterinário, assim você terá um cão saudável.
Fonte de pesquisa :http://mascotass.com/problemas-de-salud-en-los-rottweiler.html
Esta raça tem a habilidade de mudar seu temperamento de acordo com a situação, isto significa que se o cão sente que alguém ou algo está a ameaçar ou intimidar, vai dar uma dura luta para proteger e salvar sua família. Estes cães são conhecidos por sua inteligência e coragem. Mas antes de comprar é importante para aprender sobre seus problemas de saúde.
Esta raça está predisposta a problemas, mas seu cão pode ou não desenvolver qualquer destas condições. Considerar que nosso rottweiler deve estar preparado para a sua atenção e cuidado
Doenças ósseas e articulares
Rottweilers são propensas a problemas ósseos e articulares que afetam sua capacidade de se mover. Uma doença genética comum de osso é a displasia da anca. Esta doença provoca o desenvolvimento anormal da articulação do quadril e faz com que o cão começe a mancar.
Então vem a displasia do cotovelo, que é parte de muitas doenças congênitas do cotovelo em cães. Nesta condição, a articulação do cotovelo é a cartilagem malformados e danificados. Portanto, isso leva a claudicação do membro anterior. Esta condição pode afetar o cão em 4 meses de idade até 20 meses de idade.
Problemas cardíacos e circulatórios
Um dos principais problemas do Rottweiler é dessalinizada estenose aórtica. É uma doença cardíaca congênita que causa estreitamento da aorta. Isto torna muito difícil para o coração bombear o sangue através do corpo. Tem, portanto, insuficiente suprimento de oxigênio para o cérebro. Assim, o cão aparece fora do ar ao fazer exercícios e pode desmaiar. Se não tratada precocemente pode levar à morte
Outro problema comum é dessalinizada, Rottweiler herdou da doença de von Willebrand. Sangramento ocorre no cão devido à deficiência de plasma proteína chamada fator de von Willebrand. Nós apresentamos uma hemorragia nasal, sangue na urina e fezes e até mesmo a presença de sangramento sob a pele.
Problemas endócrinos
Um Rottweiler podem sofrer de doença de Addison, uma desordem do sistema endócrino comum, mas grave. Nesta condição, o cão sofre de deficiência de glicocorticóides e minerais corticóides. Esta deficiência de hormônio leva a problemas funcionais. Os primeiros sintomas desta doença incluem letargia, vômitos e perda de apetite. Em condições severas, pode levar a arritmias cardíacas e desequilíbrio eletrolítico, levando à morte.
Problemas dos olhos
Cães Rottweiler tendem a herdar problemas oculares como catarata. Esta condição é normalmente tratada com cirurgia e se não tratada, pode levar à cegueira. Outro problema é a atrofia progressiva da retina (PRA). Nesta condição, há uma deterioração gradual da retina. Isto leva a cegueira noturna e, eventualmente, o cão não pode ver durante o dia também.
Câncer
Rottweilers são propensos a desenvolver câncer, como câncer ósseo (osteossarcoma). Se o cão tende a sofrer fraturas ósseas, sem motivo aparente pode indicar câncer. Outro tipo de câncer que afeta o linfossarcoma. O sistema linfático é afetada por este tipo de câncer. Esta condição faz com que o cão a perder o apetite, perder peso e sofre de vómitos e diarreia. É muito importante fazer um diagnóstico precoce do câncer, a fim de melhorar a saúde e controlar a propagação do câncer.
Essas cópias são cães saudáveis, mas podem ser atacados por essas doenças. É importante ser cuidadoso dieta, manter-se ativo e apto, tendo revisões periódicas com o veterinário, assim você terá um cão saudável.
Fonte de pesquisa :http://mascotass.com/problemas-de-salud-en-los-rottweiler.html
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Rottweiler cuida de gatos, aves e coelhos órfãos
| Rottweiler cuida de gatos, aves e coelhos órfãos | |
| A raça Rottweiler é famosa por render bons cães de guarda. O que poucos poderiam imaginar é que os animais também são muito protetores, a ponto de, inclusive, tomar conta de criaturinhas sensíveis como coelhos, aves e gatos. De acordo com o jornal Daily Mail Dave, um exemplar de 60 kg da raça, tem um instinto paterno bastante desenvolvido, o que permite que o grandalhão cuide de animais órfãos trazidos por sua dona. Em entrevista à publicação a britânica Amanda Collins disse que descobriu o dom do cachorro depois que trouxe um coelho abandonado para casa. "Dave simplesmente se aproximou do coelho e começou a lambê-lo", contou Amanda, que é dona de um pet shop em Blackpool, Inglaterra. Desde então o Rottweiler já cuidou de quatro patos, três gansos, uma infinidade de pintinhos, cinco coelhos, 13 gatos e cinco cachorros, entre filhotes e adultos. "Eles construiram uma forte ligação. Hoje em dia eles dormem juntos e até dividem sua ração", contou a britânica sobre Dave e os pets órfãos que abriga. A britânica disse ainda que o cuidado do cachorro com seus amigos órfãos é tão grande que já viu o grandalhão dentro da piscina que providenciou para os patos só para salvá-los quando estavam prestes a se afogar. Apesar de ter tido uma infância traumática, uma vez que seu primeiro dono amputou seu rabo, Dave cresceu com bom humor e vive feliz com sua nova dona. E todo o carinho e afeto do animal acabam de ser reconhecidos em um concurso que o escolheu como "Cachorro mais Inspirador do Reino Unido". Segundo sua dona, o prêmio auxilia a desmistificar a fama de agressivos e violentos dos Rottweilers. | |
| Fonte: Petmag Fonte de pesquisa :http://www.webcaes.com.br/conteudo.asp?pag=51&cod=623&uf=14 |
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Tipos de mordedura dos cães
Tipos de mordedura dos cães
Dentes – o aparelho multitarefa
Por Bruno Tausz
Nós brincamos com as mãos, pegamos objetos, transportamos, abrimos, fechamos, consertamos, trabalhamos e lutamos.... Os cães utilizam os dentes para essas funções. Muitas pessoas não se dão conta das funções da dentadura e, por essa razão, não conferem a exata importância que os dentes dos caninos merecem. Os padrões de muitas raças, principalmente as de trabalho (guarda, caça, busca e salvamento, guia de cegos, etc.), relacionam as faltas dentárias como desqualificantes. E muitos expositores não aceitam que um cão seja penalizado por falta dentária... Com este artigo vamos tentar revelar a importância da estrutura e as funções da dentadura.
Dente - [do latim dente] - anat. órgão formado por matéria orgânica dura, inserido nos alvéolos maxilares e mandibulares, os quais, em conjunto, formam a dentadura e funcionam, nos carnívoros, como ferramenta de caça, de mastigação e arma de defesa.
Decíduos - [do latim deciduu] 1. que caem; 2. anat. são os chamados dentes de leite, germinados na primeira dentição desde os 17 dias de idade e que, aos quatro meses e meio, irão cair para troca, completando, aos seis meses, a dentadura definitiva.
Dentição - [do latim dentitione] anat. nascimento e formação dos dentes; odontíase; a 1ª dentição, de leite, começa a ser trocada aos três meses e meio, e a 2ª, definitiva, estará completa aos seis meses; os cães possuem um total de 42 dentes: vinte superiores e vinte e dois inferiores.
2 x 4 pré-molares superiores e 2 x 4 inferiores; 2 x 2 molares superiores e 2 x 3 inferiores.
Mordedura - anat. cinof. define a forma de oclusão da articulação das arcadas dentárias: tesoura, torquês, prognatismo superior e inferior e, excepcionalmente, tesoura invertida. Prognata - patol. que é portador de prognatismo.
Prognatismo - [do grego pro, ‘movimento para a frente', + gnathós, ‘mandíbula'] cinof. desalinhamento da mordedura, resultante de uma hipotrofia óssea da maxila ou hipertrofia óssea da mandíbula; a mandíbula é mais longa que a maxila.
Prognatismo - hipertrofia da mandíbula para a frente, provocando o desencaixe da arcada superior com a inferior.
Prognatismo inferior - cinof. V. prognatismo. Obs.: na realidade, pro (grego) significa ‘movimento para a frente', e gnathós, significa ‘queixo', ‘mandíbula'; assim, prognata é sempre inferior, mas, por vício de linguagem, talvez para maior clareza, a cinofilia mundial adotou este termo tanto para a maxila quanto para a mandíbula, definindo-o como superior quando a maxila é maior que a mandíbula, e inferior, para a situação inversa.
Prognatismo superior - cinof. desalinhamento da mordedura por hipotrofia óssea da mandíbula ou hipertrofia óssea da maxila. Micrognatismo.
Mordedura em tesoura - cinof. na oclusão, os incisivos superiores tocam, com a face interna, a face externa dos incisivos inferiores. |
Mordedura em tesoura invertida - cinof. na oclusão, os incisivos superiores tocam, com a face externa, a face interna dos incisivos inferiores. |
Mordedura em torquês - cinof. na oclusão, os incisivos superiores tocam de topo os incisivos inferiores. |
Mordida Basicamente a ferramenta de trabalho e de defesa dos cães; cada dente tem sua função: os caninos ou presas cravam-se na carne para dilacerá-la com os movimentos rápidos e violentos da cabeça e do pescoço; os pré-molares menores trabalham delicadamente para transportar os filhotes e outras coisas; os maiores são mastigadores; os P3 (pré-molares) superiores, em combinação com os M1 (molares) inferiores, funcionam como alicate de corte para as partes mais duras e o restante dos molares são mastigadores poderosos; os incisivos se encarregam dos cortes mais delicados, como também da catação de parasitos.
Raças e padrões Os padrões na maioria das raças aceitam, pedem ou exigem a mordedura em tesoura, como por exemplo o rottweiler, labrador, pastor alemão, beagle, poodle, etc. Outros pedem a mordedura em torquês, como por exemplo o bullmastife, terranova, são bernardo, etc.. Outros ainda pedem o prognatismo inferior, como o boxer, buldogue inglês, buldogue francês etc..
Fonte de pesquisa:
Bruno Tausz - Etólogo www.brunotausz.com.br
Presidente do Conselho de Cinologia da CBKC
Árbitro Allrounder da CBKC
Árbitro de Adestramento da CBKC
Webanimal
www.webanimal.com.br
sexta-feira, 27 de maio de 2011
10 coisas que podem matar o seu cão
1)- Ausência de vacinas
As vacinas protegem o cão de muitas doenças potencialmente mortais. Vacinar o cão e não permitir que vá à rua ou esteja em contacto com outros cães não vacinados pode salvar a vida de muitos cachorros.
2 - Plantas
Muitas plantas são tóxicas para os cães. A vontade de roer plantas depende do cão e das condições em que é mantido. Por norma, um cão adulto não ataca as plantas em vaso, mas isso depende da educação e personalidade do cão. Já o cão jovem está a explorar o mundo e o seu comportamento é imprevisível. Entre as plantas mais comuns com graus de toxicidade preocupantes para os cães estão, por exemplo os filodendros, as estrelícias, os jarros, as heras, os antúrios, as tulipas e as hortênsias. Para protecção do seu cão, substitua estas por outras plantas ou coloque-as em partes da casa onde o cão nunca tenha acesso. Os cães podem ser ensinados a conviver pacificamente com plantas, mas não se deve arriscar e dar-lhes acesso a uma planta que pode ser fatal.
3 - Alimentos Perigosos
Chocolate, cebola, tomates, café, nozes, caroços da maçã, bacon, presunto, lacticínios, pastilhas elásticas, entre outros, podem levar o cão à morte, dependendo da quantidade ingerida e do tamanho do animal. Uma boa ração seca fornece tudo aquilo que o cão precisa e se tiver indicações contrárias consulte o veterinário. Existem guloseimas próprias para cães que apesar de não deverem ser dadas frequentemente, são alternativas menos prejudiciais para os animais. O cão não tem necessidade de provar chocolate, beber leite, comer bacon, ou qualquer outro aperitivo que o dono goste particularmente. Opte por lhe dar fruta, como maçã, com o cuidado de remover os caroços, sempre que o cão pedinche o chocolate que está a comer. Se não consegue resistir ao olhar do seu animal, ensine-o a não pedinchar, para o bem da saúde do cão.
Ossos cozidos não são tóxicos, mas as lascas que largam, sobretudo o de galinha, podem perfurar o estômago, causando a morte do animal. Opte por ossos vendidos em lojas de animais apropriados para cães.
4 - Produtos de limpeza
Extremamente tóxicos se ingeridos, alguns produtos de limpeza são contudo apelativos para os animais. O cheiro e o sabor de anticongelantes ou lixívia, por exemplo, são atractivos para os cães. Algumas colheres de sopa de anticongelante podem ser fatais para um cão de porte muito pequeno. Não tenha o cão por perto quando utiliza produtos com químicos e guarde-os em locais seguros e fora do alcance de uma lambidela.
5 - Ausência de desparasitação
Os cães devem ser desparasitados interna e externamente, caso contrário podem sofrer de complicações extremamente incomodativas que não se desejam nem ao pior inimigo, quanto mais ao melhor amigo. Os ataques de pulgas, conjugados com reacções alérgicas em alguns casos, ataques de lombrigas, ténias, etc, podem ser facilmente evitadas e tratadas com a administração regular de determinados produtos.
6 - Permitir que o cão ande sem trela
Por mais controlo que pense ter sobre o seu cão, este é um animal irracional, capaz de ter as atitudes mais imprevisíveis, quando menos espera e mais o perigo espreita. Um cão ensinado e obediente desobedece facilmente ao dono, atravessando a rua disparado para cheirar uma cadela no cio. Existem pessoas que se aproveitam mesmo do facto de os cães estarem sem trela para os chamarem de longe e os roubarem. Mesmo o cão que passeia sozinho desde pequeno pode ser atropelado por um carro: ou porque o condutor ia distraído, ou porque o piso estava molhado e não travou a tempo, ou porque o cão estava mais excitado e atravessou a rua a correr, ou porque espetou algo a na pata e fez o caminho a mancar e não teve a mesma desenvoltura a atravessar a rua. Para além disso, os cães não têm um sentido de orientação como os gatos e perdem-se facilmente. Isto porque os seus sentidos são “distraídos” com cheiros e pistas no chão que os atraem para sítios que não conhecem; meio caminho andado para um mau desfecho.
7 - Deixar o cão no carro
Vai ao centro comercial e não tem onde deixar o cão? Pense duas vezes antes de deixar o animal fechado no carro durante horas. O calor que se acumula e falta de circulação do ar podem matar um cão. Não deixe o carro ao sol, deixe duas janelas ligeiramente abertas e evite demorar mais do uns breves minutos. Se a prática é tolerada pelo cão durante pouco tempo, a partir de certo ponto, o cão pode mesmo entrar em stress. Para além disso, os donos nunca sabem quem se aproxima do carro: se outras pessoas alimentam ou provocam o animal, etc. Um cão longe da supervisão do dono fora de casa é uma situação a evitar.
8 - Brinquedos não apropriados
Existem brinquedos pensados para os cães. O tamanho é muito importante, assim como os materiais. Brinquedos demasiadamente pequenos podem ser engolidos pelo cão e ficarem presos na garganta, sufocando o animal. Materiais como pêlo, espuma, etc, podem actuar da mesma forma ou causar intoxicações se engolidos.
9 – Parto sem assistência veterinária
Parir é um processo natural, mas não deixa de ser perigoso. Na natureza, as cadelas morrem ao parir e isto não é tão improvável como algumas pessoas pensam. As complicações no parto são variadíssimas – a cadela pode não romper o saco amniótico dos filhos, pode não querer comer a placenta, pode haver dificuldade na expulsão dos filhos, etc. – e o dono deve estar informado e acompanhar o nascimento. O veterinário desempenha um papel importante na prevenção de problemas, diagnóstico de complicações e no fornecimento de informações.
10 - Produtos tóxicos
Líquidos de cheiro, como por exemplo para Potpourri, velas de Citronella, bolas de naftalina, toalhas aromatizadas para limpar as mãos, veneno de ratos, pesticidas, entre outros. Se seguir o lema de apenas dar ao cão aquilo que é próprio para ele, não terá problemas. Em caso de ingestão de qualquer um destes produtos, dirija-se de imediato ao veterinário.
Fonte de pesquisa http://www.vivapets.com/
9 Regras de ouro na alimentação de um cão
-A alimentação do cão é a base para uma saúde de ferro. São muitas as decisões no que diz respeito à escolha de uma ração adequada e vários os factores a considerar. Consulte sempre o veterinário do seu cão, antes de fazer alterações radicais na alimentação do animal.
1 – Escolher a gama da ração
As rações de melhor qualidade têm geralmente uma maior digestibilidade, ou seja, há um maior aproveitamento por parte do cão. Nas rações de qualidade inferior, o cão tem de comer mais para poder obter os mesmos benefícios. As rações de gama alta são geralmente mais caras, mas acabam por durar durante mais tempo, isto porque o cão necessita de doses diárias mais pequenas.
2 – Determinar o número de refeições diárias
Um cachorro necessita de ser alimentado três vezes ao dia. Isto porque o cão passa de uma situação em que tinha acesso ao leite materno a qualquer altura, para uma situação de comida controlada por refeição.
A partir dos 4 meses, pode-se reduzir para duas refeições diárias e já em adultos, podem comer apenas uma vez por dia. É preciso contudo algum cuidado nas raças de porte médio/grande nas quais a torção de estômago é comum. Os cães destas raças devem comer duas vezes por dia, se possível, para que o peso da comida do estômago seja menor e diminuir assim o perigo de haver uma torção do estômago.
3 – Evitar os restos de comida
Os restos de comida não devem ser dados ao cão. A ração tem tudo o que o cão necessita. Se preferir, pode cozinhar para o cão, mas isto não é o mesmo que alimentá-lo à base de restos. A comida do cão deve ser cozida sem sal ou temperos. Informe-se primeiro sobre este tipo de dieta, sabendo quais as carnes e ossos mais adequados para o cão e quais as percentagens indicadas.
4 – Escolher recipientes adequados
Os recipientes para água e comida devem ser, de preferência, em inox. Os de cerâmica também são boa opções, já os plásticos devem ser evitados, porque a limpeza é difícil se o cão arranhar a tigela, o que é comum.
Os comedouros devem ser colocados de forma a que o cão não tenha de se baixar para comer, isto é, a linha que o cão faz desde a nuca até à cauda deve ser o mais horizontal possível. Para as raças de porte médio/grande é indispensável comedouros reguláveis, que permitam subir a altura dos pratos conforme o crescimento do cão. Para as raças pequenas que comem ao nível do chão, deve-se ter o cuidado de ter recipientes que não derrapem. Isto pode ser conseguido com um rebordo de borracha à volta do inox.
5 – Determinar a quantidade adequada
Determinar a quantidade de ração a dar ao seu cão pode não ser tarefa fácil. Em jogo estão vários factores tão diversificados como a idade, o peso, a quantidade de exercício, etc. As embalagens das rações são acompanhadas por uma tabela com a quantidade diária recomendada. Mas os gramas apresentados são apenas indicativos.
O criador ou os responsáveis pelo canil podem-lhe dizer qual a quantidade de comida que o cão está habituado a comer. Contudo, conforme o cão cresce, as suas necessidades alimentares alteram-se. Para saber quando aumentar a dose de ração e os gramas indicados para o peso do animal pode consultar as tabelas que se encontram nas embalagens da própria ração. Mas regra geral, as tabelas não respondem à realidade, pois são sempre médias aproximadas, mas apesar disso são um bom ponto de partida.
Discuta a quantidade de ração a dar ao cão com o veterinário e avalie a evolução do animal. Se o cão ganhar ou perder peso, faça os ajustes necessários.
6 – Escolher a ração de acordo idade
Os cachorros em crescimento necessitam da melhor alimentação que lhes puder dar. Isto quer dizer que até o cão fazer pelo menos um ano, o dono deve fazer um esforço financeiro para comprar uma ração de gama alta. Existem várias opções no mercado especialmente pensadas para cachorros. Uma alimentação equilibrada com tudo o que os cães necessitam vai permitir um crescimento saudável. Este aspecto é particularmente importante nos cães de médio e grande porte que têm no primeiro ano um crescimento muito acelerado e necessitam de formar ossos grandes e fortes em pouco tempo.
Na terceira idade, os cães estão menos activos e o metabolismo é mais lento. Por isso pode ser necessário optar por uma ração indicada para cães idosos ou então diminuir a quantidade actual.
7 – Escolher a ração de acordo com o porte do animal
Sem surpresa, a quantidade de comida varia conforme o porte do animal: cães pequenos comem menos do que animais grandes. Esta noção é importante quando se calculam as despesas mensais com um cão. Se a disponibilidade financeira não é muita, o ideal é adquirir um cão pequeno. É preferível alimentar um cão pequeno com uma ração de gama alta do que adquirir um cão de grande porte e ter depois de cortar na ração do animal, sabendo já quão importante é uma boa ração no período de crescimento do cão.
Mas a quantidade não é a única diferença. Deve escolher a ração de acordo com o porte do cão. No caso dos cachorros, a ração deve dizer respeito ao porte que vão ter em adultos. Já existem várias marcas no mercado com opções diferentes para cães de porte pequeno, médio e grande.
8 – Escolher a ração de acordo com o grau de atividade
O exercício que um cão faz altera as quantidade e o tipo de alimentação que deve ter. Cães que são mais exercitados ou praticam desportos caninos precisam de mais energia, enquanto que nos animais mais caseiros deve-se ter cuidado com o peso a mais.
Um cão que pratica desporto pode até precisar de rações de alto rendimento.
9 – A influência da temperatura
A quantidade de comida dada ao cão pode ter de variar ao longo do ano. Nos meses mais frios, os cães podem necessitar de comer mais para conseguirem manter a temperatura corporal. Os cães mantidos no exterior precisam quase sempre de ver a dose de ração aumentada. Nos cães de interior, paralelamente à diminuição de temperatura, há também uma diminuição da actividade física. Ou seja, a energia que não está a ser gasta em exercício passa a ser gasta na manutenção da temperatura corporal. Para além disso, os cães de interior geralmente estão resguardados das temperaturas mais baixas, através do aquecimento da casa, por exemplo, o que faz com nestes casos possa ter de tomar a atitude inversa e reduzir na ração.
Fonte de pesquisa :www.vivapets.com WWW.VIVAPETS.COM
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Parto das Cadelas
Parto das Cadelas
O parto para qualquer animal é um ato natural, representando o término de uma gestação. Se esta teve seu transcurso normal, o parto também deverá transcorrer normal, a não ser que os fetos sejam excessivamente grandes, ou por outro lado: excessivamente pequena a própria cadela mãe, havendo portanto desproporção entre os tamanhos dos fetos e essas vias uterinas utilizadas para a saída dos filhotes. O tamanho da bacia da cadela, formada pelos ossos Ileo, isquio e pubis, é o principal fator a ser considerado para essa saída normal dos fetos no momento do parto e determinantes de seu transcurso. Uma bacia pequena em relação ao tamanho dos fetos, denominada angústia pélvica, com fetos maiores que essa via natural da fêmea, quase sempre determina um parto anormal - denominado de distócico - obrigando o veterinário parteiro a realização de interferência cirúrgica.
Estas constatações anatômicas devem ser avaliadas criteriosamente pelo veterinário por ocasião do pré-natal . Devemos nós, tanto profissionais veterinários quanto os próprios criadores e proprietários de animais, interpretarmos esses fenômenos naturais, como o são a própria concepção, gestação e parto, como uma sucessão de acontecimentos interligados a própria vida, que na natureza acontecem muitas vezes sequer sem nosso conhecimento e participação. Já os animais criados no ambiente doméstico, e por isso sujeitos à nossa nociva influência sob o ponto de vista natural, muitas vezes é a causa dos problemas que podem ocorrer em seu transcurso, embora nossa intenção seja a melhor possível.
Por isso, a recomendação que devo lhe fazer aos proprietários de cães ou criadores, é que não alterem a rotina que vinham mantendo com seus animais agora gestantes, unicamente pelo fato de encontrarem-se agora nesse estado. Deixe-as continuar sua rotina diária, inclusive com exercícios como o são o de andar, correr e mesmo pular. Apenas a alimentação dos animais gestantes merece especial cuidado: continuar sendo dada a ração que a mesma está acostumada, porém, agora fracionada em mais vezes por dia, e aumentando (sem exagero), paulatinamente a quantidade total do dia, devido o fato da gestante para bem gerar seus futuros filhos necessitar de maior quantidade de nutrientes, e de boa qualidade. Caso as vacinas contra: Cinomose-Hepatite-Leptospirose-Parvovirose e Coronavirose tenham sido ministradas há mais de um ano, faz-se necessária sua repetição pelo menos até 30 dias antes da data prevista para o parto. Quando o momento para o parto estiver próximo, e será facilmente visível pelo próprio aumento de volume da fêmea gestante, além de concomitante desenvolvimento das mamas e mesmo estado geral de engorda do próprio animal, será notado que seu andar fica diferente: mais lento e cuidadoso além dela mesma se tornar mais sonolenta e preguiçosa. Agora chegado o momento realmente do parto, a fêmea demonstrará inquietação, micções freqüentes, procurando lugares mais calmos e mesmo escuros, muitas vezes carregando para onde estiver roupas que tenha a seu alcance como se estivesse fazendo o próprio ninho para suas crias.
No próprio dia do parto, em geral a gestante rejeita a alimentação, não chegando sequer a cheirar o próprio alimento que lhe seja servido. Já água a mesma procurará insistentemente. Chegada a hora, serão notados movimentos abdominais semelhantes aqueles que a própria fêmea executa para evacuar, movimentos esses com pouca freqüência e distanciados uns dos outros, que a medida que o tempo passa, vão se repetindo com menor intervalo de tempo, até a sucederem-se quase que em seguida uns dos outros. Deverá aparecer pela abertura da vagina, que estará simultaneamente aumentada de volume e congesta, um corrimento seroso resultante da ruptura da chamada bolsa das águas, ou mesmo o aparecimento dessa bolsa pela abertura natural. Nesse caso, com uma tesoura, deverá tal bolsa ser rompida com um ligeiro talho, escorrendo então essa secreção natural. Logo em seguida deverá aparecer o primeiro feto, tanto faz que sua apresentação seja anterior (com a cabeça em primeiro lugar), ou posterior (com as pernas traseiras em primeiro lugar), e logo em seguida sua expulsão com uma contração mais forte executada cadela. Em seguida ao feto sairá a placenta correspondente, tendo o cordão umbilical ligado ao umbigo do feto. Em geral a própria cadela, com os dentes, rompe esse cordão umbilical, e caso isso não for feito pela parturiente, deverá quem estiver assistindo ao parto, assim proceder com uma tesoura previamente desinfetada, conservando apenas cerca de 2 a 3 cm desse cordão umbilical. Em seguida, também proceder a ligadura desse cordão, com um fio de linha grossa, distante cerca de um centímetro do ventre do filhote. Desinfeção do chamado coto (ou seja o pedaço de cordão umbilical) conservado, com tintura de Iodo ou Mertiolate também é recomendável.
Entre o início das contrações abdominais até o término do parto, com a expulsão de todos os filhotes gerados, muitas vezes transcorrem até uma ou mais horas, o que não deve ser motivo de aflição de quem estiver assistindo ao parto. Desde que o estado da cadela parturiente seja normal, não há necessidade de maior cuidado: apenas vigilância para auxílio, caso necessário. Apenas na hipótese de serem influtíferas as contrações, sem o aparecimento de nenhum feto pela abertura natural da cadela, será razão para procura do profissional competente para as medidas que se fizerem necessárias, porém, isso seria exceção a regra. Nesse caso então, o tocólogo: como é chamado o veterinário parteiro, é quem deve decidir o que deve ser feito. Um abraço e felicidades a futura mamãe. Carmello Liberato Thadei (Médico Veterinário - CRMV-SP-0442)
P.S. - Apenas como observação final: As placentas que acompanham os respectivos fetos recém nascidos, muitas vezes são comidas pela própria fêmea parturiente. Tal fato, embora à muitas pessoas possa causar nojo, é um fato perfeitamente natural, não devendo ser por nós evitado, pois irá auxiliar a chamada descida do leite da parturiente, necessário a alimentação de sua ninhada.
P.S.- Inspeção de cada filhote recém nascido, para verificação de seu estado assim como imperfeições que necessitem cuidado veterinário, além obviamente, de assistência para sua amamentação nos primeiros momentos, colocando-os diretamente nas mamas da cadela, previamente deitada em local calmo e adequado. Na hipótese de se tratar de animais em que seja usual o corte de cauda, esta deverá ser providenciada após três dias do nascimento e até 7 dias, portanto na primeira semana de vida. Igualmente no caso de nascerem os filhotes com o chamado Ergot (Unha ou dedo de lobo), constituídos por dedos ou unhas supranumerárias mais freqüentemente nos membros posteriores, estes deverão também ser extirpados pelo veterinário, na primeira semana de vida. Tais Ergots, assim chamados pelos Franceses, são resquícios do quinto dedo, hoje atrofiados por falta de uso e não mais presentes nesses membros dos cães domésticos.
Dr. Carmello Liberato Thadei - Médico Veterinário - CRMV-SP-0442
São José do Rio Preto - SP
Fonte de pesquisa :http://www.saudeanimal.com.br/artigo94.htm
O parto para qualquer animal é um ato natural, representando o término de uma gestação. Se esta teve seu transcurso normal, o parto também deverá transcorrer normal, a não ser que os fetos sejam excessivamente grandes, ou por outro lado: excessivamente pequena a própria cadela mãe, havendo portanto desproporção entre os tamanhos dos fetos e essas vias uterinas utilizadas para a saída dos filhotes. O tamanho da bacia da cadela, formada pelos ossos Ileo, isquio e pubis, é o principal fator a ser considerado para essa saída normal dos fetos no momento do parto e determinantes de seu transcurso. Uma bacia pequena em relação ao tamanho dos fetos, denominada angústia pélvica, com fetos maiores que essa via natural da fêmea, quase sempre determina um parto anormal - denominado de distócico - obrigando o veterinário parteiro a realização de interferência cirúrgica.
Estas constatações anatômicas devem ser avaliadas criteriosamente pelo veterinário por ocasião do pré-natal . Devemos nós, tanto profissionais veterinários quanto os próprios criadores e proprietários de animais, interpretarmos esses fenômenos naturais, como o são a própria concepção, gestação e parto, como uma sucessão de acontecimentos interligados a própria vida, que na natureza acontecem muitas vezes sequer sem nosso conhecimento e participação. Já os animais criados no ambiente doméstico, e por isso sujeitos à nossa nociva influência sob o ponto de vista natural, muitas vezes é a causa dos problemas que podem ocorrer em seu transcurso, embora nossa intenção seja a melhor possível.
Por isso, a recomendação que devo lhe fazer aos proprietários de cães ou criadores, é que não alterem a rotina que vinham mantendo com seus animais agora gestantes, unicamente pelo fato de encontrarem-se agora nesse estado. Deixe-as continuar sua rotina diária, inclusive com exercícios como o são o de andar, correr e mesmo pular. Apenas a alimentação dos animais gestantes merece especial cuidado: continuar sendo dada a ração que a mesma está acostumada, porém, agora fracionada em mais vezes por dia, e aumentando (sem exagero), paulatinamente a quantidade total do dia, devido o fato da gestante para bem gerar seus futuros filhos necessitar de maior quantidade de nutrientes, e de boa qualidade. Caso as vacinas contra: Cinomose-Hepatite-Leptospirose-Parvovirose e Coronavirose tenham sido ministradas há mais de um ano, faz-se necessária sua repetição pelo menos até 30 dias antes da data prevista para o parto. Quando o momento para o parto estiver próximo, e será facilmente visível pelo próprio aumento de volume da fêmea gestante, além de concomitante desenvolvimento das mamas e mesmo estado geral de engorda do próprio animal, será notado que seu andar fica diferente: mais lento e cuidadoso além dela mesma se tornar mais sonolenta e preguiçosa. Agora chegado o momento realmente do parto, a fêmea demonstrará inquietação, micções freqüentes, procurando lugares mais calmos e mesmo escuros, muitas vezes carregando para onde estiver roupas que tenha a seu alcance como se estivesse fazendo o próprio ninho para suas crias.
No próprio dia do parto, em geral a gestante rejeita a alimentação, não chegando sequer a cheirar o próprio alimento que lhe seja servido. Já água a mesma procurará insistentemente. Chegada a hora, serão notados movimentos abdominais semelhantes aqueles que a própria fêmea executa para evacuar, movimentos esses com pouca freqüência e distanciados uns dos outros, que a medida que o tempo passa, vão se repetindo com menor intervalo de tempo, até a sucederem-se quase que em seguida uns dos outros. Deverá aparecer pela abertura da vagina, que estará simultaneamente aumentada de volume e congesta, um corrimento seroso resultante da ruptura da chamada bolsa das águas, ou mesmo o aparecimento dessa bolsa pela abertura natural. Nesse caso, com uma tesoura, deverá tal bolsa ser rompida com um ligeiro talho, escorrendo então essa secreção natural. Logo em seguida deverá aparecer o primeiro feto, tanto faz que sua apresentação seja anterior (com a cabeça em primeiro lugar), ou posterior (com as pernas traseiras em primeiro lugar), e logo em seguida sua expulsão com uma contração mais forte executada cadela. Em seguida ao feto sairá a placenta correspondente, tendo o cordão umbilical ligado ao umbigo do feto. Em geral a própria cadela, com os dentes, rompe esse cordão umbilical, e caso isso não for feito pela parturiente, deverá quem estiver assistindo ao parto, assim proceder com uma tesoura previamente desinfetada, conservando apenas cerca de 2 a 3 cm desse cordão umbilical. Em seguida, também proceder a ligadura desse cordão, com um fio de linha grossa, distante cerca de um centímetro do ventre do filhote. Desinfeção do chamado coto (ou seja o pedaço de cordão umbilical) conservado, com tintura de Iodo ou Mertiolate também é recomendável.
Entre o início das contrações abdominais até o término do parto, com a expulsão de todos os filhotes gerados, muitas vezes transcorrem até uma ou mais horas, o que não deve ser motivo de aflição de quem estiver assistindo ao parto. Desde que o estado da cadela parturiente seja normal, não há necessidade de maior cuidado: apenas vigilância para auxílio, caso necessário. Apenas na hipótese de serem influtíferas as contrações, sem o aparecimento de nenhum feto pela abertura natural da cadela, será razão para procura do profissional competente para as medidas que se fizerem necessárias, porém, isso seria exceção a regra. Nesse caso então, o tocólogo: como é chamado o veterinário parteiro, é quem deve decidir o que deve ser feito. Um abraço e felicidades a futura mamãe. Carmello Liberato Thadei (Médico Veterinário - CRMV-SP-0442)
P.S. - Apenas como observação final: As placentas que acompanham os respectivos fetos recém nascidos, muitas vezes são comidas pela própria fêmea parturiente. Tal fato, embora à muitas pessoas possa causar nojo, é um fato perfeitamente natural, não devendo ser por nós evitado, pois irá auxiliar a chamada descida do leite da parturiente, necessário a alimentação de sua ninhada.
P.S.- Inspeção de cada filhote recém nascido, para verificação de seu estado assim como imperfeições que necessitem cuidado veterinário, além obviamente, de assistência para sua amamentação nos primeiros momentos, colocando-os diretamente nas mamas da cadela, previamente deitada em local calmo e adequado. Na hipótese de se tratar de animais em que seja usual o corte de cauda, esta deverá ser providenciada após três dias do nascimento e até 7 dias, portanto na primeira semana de vida. Igualmente no caso de nascerem os filhotes com o chamado Ergot (Unha ou dedo de lobo), constituídos por dedos ou unhas supranumerárias mais freqüentemente nos membros posteriores, estes deverão também ser extirpados pelo veterinário, na primeira semana de vida. Tais Ergots, assim chamados pelos Franceses, são resquícios do quinto dedo, hoje atrofiados por falta de uso e não mais presentes nesses membros dos cães domésticos.
Dr. Carmello Liberato Thadei - Médico Veterinário - CRMV-SP-0442
São José do Rio Preto - SP
Fonte de pesquisa :http://www.saudeanimal.com.br/artigo94.htm
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