domingo, 27 de fevereiro de 2011

Leis de transito proibe animais soltos no veículo

Não é raro ver alguém dirigindo com o cachorro no colo ou solto pelo carro. Você pode não ver nada de mais nisso, mas essa atitude pode representar um risco para sua segurança – e seu bolso. Assim como as pessoas, seu animal de estimação precisa andar corretamente dentro do veículo para não causar acidente nem levar multas. “É necessário que o cão esteja devidamente acomodado e que não impeça a visibilidade do motorista. É por isso que eles não podem andar no colo”, diz Monica Grimaldi, advogada especializada em legislação sobre animais. Ela explica que levar um animal fora do veículo, como na caçamba de picape, é infração grave, com direito a 5 pontos na carteira e multa de 127,69 reais. O mesmo vale se ele andar com a cabeça para fora da janela. Por isso resolveu carregá-lo no colo ou à sua esquerda, certo? Ainda assim pode ser multado em 85,13 reais, além de ganhar mais 4 pontos.
Pensando no bem-estar de Tib, seu cão da raça teckel arlequim, a estudante Amanda Braido, 19 anos, carrega-o de um modo que não é o mais recomendado. “Ele vai no colo de quem está no banco traseiro. Já tentamos outros métodos, mas não deram muito certo. Assim ele fica mais calmo”, diz ela. O preço de Tib ficar mais calmo pode ser alto. Para cães do seu porte (ele pesa 6,5 kg), o ideal é uma caixa de transporte, que deve ser fixada com o cinto ou presa atrás dos bancos dianteiros. E nunca se deve colocá-la no portamalas de um sedã, que é todo fechado.
Para a diretora presidente da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), Izabel Cristina Nascimento, o melhor seria nem mesmo usar o porta-malas de hatches ou peruas. “Prefira transportar o cão, de qualquer porte, no banco traseiro, que é a área menos afetada em caso de acidentes.”
Segundo a Royal Society for the Prevention of Accidents, entidade britânica que visa prevenir diversos tipos de acidentes, uma batida a 50 km/h faria um cão de 22,5 kg ser atirado contra o motorista com peso equivalente ao de nove homens de 76 kg, ou seja, 684 kg. No caso de Tib, seriam 197,6 kg. Assim, mantê-lo preso é bom para todos. Apesar de ser uma opção melhor que o colo, entretanto, a coleira comum presa ao cinto de segurança do carro é um hábito corriqueiro, mas perigoso, pois pode enforcá-lo em uma batida ou freada forte. Por isso, o cinto canino é o mais indicado para cães de médio e grande porte.
Um cachorro não atrapalha o motorista apenas porque pode atingir alguém numa freada. Ele pode obstruir sua visão ou desconcentrá-lo (pulando de seu colo, por exemplo) e provocar um acidente. Então, mantenha-o sempre preso. “Se o cão já foi condicionado desde pequeno a andar de carro, basta o cinto. Caso contrário, coloque-o em uma caixa de transporte apropriada”, diz Cyntia Peixoto, sócia da Clínica Veterinária Pelo&Pena, especializada em bem-estar animal. “A caixa de transporte ideal tem de ser grande o suficiente para que o bichinho fique de pé dentro dela e possa dar uma volta inteira”, diz Monica.
Há casos em que o cão é tão grande que não há caixa que o comporte ou que caiba no veículo. Para esses, recomenda-se o cinto canino. “Mas, se for um animal muito grande, use uma grade divisória entre o motorista e o cachorro, deixando-o no banco de trás e com o cinto de segurança”, afirma Cyntia. Outros animais, como gatos, devem ser levados em caixas. “Gatos odeiam qualquer tipo de mudança e, por isso, precisam ser transportados sempre dentro das caixas especializadas para os felinos. Já aves, hamsters e outros animais pequenos devem estar também dentro de gaiolas específicas para a espécie, cobertas com um pano fino, para diminuir o estresse”, diz Izabel.
Outra preocupação do dono é com o calor dentro do carro, especialmente para os cães. “Mantenha o interior bem ventilado e nunca o deixe dentro do veículo sob sol forte. Os sintomas de uma hipertermia são respiração acelerada, salivação intensa, falta de coordenação, perda de consciência e até mesmo convulsão. Se isso acontecer, molhe rapidamente o animal e não dê antitérmicos. Apenas leveo logo ao veterinário”, afirma Monica.


Cuidado com as unhas


Dona de Bella, uma golden retriever de 2 anos, Maysa de Mattos Pimenta, 39 anos, segue todas as recomendações à risca. “Ela vai no porta-malas da minha Toyota Fielder. Instalamos a grade divisória que vai do teto até o piso e uma proteção de borracha no assoalho”, afirma. A preocupação aqui não é higiênica. Cyntia explica por quê: “O carpete pode provocar alergia em alguns animais e é difícil de desinfetar. Também há o risco de acidentes com as unhas do animal, que podem ficar presas”.
E o que fazer quando o animal costuma vomitar? O jornalista Geraldo Tite Simões, 50 anos, teve esse problema com sua cadela Valentina. “Na primeira viagem, ela vomitou umas 14 vezes. Então me indicaram um anestésico para cães. Ela dormiu o trajeto todo, mas depois mal se mantinha em pé.” Segundo Cyntia, Geraldo se arriscou demais, pois nenhum medicamento deve ser administrado sem uma consulta ao veterinário. “Cada animal precisa de uma dosagem específica de remédio, e não necessariamente de anestésico. É comum darem Dramin, mas o resultado não é o mesmo para todos. Tem cão que não apresenta efeito algum e há animais grandes que necessitam de dosagens menores que os pequenos.”


CUIDADOS
Nas viagens, evite alimentar o animal até quatro horas antes de sair, para ele não passar mal. Prefira andar à noite ou bem cedo, por causa do calor. Em trajetos longos, planeje paradas para o animal fazer suas necessidades. E cuidado com o ar-condicionado, que pode provocar bronquite alérgica ou problemas respiratórios, devido à alteração de temperatura.


CARTEIRADA
Numa blitz, é possível que o policial peça os documentos dos animais, apesar de na prática isso raramente acontecer. Cães e gatos devem ter a carteirinha de vacinação em dia, mas também é possível pedir ao veterinário um atestado de saúde. Nas viagens ao exterior, alguns países vizinhos exigem um certificado do Ministério da Agricultura comprovando o bom estado de saúde do animal.


PASSAGEIRO ANIMAL
CINTO DE SEGURANÇA


 Indicado só para cães, entre 5 e 50 kg


• O cinto deve envolver o peito, as costas e os ombros do cão. Além de absorver o impacto, deve trazer opções de fixação no cinto do carro ou nos ganchos Isofix.


GRADE DIVISÓRIA


• Indicada para cães acima de 25 kg


• Deve ser colocada para separar os passageiros do animal de estimação. É ideal para os cães mais irrequietos, que não se adaptam à caixa de transporte ou ao cinto canino.





CAIXA DE TRANSPORTE
• Disponível para animais de até 50 kg


• Veterinários recomendam a caixa para cães de até 25 kg – acima, o cinto ou a grade são mais indicados. Deve ser fixada no cinto ou presa atrás do banco dianteiro

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A OBESIDADE CANINA

A obesidade canina, assim como a humana é caracterizada pelo excesso de peso do animal. Por convenção, diz-se que o cão que esteja 15% acima de seu peso esta obeso. Um dos sinais aparentes é o acumulo de gordura ao redor do pescoço do cão e a formação de dobras na pele em raças que originalmente não deveriam tê-las. A obesidade ocorre, segundo alguns estudos, em cerca de 24% dos cães domésticos americanos, podendo acorrer em adultos e filhotes, sendo que as raças mais afetadas são o Labrador, o basset hound, o beagle, o cocker spaniel inglês entre outras.

É compreensível que o cão obeso apresente diversos problemas de saúde. Os mais comuns são os problemas ósseos e cardíacos, sendo que uma das regiões mais afetadas é a coluna vertebral que fica sobrecarregada com o excesso de peso (esse problema é ainda mais sério em cães com coluna alongada como o teckel e o basset hound). Problemas nas articulações também são comuns e se a obesidade ocorrer no filhote, principalmente os de raças grandes, pode causar displasia coxofemural, entre outros problemas como hérnias e prejudicar o desenvolvimento do filhote. Além disso os cães obesos têm mais dificuldade para andar, tornam-se mais sonolentos, perdem o fôlego mais facilmente e podem desenvolver diabetes.

Uma das principais causas da obesidade canina é a alimentação inadequada, isto é em geral culpa do proprietário que, muitas vezes por desinformação, super-alimenta o cão oferecendo-lhe grandes quantidades de ração ou exagerando na quantidade de “petiscos” ou sobras de comida que lhe dá. A ração adequada ao seu cão também é um fator importante, cães adultos não devem ser alimentados com rações para filhotes e cadelas gestantes devem ser alimentadas com rações próprias para esta fase, assim como cães idosos e filhotes. As rações (que devem ser de boa qualidade, para se informar confie no seu veterinário) são balanceadas e como o cão apresenta diferentes necessidades nutricionais ao longo da vida é preciso saber alimentá-lo adequadamente.
Outra causa de obesidade é a falta de exercícios físicos apropriados para a raça. Assim sendo o proprietário deve saber escolher a raça que quer criar de acordo com sua disponibilidade de tempo para exercitar o animal. Em alguns casos uma deficiência hormonal pode ser a causa do problema e neste caso apenas um veterinário pode indicar um tratamento adequado.
Para os casos de super-alimentação uma dieta é a melhor alternativa, um veterinário deverá receitar a dieta, rações light também já estão disoníveis no mercado e são uma opção. Uma maior carga de exercícios diária também ajuda, mas não se deve querer que o cão perca todo o peso em excesso de uma só vez submetendo-o a uma sessão exagerada de exercícios, lembre-se que o cão obeso se cansa e perde o fôlego rapidamente e os exercícios devem ser moderados e freqüêntes.
Referências utilizadas:


Revista Cães e Raças

Focinhos


Top Breed

Encicopédia do cão Royal canin

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Beagle Puppy Attacks Rottweiler

Programa Este bicho é o bicho - Rotweiller.wmv

Minha cadela está gravida??? Saiba os principais procedimentos a fazer

Gravidez, parto e filhotes – cuidados necessários.
Artigo:


 CUIDADOS COM FILHOTES DE CÃES.
Autores: Emerson Flávio Freitas Motta1, Flávia Santim1, Gustavo José von Glehn Santos1, Juracy de Souza Neto1, Prof. Dr. Cid Figueiredo2 e Prof. Marcos Affonso Ortiz Gomes3.
Fonte do artigo: Editora da Universidade Federal de Lavras – clique aqui.


1 = Estudante do 9o período do curso de Medicina Veterinária – UFLA;
2 = Orientadora: Professora de Epidemiologia do Departamento de Medicina Veterinária – UFLA;
3 = Orientador: Professor de Extensão do Departamento de Administração e Economia – UFLA;
4 = Ilustrações: Estudante do 4o período de Administração Rural – UFLA.

CUIDADOS COM FILHOTES DE CÃES


I - INTRODUÇÃO
O cão há séculos vem acompanhando a espécie humana em seu desenvolvimento, ligado por laços afetivos, como leais companheiros ou até mesmo como fonte de renda, no caso de criadores comerciais. Contudo, apesar dos longos anos de convivência, o ser humano ainda encontra dificuldades em fornecer os cuidados mínimos necessários à vida reprodutiva de seu animal, como alimentação da cadela gestante, preparativos e cuidados durante o parto e acompanhamento do filhote.
O presente trabalho tem como objetivo esclarecer os proprietários de cães sobre a importância de algumas medidas simples, de baixo custo, mas que podem refletir diretamente sobre o bem-estar não só dos filhotes, como também da fêmea gestante.


II - CUIDADOS ANTES DO NASCIMENTO

2.1 - ESCOLHA DOS PAIS
O início da vida reprodutiva da cadela ocorre, em média, em torno de seis a oito meses de idade (quando ocorre o primeiro cio), porém, o primeiro cruzamento deve ser feito a partir do terceiro cio, quando a cadela se encontra sexualmente madura, evitando-se assim, problemas da gestação e no parto.
A escolha do macho deve ser feita de forma cuidadosa, evitando-se animais parentes (irmãos com irmãs, pais com filhos), falta de compatibilidade entre tamanhos (machos muito grandes para fêmeas muito menores).
O acompanhamento veterinário dos pais deve ser realizado de modo a prevenir as doenças sexualmente transmissíveis e alterações genéticas que possam futuramente comprometer o bem-estar dos filhotes.
2.2 - PRÉ-NATAL
Existem diversos cuidados a serem tomados com a fêmea gestante, de forma a garantir um parto seguro e o bem-estar da cadela e dos filhotes.
A data prevista de parto é um dado de extrema importância; para isso o proprietário deve saber os dias em que ocorreram os cruzamentos, a fim de prever, aproximadamente, o dia em que a cadela irá parir.
A gestação da cadela varia de 58 a 66 dias. Desta forma, gestações que se apresentem fora do período normal devem ser invariavelmente encaminhadas ao médico veterinário. O proprietário deve reconhecer a importância do acompanhamento da gestação (mesmo que normal) por um veterinário, para que este tome os cuidados, como nutrição adequada da gestante, controle parasitário (carrapatos, pulgas, vermes, etc.) e vacinação.
A partir de exames mais elaborados, tais como raio-x, ultra-som e exames clínicos convencionais, pode-se avaliar se a cadela está realmente gestante, o número de filhotes e viabilidade dos fetos.


2.3 - PREPARATIVOS PARA O PARTO
O momento da parição deve ser acompanhado de alguns cuidados que proporcionem conforto e que preservem a saúde da cadela e de seus filhotes. Um destes cuidados é a caixa de cria, onde a cadela deve ser instalada pelo menos uma semana antes do parto, para que possa acostumar-se com a caixa e com o ambiente. Ela deve ser colocada em lugar tranqüilo, aquecido, com ar fresco (sem correntes de ar), seco e livre de insetos, evitando-se a presença de outros animais e o trânsito excessivo de pessoas. Suas dimensões devem permitir a livre movimentação da cadela, e seu fundo poderá ser forrado com jornais velhos, papelão ou panos que permitam o aquecimento, o conforto e uma eficiente e barata limpeza do local. A altura da caixa deverá ser suficiente para que a mãe entre mas com paredes laterais para evitar que os filhotes saiam (20 a 30cm de altura). Deverá ainda ser afastada do solo, com abertura na parte lateral e inferior para limpeza e escoamento das excretas (urina e fezes). Lateralmente, devem-se colocar barras de madeira para refúgio e proteção dos filhotes, evitando, assim, o esmagamento e traumatismos.
Algumas cadelas podem fazer seus próprios ninhos em locais escolhidos por elas, como embaixo de tanques de lavar roupa, garagens, embaixo de móveis, buracos em quintais, utilizando panos velhos e papéis que eventualmente encontre à sua disposição.
Todos esses cuidados devem ser tomados a fim de proporcionar ao animal o mínimo de estresse, evitando problemas como rejeição, falta de leite e até mesmo o canibalismo (ingestão dos filhotes).


III - O PARTO
É de extrema importância que, ao chegar a data prevista para o parto, o dono esteja atento ao momento da parição para providenciar tudo o que a cadela precisar. Para isto, o proprietário deve saber qual o comportamento da fêmea neste momento e como o parto ocorre de maneira natural.

 
3.1 - COMPORTAMENTO DA FÊMEA
Usualmente, ela torna-se agitada, muda de posição e normalmente procura lugares tranqüilos e escuros, podendo arrastar-se para baixo de cadeiras e outros móveis.
Imediatamente antes da parição, o animal cata papéis, roupas e outros objetos para fazer o ninho. O dono deve tomar cuidado, pois algumas cadelas podem se tornar agressivas nesta hora, ao passo que outras preferem a presença do dono.

3.2 - TRABALHO DE PARTO
O parto é o processo final da gestação e consiste em alterações hormonais, modificações corporais, como o aumento dos quadris para facilitar o nascimento, e o aumento do volume da vulva; estes fatores acabam por facilitar a expulsão dos filhotes do organismo materno. Nesta época, a cadela já deverá apresentar secreção de leite, pois as glândulas mamárias começam a se desenvolver a partir do segundo mês de gestação.
Quando se inicia o nascimento, a fêmea começa a ter contrações abdominais, o filhote começa a ser expulso e a primeira parte a ser vista é a bolsa amniótica (bolsa de água), com um pouco de líquido. Em seguida, a cadela inicia a retirada da placenta, que recobre o filhote e começa a lambê-lo; este ato promove a estimulação deste, além de secá-lo.
O primeiro filhote geralmente nasce entre 20 e 30 minutos após o início das contrações e os nascimentos subseqüentes podem variar de até duas a três horas, podendo chegar até a seis horas nos últimos filhotes.


3.3 - AUXÍLIO DO PARTO
Nos casos de cadelas inexperientes (primeiros partos), pode haver uma inabilidade na retirada dos envoltórios fetais (placenta); nos casos também em que os filhotes demorem a nascer pondo em risco a sua sobrevivência, o auxílio ao parto deve ser feito por um médico veterinário, pois manobras de ajuda realizadas por pessoas leigas podem pôr em risco a vida dos filhotes.

IV - CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO
Os proprietários devem estar atentos aos filhotes recém-nascidos, pois estes são muito frágeis; qualquer descuido ou intercorrências podem provocar sua morte.

Alguns cuidados básicos devem ser tomados para diminuir as taxas de mortalidade dos filhotes, como, por exemplo, o auxílio para a ingestão do colostro (secreção inicial das glândulas mamárias, secretada logo após o parto) e o aquecimento dos filhotes.
Ao nascimento, os filhotes apresentam sistema imunológico ainda não completamente desenvolvido, estando fortemente suscetíveis a doenças. Esta deficiência imunológica é suprida pela ingestão de colostro, que é rico em anticorpos, que promovem a defesa do organismo do filhote, devendo ser ingerido imediatamente após o parto, ou o mais cedo que o filhote o consiga fazê-lo, não devendo nunca ultrapassar nove horas após o nascimento.
Sabe-se que os recém-nascidos não têm capacidade de controlar sua temperatura corporal, estando sujeitos a variações de temperatura ambiental (muito quente ou muito fria) que podem afetá-los. Portanto, devem ser mantidos aquecidos pelo contato direto com a mãe ou de forma artificial.
A habilidade dos filhotes em eliminar fezes e urina também pode gerar problemas, pois os estímulos externos são necessários para isso. A mãe geralmente lambe os orifícios excretores (ânus e genitais externos do filhote) para estimular essas funções, que também podem ser estimuladas artificialmente em casos de filhotes órfãos. Estes cuidados serão esclarecidos no item a seguir.
4.1 - FILHOTES ÓRFÃOS
A morte da mãe logo após o nascimento dos filhotes, fêmeas doentes, fêmeas que abandonam a cria após cesariana, com instintos maternos pouco desenvolvidos e filhotes muito grandes, são causas freqüentes de filhotes órfãos. Este fato, considerado sempre como uma catástrofe, poderá, entretanto, ser superado com sucesso se todas as necessidades de cada filhote forem supridas por outros meios. A tarefa é bastante exigente, sendo necessário grande aplicação e dedicação para se atingir um resultado satisfatório.
Algumas medidas podem diminuir a mortalidade dos recém-nascidos órfãos, sendo que a alternativa mais óbvia é a substituição da mãe ausente por outra em estágio de lactação apropriado. Trata-se de uma medida que nem sempre é possível, pois requer uma grande coincidência para a substituição e um grande intercâmbio entre criadores; além disso, as fêmeas podem rejeitar os filhotes por não os reconhecer como seus. Este problema pode ser amenizado, esfregando-se os recém-nascidos com um pano com o cheiro da mãe adotiva e da secreção de seus filhotes. Caso a adoção seja eficiente e em período de lactação adequado, tornam-se dispensáveis quaisquer outros cuidados, uma vez que a mãe adotiva os fará.
Nos casos onde a fêmea não foi eficiente, o proprietário deverá substituir as funções da mãe. Estas funções abrangem a nutrição dos filhotes, manutenção da temperatura corpórea e estímulos que garantam a realização das funções vitais dos recém-nascidos.
Em casos de abandono ou morte da mãe, o proprietário deve realizar, imediatamente após o nascimento, o estímulo da respiração. Para isto deve-se fazer a limpeza do focinho do filhote recém-nascido e massagear-lhe de forma circular e cuidadosa o tórax. Após o estabelecimento dos movimentos respiratórios, os quais são facilmente observados pelo criador por meio do choro ou gritos e aumento e diminuição do volume do tórax, deve ser feito o estímulo da circulação periférica do animal. Esta é realizada de modo a substituir o estímulo de lambedura da cadela em todo o corpo do filhote, podendo ser realizada com massagem delicada, utilizando-se um pano limpo e seco.
Como já foi visto, cuidados com a temperatura corporal dos filhotes devem ser rapidamente tomados. Para isto, utilizam-se lâmpadas incandescentes, de modo a manter os filhotes aquecidos à temperatura de 30 a 32oC durante os primeiros cinco dias de vida, sendo gradualmente diminuída até 24oC nas próximas quatro semanas. O proprietário deve ter o cuidado, durante o aquecimento dos filhotes, para que não ocorra superaquecimento ou mesmo queimaduras por contato direto deles com a lâmpada. Para melhor controle da temperatura, pode-se utilizar um termômetro simples.
Os filhotes não devem permanecer em contato direto com superfícies frias ou que possibilitem a perda de temperatura corporal; para isto, devem-se utilizar panos e jornais velhos, trocados periodicamente de modo a garantir uma eficiente higienização.
Os recém-nascidos sofrem também graves processos de desidratação, o que pode ser evitado esfregando-se, na região ventral de cada filhote (na barriga e no peito), um pouco de óleo de bebê, a cada dois ou três dias.
A ingestão inicial de colostro é de fundamental importância para a manutenção da imunidade do filhote contra diversas doenças. Nos casos em que não tenham mamado o colostro, devem ser levados a um médico veterinário para que este, por meio de bancos de colostro ou outras medidas, realize a imunização dos filhotes.
A alimentação dos recém-nascidos pode ser realizada pelos proprietários de forma artificial, mediante o fornecimento de leite com formulação preestabelecida e citada a seguir. Deve-se ter em mente que os filhotes alimentam-se, com a cadela, em pequenas quantidades, uma vez que seu estômago não comporta grandes quantidades porções alimento. Desta forma, devem ser alimentados várias vezes ao dia, o que requer bastante dedicação e paciência do tratador.
O leite da cadela é mais "forte" que o leite de vaca, pois os cães mamam por um período máximo de um mês e precisam ganhar peso e condições para manutenção sem cuidados maternos.
O leite artificial pode ser armazenado em geladeira (não em congelador) durante uma semana, devendo ser retiradas pequenas quantidades que devem ser aquecidas a 40oC antes de utilizadas.
Estimuladas as funções vitais do filhote (temperatura e alimentação), o tratador deve também estimular os reflexos de urina e de defecação. Para tanto, utiliza-se algodão embebido em água morna ou óleo de bebê para massagear delicadamente o ânus e genitais dos filhotes várias vezes ao dia, após a alimentação, como a cadela faz.
O médico veterinário deve ser sempre consultado ao longo de todo o processo de cuidados com filhotes órfãos, principalmente em situações em que o tratador observe qualquer alteração na saúde de seus filhotes.


V - DO DESMAME AOS DOIS MESES DE IDADE


A partir do desmame, algumas providências deverão ser tomadas pelo proprietário, as quais poderão prevenir algumas doenças infecciosas e parasitárias. Estas medidas devem ser tomadas sob orientação de um médico veterinário, que irá indicar o produto a ser usado (medicamentos e vacinas), bem como a sua administração.

Cabe também ao médico veterinário indicar a ração adequada aos filhotes, detectar qualquer problema que possa acometê-los (doenças), bem como prescrever um tratamento compatível.
As principais infecções passíveis de prevenção pela vacinação anual, pelo médico veterinário, estão anotadas no quadro a seguir.

VI - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALLEN, W. E., Fertilidade e Obstetrícia no cão. Ed. Varela. São Paulo. 1995. 197 p.
CHRISTIANSEN, I. B. J., Reprodução do cão e do gato. Ed. Manole. São Paulo. Pág. 179-228. 1988.
EDNEY, A. T. B., Nutrição do cão e do gato. Um manual para estudantes, veterinários, criadores e proprietários. Ed. Manole. São Paulo. 1987.
HOSKINS, J. D.; Pediatria Veterinária. Cães e gatos do nascimento aos seis meses. Ed. Interlagos - Rio de Janeiro. 1997 pág. 601.

ODENDAAL, J., Cães e gatos. Um guia de saúde. Ed., Varella. São Paulo. 1993. 165 p.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Cães deficientes fisicos uma amizade especial

Muitos animais de estimação são abandonados pelos donos e largados à própria sorte nas ruas todos os dias. Eles acabam sofrendo maus-tratos e ficando doentes. Para o cão, o abandono por parte do proprietário é uma experiência devastadora, da qual ele dificilmente se recupera. Diversos estudos comprovam que cães abandonados podem entrar em depressão e morrer de tristeza.


Infelizmente, se para os bichinhos sem raça definida já é difícil encontrar um novo lar, imagine para os idosos, por exemplo. Outro grupo muito especial que dificilmente encontrarão um novo dono são os dos animais deficientes físicos. Dentre eles, o número de abandono é ainda maior.


Esses pets precisam e merecem um lar também. E, ao contrário do que muitos pensam o fato de serem especiais não afeta em nada a rotina. Eles costumam ser até mais independentes e carinhosos com os tutores.


A SAVA (Solidariedade a vida animal) é uma ONG que realiza feiras de animais deficientes em São Paulo. “Eles são seres extraordinários e especiais, que superaram doença, abandono, enfrentaram a fase da morte e a venceram. São campeões, que triunfaram sobre a tragédia e nos reafirmam a cada dia o poder do milagre da vida”, diz Roberta Roperto.


A fisioterapeuta Fernanda Macedo encontrou com a cadelinha Cacau numa tarde chuvosa de domingo. “Logo percebi que se tratava de um animalzinho especial – ela não tem uma das patinhas. Quando eu a vi naquela situação, na chuva e passando frio não pensei duas vezes e a levei para casa”, diz. Fernanda conta que ela é uma cachorrinha muito carinhosa, brinca, corre e apesar de ter apenas três patas nada a impede de ter uma vida normal
 
 
Fonte de pesquisa http://issuu.com/universopet/docs/universopet_01/22

Top 7 emergências com cães e gatos

Fraturas


A grande parte das fraturas acontece por causa de atropelamentos ou por conta de animais que pulam de muros ou janelas. Para evitar os problemas é importante que o dono mantenha sempre os cães na coleira quando saírem para passear. Manter as janelas fechadas ou com tela também é essencial, principalmente, para os gatos. Na hora de transportar os animais dentro do carro é indicado o uso de caixas específicas ou cinto de segurança, além de manter a janela do carro fechada.


Torção Gástrica


O problema é mais comum entre cães de grande porte e ocorre geralmente após os animais comerem uma elevada quantidade de alimento com rapidez e depois se exercitarem. Para evitar o problema basta dividir as refeições do cachorro para que ele não fique muito ansioso quando for receber a comida. Esperar alguns minutos para oferecer água após a ração e não permitir exercícios logo em seguida também diminuem o risco do problema.


Ingestão de objetos estranhos


Os animais são curiosos por natureza e tendem a ingerir brinquedos ou peças pequenas que encontram pelo caminho. O problema é que esses objetos podem ficar presos no estômago, garganta ou intestinos, podendo levar os pets à morte. Para evitar esse tipo de emergência ofereça brinquedos seguros para o seu cãozinho. Deixar o chão livre de meias, sapatos, roupas de baixo, entre outros objetos também é recomendado.


Intoxicação por inseticida


Boa parte das intoxicações por inseticida acontece por causa de donos bem intencionados que aplicam indevidamente os medicamentos nos pets. Cães pequenos e gatos são muito sensíveis e devem ter remédios exclusivos. Aplicar um anti-pulgas de cães em gatos, por exemplo, é extremamente prejudicial. O melhor a fazer é consultar um veterinário e se certificar da dosagem certa dos medicamentos.


Escoriações e traumas


Grande parte das escoriações e traumas sofridos é causada por atropelamentos e brigas entre os animais. Não permita que o seu cãozinho corra livre pela rua. Mantenha-o sempre na coleira e se na casa houver cercas ou muros, certifique-se que eles sejam altos o bastante para que os cães não pulem.


Ingestão de produtos de limpeza


O problema ocorre devido aos cães mastigarem as garrafas de produto de limpeza. Com isso eles acabam ingerindo o material químico, causando sérias intoxicações, podendo levá-los à morte. Para evitar o problema mantenha os produtos dentro de armários longe do alcance dos pets e tome cuidado redobrado quando estiver limpando a casa. Os cães podem até mesmo lamber o conteúdo de baldes e bacias quando o dono não estiver olhando.


Cortes


Cortes e arranhões são muito comuns em brigas entre os animais. Mas é bom o dono ficar atento às latas de alumínio jogadas no lixo ou até mesmo pedaços de vidro presos nos muros. É importante que o jardim também seja verificado com certa frequência em busca de objetos cortantes.
Fonte de pesquisa http://petmag.uol.com.br/

sábado, 12 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Dormir com o seu cão aumenta as chances de contrair doenças

O contato com animais de estimação, geralmente, ajuda em recuperações física e mental de um doente, afirmam os pesquisadores. Mas dormir com os pets já é outra história, diz um estudo da Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Califórnia, em Davis, nos Estados Unidos.
Segundo os cientistas Bruno Chomel e Ben Sun, dormir com seu cão pode aumentar as chances de contrair doenças. “Nós queríamos chamar a atenção das pessoas, porque dormir com um animal de estimação está se tornando cada vez mais comum e há riscos associados a isso, mesmo que não seja um hábito muito frequente”, diz Chomel ao site AOL News.
Os estudiosos dizem que o problema pode ser ainda mais grave quando a soneca do bichinho é com crianças ou pessoas com imunodeficiência. “O risco de transmissão de zoonozes (doenças de animais transmissíveis ao homem) pelo contato próximo entre animais de estimação e seus donos como partilhar a mesma cama, beijar ou lamber é real e foi documentado. Existe o risco de infecções potencialmente fatais e outras doenças graves como o alojamento de parasitas”, explica Chomel.
A pesquisa garante que a maioria dos cães pequenos, 41% de tamanho médio e um a cada três grandes, dormem com seus donos. Chomel diz, ainda, que não só os cães podem causar malefícios à saúde, mas também os gatos transmitem doenças. O estudo mostra que muitas vezes as doenças transmitidas pelos felinos é mais grave que dos cachorros.
A contaminação pode acontecer quando a pessoa é arranhada pelo animal, o que pode causar infecção. E, também, por meio de parasitas encontrados no pelo do animal como pulgas, por exemplo. “Os bichos passeiam por áreas que, aparentemente, são limpas, mas muitas vezes estão infestadas de elementos nocivos aos seres humanos”, afirma o especialista.
Beijar os pets também pode ser um meio de transmissão. De acordo com o estudo, uma mulher japonesa contraiu meningite após beijar a cabeça de um cachorro. Há informações ainda que apontam a morte de uma mulher que dormia com seu gato e lambeu feridas do pé da dona.
Os cientistas dizem que atitudes podem ser tomadas para evitar que as doenças transmitidas por animaissejam contraídas.

 Confira algumas dicas:


- Pessoas, especialmente crianças pequenas ou com imunodeficiência, não devem compartilhar a cama com bichos de estimação


- Qualquer área lambida por um animal de estimação, especialmente um ferimento aberto, deve ser imediatamente lavada com água e sabão.


- Animais de estimação devem estar sempre livres de parasitas, especialmente pulgas e devem ser frequentemente tratados com vermífugos, além de examinados por um veterinário.

Fonte de pesquisa    Via Planeta Bicho  Link - Dormir com o seu cão aumenta as chances de contrair doenças

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O rottweiler é uma raça com origens muito antigas

O rottweiler é uma raça com origens muito antigas, existem diferentes teorias sobre seus ancestrais e sobre a formação da raça. Alguns acreditam que o rottweiler é uma raça tipicamente alemã, descendente do boiadeiro Bávaro, atualmente extinto, enquanto outros defendem que ele seria descendente dos molossos romanos que acompanharavam as tropas através dos Alpes, fazendo a guarda e conduzindo os animais, outros ainda sugerem que suas origens seriam bem mais antigas e que o rottweiler seria desecendente de cães aparentados com o dogue do Tibete que se espalharam pela Europa seguindo soldados que retornavam de campanhas na Ásia. Apesar das dúvidas sobre seu passado, o rottweiler ganhou seu nome em homenagem a cidade de Rottweil na Alemanha, onde, durante a Idade Média, além de conduzir rebanhos, defendia os comerciantes de gado contra bandidos. Posteriormente foi adotado como o cão de trabalho dos açougueiros e acabou passando de sua função original de cão boiadeiro e de pastoreio para cão de guarda. Atualmente está entre as mais populares raças de cães de guarda que existem no mundo. A raça já esteve próxima da extinção no início do século XX, mas foi salva quando foi adotada como cão policial na Alemanha, juntamente com o pastor alemão e o airedale terrier.

Muito leal, corajoso e dominador, em especial o macho, o rottweiller não é um cão para qualquer dono. Este cão é um “reflexo de seu dono” e nunca deve ser criado de maneira brutal ou tornar-se-a perigoso. Muito já foi dito a este respeito em todo o Brasil, inclusive com tentativas por parte de alguns governos de proibir a criação desta raça, mas o que não se fala normalmente é que o rottweiller é um cão leal e afeiçoado a sua família, paciente com crianças, desde que seja criado junto com elas, e uma boa companhia que só se tornará perigoso nas mãos erradas. Além disto esta raça é muito inteligente e obediente (9ª colocação no ranking de inteligência canina de Stanley Coren) e tem um grande potencial para diversas funções como cão militar, cão policial e cão de guarda (3ª colocação no ranking das melhores raças para guarda). Este cão é equlibrado e possui um forte instinto territorial, é tranquilo, resistente, robusto e dedicado a sua família, seu amadurecimento psíquico só ocorre depois dos dois anos de idade.

Embora possa se adaptar avida em apartamentos (com passeios diários) o rottweiler vive melhor se tiver espaço para se exercitar. Seu pêlo, embora seja de comprimento de curto a médio, deve ser escovado com bastante frequência. Esta raça pode estar sujeita a incidência de displasia, um problema genético que pode ser evitado com a escolha consciente do filhote e dos pais da ninhada. Um outro problema enfrentado pela raça atualmente é a sua alta popularidade que fez surgirem no Brasil diversos criadores interessados apenas em vender “cães de guarda ferozes” que criaram rottweilers mais agressivos que o normal. É muito importante tormar cuidado durante a escolha de um filhote desta raça para não adquirir filhotes com desvios de comportamento, o verdadeiro rottweiler é um cão equilibrado e carinhoso com sua família, mas desconfiado com estranhos e defensor

Um estudo recente indica que alguns cães podem ser naturalmente pessimistas ou otimistas

Um estudo recente indica que alguns cães podem ser naturalmente pessimistas ou otimistas.




Se o seu cachorro se comporta mal quando você sai de casa, destruindo móveis ou latindo, ele pode ser um cão pessimista. Cães pessimistas tendem a se comportar pior quando os donos estão fora por acreditar que talvez eles não voltem. Por outro lado cães otimistas tendem a se comportar melhor na ausência dos donos por saber que eles voltarão.




O estudo foi realizado pelo professor Mike Mendl do Departamento de Comportamento e Bem-estar animal da Universidade de Bristol na Grã-Bretanha.




“Sabemos que os estados emocionais das pessoas afetam seus julgamentos e que pessoas felizes provavelmente julgam uma situação ambígua de maneira positiva” - “O que o nosso estudo mostra é que isso se aplica de forma similar aos cachorros”




O experimento foi realizado da seguinte maneira: Um grupo de cães foi treinado para saber que tigelas colocadas e um determinado lado de uma sala tinham comida, enquanto tigelas colocadas do outro lado estavam vazias (Por exemplo: tigelas à direita = comida, tigelas à esquerda = vazia). Os cães aprendiam rapidamente e sempre que colocados na sala com as tigelas sabiam se elas continham comida ou não só pela sua localização na sala.




Depois que os cães já estavam acostumados com a localização das tigelas de comida, a tigela foi colocado em um local intermediário, entre os dois lados da sala. Quando um cachorro era colocado frente a tigela em local neutro ele reagia de forma diferente dependendo se é naturalmente otimista ou pessimista. Cães otimistas acreditavam que as tigelas em local neutro eram positivas, ou seja, tinham comida e por isso iam diretamente para a tigela comer. Cães pessimistas acreditavam que as tigelas em local neutro eram negativas, ou seja, não continham comida e por isso nem sequer iam até a tigela conferir se havia comida ou, quando iam verificar a tigela, não demonstravam sinais de confiança ou excitação como os cães otimistas.




O estudo analizou 24 diferentes cães e relacionou o desempenho de cada um nos testes com o seu comportamento em casa e percebeu que os cães com resultados “otimistas” no teste eram os que se comportam melhor na ausência dos donos, já os cães com resultados “pessimistas” no teste se comportam pior quando deixados sozinhos. Indicando que o pessimismo ou otimismo canino é uma condição estável para o cachorro e que um cachorro com comportamento pessimista em uma determinada situação tende a ter um comportamento sempre pessimista.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Cegueira: como lidar com a perda de visão dos pets

Especialistas em oftalmologia explicam quais são os sinais da doença e como deve ser feita a adaptação para o bem-estar dos animais


Seu cãozinho sempre foi agitado e cheio de vida, mas de uns tempos para cá parece inseguro e até mesmo mais lento. Muitas vezes, reluta para subir ou descer escadas e mal consegue pegar a bolinha na hora do lazer. O que será que está acontecendo com ele? Segundo a veterinária Christianni Padovanni de Biaggi, responsável pelo Setor de Oftalmologia do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, esses são sinais clássicos de um quadro de cegueira, que pode ser repentina ou gradativa.
A médica explica que quando a doença ocorre aos poucos, normalmente, o animal consegue se adaptar mais facilmente, mas mesmo que ela seja repentina, não há motivo para o pânico, isso porque os cães e gatos têm alto poder de adaptação. “Dentro de seu ambiente, muitas vezes, os animais conseguem desviar de objetos uma vez que têm a capacidade de "decorar" a disposição dos móveis”, justifica a especialista.
As causas para o quadro de cegueira são diversos, podendo ser, inclusive, reversíveis, como explica Fernando de Barros Maia, responsável pelo Serviço de Oftalmologia do Hospital Veterinário PetCare. “O glaucoma, catarata, uveíte (inflamação intra-ocular), lesões de córnea, doenças da retina, olho seco, traumas e doenças sistêmicas como diabetes, hipertensão arterial e até mesmo doenças transmitidas por carrapatos podem trazer essa consequência. Algumas formas têm prevenção ou cura, outras não”.


Prevenção


Segundo os especialistas, existem algumas atitudes que podem ajudar a evitar o problema de visão nos bichinhos. Segundo a dra. Christianni, “o bom manejo alimentar e vacinal dos pets, contribui para a prevenção de algumas afecções oculares de origem inflamatória (associadas à doença do carrapato ou algumas doenças infecciosas como a Cinomose)”.
Os brinquedos devem ser mantidos nos mesmos lugares para facilitar as novas condições do pet cego


Crédito: Flickr/ CC – jeffreywA médica explica, no entanto, que muitas alterações oculares são de origem hereditária ou associadas à velhice e nada pode ser feito. “A identificação precoce do problema é muito importante pois aumenta as chances de preservação da visão a médio ou longo prazo”.


Nesse sentido, o dr. Fernando salienta a importância do dono observar os sintomas da doença, que além de comportamentais, também costumam ser físicos. “O dono do animal deve ficar atento aos sinais como lacrimejamento excessivo, secreção ocular, olho vermelho, coceira, olho fechado/ piscando exageradamente, mudanças no aspecto dos olhos, desorientação/ insegurança e mudanças de comportamento”.


Adaptação


Constatado o quadro de cegueira irreversível existem alguns cuidados que o dono deve seguir para o bem-estar do bichinho. O dr. Fernando lembra que é totalmente possível que o animal tenha uma vida próxima da normalidade, contanto que “ seja mantida a disposição dos móveis da casa, bem como ração e água, sempre no mesmo lugar. Dessa forma o animal não encontra dificuldades na adaptação à cegueira”.
Já a dra. Christianni ressalta a importância de piscinas, escadas e lajes serem monitoradas para evitar que o pet sofra algum tipo de acidente, além da necessidade do acompanhamento veterinário esporádico. “Algumas afecções, como as cataratas, podem ser solucionadas cirurgicamente, porém, outras como o glaucoma ou descolamentos de retina, devem ser acompanhados frequentemente”.

Aprenda a lidar com a convulsão em cães e gatos

Crise é causada por alterações cerebrais decorrentes a infecções ou por motivos hereditários, podendo levar os pets à morte se não controlada


Muitos donos de cães e gatos podem ser surpreendidos ao saber que seu amiguinho apresenta crises convulsivas. O problema acontece por uma alteração nos impulsos nervosos cerebrais. Existem muitas causas que podem levar a essa alteração, como infecções bacterianas ou virais, alterações no fígado ou rins, hipoglicemia, degeneração cerebral, neoplasias, inflamação cerebral ou das meninges, traumas, intoxicação, dentre outros.
Um animal em crise convulsiva deve ser levado imediatamente ao hospital veterinário, não sendo apropriado que o dono tente tratá-lo em casa, pois se trata de uma situação de emergência, onde os minutos valem ouro. Inicialmente, a convulsão deve ser contida com a ajuda de medicamentos. Após a estabilização do quadro inicia-se uma detalhada avaliação clínica e neurológica além de exames complementares para tentar encontrar a causa das crises convulsivas.
Por isso é indicado no mínimo 48h de internação para estabilizar as convulsões e observar se haverão novas crises convulsivas, pois caso ocorram o veterinário estará atento para medicá-lo e controlar a doença. Para evitar sustos, é importante realizar anualmente uma avaliação clínica e um check up no caso de animais jovens, enquanto os idosos devem repetir o procedimento semestralmente.
Uma vez diagnosticada alguma doença que predisponha as convulsões, a sintonia entre proprietário e veterinário é fundamental para o sucesso no controle da doença. Vale lembrar que mesmo com os exames clínico e complementares normais, alguns animais podem desenvolver a epilepsia idiopática, degeneração cerebral, ou já nascem com alguma má formação, e nestes casos, não há como evitar que as crises aconteçam, mas o fato de fazer um acompanhamento veterinário já faz com que o diagnóstico seja o mais rápido possível, tendo menos danos para a qualidade de vida do cãozinho.
O paciente Timo, um Doberman de quatro anos, foi atendido em agosto de 2010 aqui no hospital após apresentar cinco crises convulsivas. Ficou internado sendo medicado por 48 horas para estabilização e pesquisa da causa das convulsões. Foi diagnosticada Erliquiose (doença do carrapato) como principal patologia e felizmente após o início do tratamento foi possível controlar o problema e as crises, mas ele ficará em acompanhamento veterinário por mais seis meses para monitorar e evitar novas crises.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Homem morre ao tentar salvar cão

Homem morre ao tentar salvar cão

Embora haja muita gente que se questione sobre o motivo que levou Kevin Reynolds, 52 anos, a tentar regatar os seus cães da água gelada, haverá também muita gente que o compreenderá.
O britânico e a filha de 13 anos estavam a passear junto à costa, quando os seus dois cães entraram na água. Reynolds reparou que os animais não estavam conseguindo manter-se à superfície e mergulhou para os tentar ajudar. A filha decidiu entrar também na água quando viu que o pai estava com dificuldades.
O resgate não tardou e amenina foi a primeira a ser salva, mas o britânico tinha passado demasiado tempo dentro da água gelada para conseguir recuperar. Reynolds morreu 3 horas depois de ter chegado ao hospital. Um dos cães conseguiu nadar até à costa, mas o outro já não teve a mesma resistência.
A família disse não ter ficado surpreendida com as ações de Reynolds que considerava os cães parte da família.


O corpo do cão vai ser cremado juntamente com o dono.

Previsões caninas: O sexto sentido dos cães

72% das pessoas afirmaram que os seus cães têm um sexto sentido que lhes permite prever mau tempo, terremotos ou tempestades. Segundo a sondagem realizada nos Estados Unidos da América pela Associated Press e Petside.com, 44% afirma também que os seus cães têm um sexto sentido para más notícia.
Em contrapartida, apenas 66% dos donos de gatos afirma que os mesmos conseguem pressentir o mau tempo.
Cientificamente, ainda não há uma explicação clara para a forma como os cães conseguem pressentir certos fenómenos naturais. O seu cão também um sexto sentido apurado?

sábado, 29 de janeiro de 2011

Paises que ja visitaram o blog

Agradeço a todos os visitantes do outros paises e tambem brasileiros que visitaram o blog . Isso significa que temos que continuar a luta pelos animais trazendo informaçoes para as pessoas e com certeza nós continuaremos. Muito obrigado João Batista


I thank all visitors of other countries and also Brazilians who visited the blog. This means that we must continue to fight for animal feeding information to people and certainly we will continue. Thank you. João Batista


Brasil 3.245
Estados Unidos 226
Portugal 184
Indonésia 21
Angola 15
Canadá 9
Argentina 7
Itália 7
Rússia 5
França 4

Alimentos que fazem mau aos animais

Muitos donos preferem alimentar os cães com comida preparada que com ração industrializada. Contudo, se você decidiu alimentar seu cachorro com alimentos preparados em casa é preciso ter em mente que nem tudo que é bom para os humanos também é bom para os cães. Cães tem um aparelho digestório diferente do nosso e reagem de maneira diferente a várias substâncias.


Um outro problema que os donos de cães raramente percebem é diferença de tamanho, uma pessoa pesa em média 70kg, mas muitos dos nossos cachorros pesam 2kg, alguns até menos… Por isso é preciso tomar cuidado redobrado, pois quantidades pequenasde alguma substância, que não seria suficiente para fazer mal para uma pessoa pode ser suficiente para fazer mal para um cachorro de pequeno porte.


Para ajudar os donos de cães, o Seu Cachorro traz para você uma lista de alguns alimentos que nunca devem ser dados para o seu cãozinho, nem por brincadeira.
Café: A cafeína presente no café acelera o coração, podendo causar taquicardia e até mesmo ataques cardíacos, quanto menor for o cachorro, maiores os riscos.
Chocolate: O chocolate assim como todos os derivados do cacau e de outras plantas do gênero Teobroma, como o cupuaçu, contém uma proteína chamada teobromina, esta proteína é prejudicial aos cães e causa vômitos se for ingerida em quantidade. Um cão de médio porte, com 22kg irá vomitar se ingerir 85gr de chocolate amargo ou 200g de chocolate ao leite. Em cães menores a quantidade necessária é menor.
Noz-macadâmia: Ainda não se sabe porque estas nozes causam tremores e paralisia temporária nas patas trazeiras dos cachorros.Alho: Nunca dê alimentos temperados com alho para o seu cachorro, apesar de saudável para os seres humanos o alho destrói as células vermelhas do sangue dos cães e pode causar anemia e, em casos mais graves, falência renal por perda de hemoglobina.


Cebola: De maneira semelhante ao alho, a cebola, embora seja boa para humanos, é prejudicial às células sanguíneas dos cães. A diferença é que a cebola causa danos cumulativos à hemoglobina, ou seja, toda a cebola que o seu cachorro ingerir na vida vai causar pequenos danos irreversíveis que vão se acumulando com o tempo até o dia em que os sintomas aparecem.


Uvas e passas: Ainda não se sabe a razão mas uvas e passas podem causar falência renal em cães


Bebidas alcoólicas: De maneira semelhante ao que acontece com as pessoas, o álcool diminui as funções cerebrais. Mas diferente das pessoas os cães são mais sensíveis a ele, e além disso tem corpos menores, pequenas quantidades de álcool podem levar cães pequenos ao estado de coma. E cães maiores tambémpodem ser afetados com quantidades um pouco maiores.


Além destes alimentos, novas substâncias prejudiciais aos cães continuam sendo descobertas. O “Animal Poison Control Center” – APCC (Centro de controle de envenenamento de animais) chama a atenção para uma substância chamada xylitol, um substituto do açúcar que contém menos calorias e que está presente alguns em bolos, biscoitos e doces. Durante o ano de 2006 o APCC recebeu mais de 200 casos de envenenamento canino com xylitol.




Referêncisa utilizadas: Revista National geografic Brasil – Outubro 2007

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O QUE DE TÃO IMPORTANTE NAS RAÇAS DOS CÃES

Há pouco tempo, eu estava em um parque quando ouvi dois proprietários de cães conversando sobre as diferenças raciais de seus pets, até que em um determinado momento, um deles falou que jamais teria Pit Bulls ou Rottweilers, por serem animais naturalmente agressivos. Tenho conhecidos que afirmam que nunca deixariam seus filhos pequenos perto dos Rottweilers de casa, pois é uma raça imprevisível. Nos últimos tempos, algumas pessoas têm me perguntado sobre a influência da raça no comportamento dos cães, em especial na agressividade. Vou tentar extinguir esse mito que existe na cabeça de muitos.
Particularmente, acho esse um assunto muito interessante, pois é possível perceber como as pessoas focam no que menos importa na relação entre o humano e o cão – a raça, ao invés de se preocupar com o animal em si. Não seria errado se eu afirmasse que, dentre os seres humanos, a raça negra ou a branca é mais inteligente? Da mesma forma, eu não estaria enganado caso afirmasse que os orientais ou os índios são mais agressivos? A mesma linha de pensamento também pode ser aplicada às raças dos cães.


Casacos de pele


Certa vez, ouvi um grande terapeuta canino comparar as raças com roupas para explicar os mitos sobre a influência racial no comportamento dos cães – particularmente, gosto muito dessa analogia. Ele dizia que as raças são como se fossem roupas que os cachorros usam. Por debaixo desse “casaco de pele” está o que realmente importa – o animal. Portanto, todos esses animais que vestem diferentes “roupas” são, no fundo, da mesma espécie – cães.
Geralmente, as pessoas costumam olhar para os cachorros lembrando-se apenas de sua raça: “essa é a Meg, minha Lhasa apso” ou “esse é o Max, meu Pastor Alemão”, e, a partir dessa individualização, começam a justificar o comportamento ou questões comportamentais de seus animais. Elas se esquecem que, no fundo, o estudo da psicologia canina é único, não havendo nenhuma diferenciação para cada raça.
Portanto, não concordo quando afirmam que Rottweilers, Pit Bulls e Dobermans são animais agressivos devido à raça – já fui atacado por cães de pequeno porte, mas nunca por de raças maiores ou “agressivas”. Eu os enxergo como cães e sei que, naturalmente, esses animais não são agressivos. E exatamente por serem cachorros, sei que necessitam de atividade física frequente e de um bando (mesmo que seja só de humanos) que tenha regras bem definidas para que vivam harmoniosamente conosco.
Em nenhum momento foi preciso diferenciar ou abrir exceções para essa ou aquela raça. Acredito que, de forma geral, quando há agressividade – ou qualquer outra questão comportamental, existe também alguma instabilidade na criação do animal – a culpa não é do “casaco de pele” que ele veste, mas alguma coisa de errado o dono está fazendo ou deixando de fazer pelo animal.


O porquê das raças


As raças foram desenvolvidas para melhorar determinadas características que seriam úteis para algumas atividades. Originalmente, os Buldogues Ingleses foram criados para lutar contra touros, exigindo que o animal fosse robusto e possuísse dobras sobre o focinho para permitir o escorrimento do sangue do boi sem afogar o cão. Já os Basset Hounds foram desenvolvidos para farejar, sendo mais interessante que tivesse pernas curtas para ficar com o focinho mais próximo do chão e que a cavidade nasal fosse mais comprida para ter maior superfície de contato com as partículas de odor. Não é por isso que vemos hoje em dia Buldogues atacando desesperadamente bois ou Basset Hounds que só querem saber de caçar.
Assim como ocorre conosco, a raça não diz como deve ser o comportamento do animal. Infelizmente, esse mito sobre as raças agressivas ainda existe e está muito arraigado na nossa cultura. Muitos proprietários inescrupulosos ou descuidados criam seus animais de forma inadequada, fazendo com que determinadas raças ganhem, desmerecidamente, o título de agressivas.

Dr. Marcel Pereira
É médico veterinário e mestre em medicina veterinária pela Faculdade de Mecina Veterinária e Zootecnia / USP. Atualmente trabalha como terapeuta canino, reabilitando cães com problemas comportamentais. www.comportamentocanino.vet.br

DSTs: seu cãozinho também pode ter

Crédito: Flickr/ CC – sicoactiviaMelhor ficar atento da próxima vez que seu cachorro tentar cheirar as partes íntimas de um novo colega peludo na rua. Isso porque o conhecido comportamento social é uma das principais formas para o contágio de doenças sexualmente transmissíveis nos pets. Ao contrário do que muitos imaginam, não é apenas no ato sexual que os animais contraem doenças.


De acordo com a médica Daniela Salomon, responsável pelo Departamento Técnico Veterinário da Syntec do Brasil, as principais DSTs que acometem os cães são a Brucelose e o Tumor Venéreo Transmissível (TVT), também conhecido como Tumor de Sticker.


Segundo a especialista, a Brucelose é uma zoonose grave, ou seja, pode ser transmitida do cachorro doente para seres humanos. Seus principais sintomas nas fêmeas são: morte embrionária precoce (no caso de gravidez), aborto no terço final da gestação ou fetos natimortos. Já nos machos ocorre a infertilidade, inflamação nos testículos e dermatite escrotal.


A médica explica ainda que a principal via de transmissão de bactérias do gênero Brucella ainda é o contato sexual (via sêmen), mas é preciso ficar atento a outros fatores de risco. “A transmissão também pode ocorrer por ingestão ou inalação de resíduos provenientes de material abortado (feto e placenta), secreções de aborto, urina e materiais contaminados


Igualmente grave, o TVT é um tumor altamente contagioso e desgastante para o animal, que precisará de quimioterapia para obter a cura. De acordo com a dra. Daniela, sua disseminação também ocorre por contato sexual, muito embora ele também possa ocorrer através do contato prolongado com superfícies ou animais doentes.
Seus principais sintomas são o aparecimento de secreção sanguinolenta pela vagina ou pênis do animal. São comuns também nódulos avermelhados e massas tumorais de até 10 cm de diâmetro semelhantes ao couve-flor.
Para o tratamento, além da quimioterapia, também é utilizado a remoção cirúrgica do tumor e radioterapia. A veterinária explica ainda que, em casos mais avançados há modificação do comportamento do animal, que torna-se mais apático, anoréxico, além de apresentar retenção urinária.


Outro fator que a médica chama a atenção são os chamados períodos do cio. Ela explica que em países de clima tropical como o Brasil, os cios ocorrem com maior frequência nos meses de dezembro a junho, e portanto, o número de cruzamentos tende a ser maior nesta época, e consequentemente, é também maior a incidência de DSTs.

Prevenção e tratamento


A prevenção e controle da Brucelose acontece após a confirmação da presença da bactéria Brucella nos cães, através de sorologia em laboratório. No caso de animais positivos, os mesmos devem ser impedidos de acasalar e ser castrados. O uso de antibióticos é o mais indicado para o tratamento.


A veterinária lembra ainda que o cuidado deve ser redobrado no caso de canis ou em residências onde há mais de um animal, já que pode haver a contaminação dos mesmos. No caso dos humanos em contato com bichos infectados, é importante o uso de luvas e a cremação dos resíduos provenientes do parto ou aborto.


Já no TVT, a melhor forma de prevenção está na castração e cuidados na hora do cruzamento. A dra. Daniela orienta que os donos sejam criteriosos quando forem cruzar seus cães e também fiquem de olho quando saírem para passear com os pets na rua.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

APENAS UM CÃO

Mensagem de um autor desconhecido as visitas

Aviso para quem visitar a minha casa!.

 
1 - Lembre-se de que os cachorros vivem aqui. Você não!


2 - Se você não quer pêlos em suas roupas, fique longe dos móveis...


3 - Sim, eles têm alguns hábitos desagradáveis. Eu também, assim como você, faz parte!


4 - CLARO que eles cheiram como cachorros...


5 - É da natureza deles tentar cheirar você. Por favor, sinta-se à vontade para cheirá-los...rs


6 - Eu gosto deles muito mais do que da maioria das pessoas.... ( eles são sinceros, etc, etc, e tal...)


7 - Para você, eles são animais. Para mim são filhos adotivos, que são pequenos, andam de 4 e não falam tão claramente.


8-Eu não tenho nenhum problema com nenhum desses pontos. Anjos Caninos...


Existem pessoas que não gostam de cães,


Estas, com certeza, Nunca tiveram em sua vida Um amigo de quatro patas,


Ou, se tiveram, Nunca olharam dentro daqueles olhos, Para perceber quem estava ali.


Um cão é um anjo...


Que vem ao mundo ensinar amor.

Quem mais pode dar amor incondicional, Amizade sem pedir nada em troca, Afeição sem esperar retorno, Proteção sem ganhar nada, Fidelidade vinte e quatro horas por dia?

Ah, não me venham com essa!De que os pais fazem isso, Porque os pais são humanos E quando os agredimos Eles ficam irritados e se afastam...


Um cão não se afasta!Mesmo quando você o agride, Ele retorna cabisbaixo,Pedindo desculpas por algo que talvez não fez Lambendo suas mãos a suplicando perdão.

Alguns anjos não possuem asas, Possuem quatro patas, um corpo peludo, Nariz de bolinha, orelhas de atenção, Olhar de aflição e carência. Apesar dessa aparência, São tão anjos quanto os outros (aqueles com asas) E se dedicam aos seus humanos tanto quanto Qualquer anjo costuma dedicar-se.

Às vezes um humano veste a capa de anjo E sai pelas ruas a catar alguns anjos abandonados à própria sorte, E lhes cura as feridas, alimenta, abriga em Só para ter a sensação de haver ajudado um anjo...

Deus quando nos fez humanos Sabia que precisaríamos de guardiões materiais Que nos tirasse do corpo as aflições dos sentidos E nos permitissem sobreviver a cada dia Com quase nada ,Além do olhar e da lambida de um cão...

Que bom seria se todos os humanos Pudessem ver a humanidade perfeita de um cão!

Autor Desconhecido










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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O BLOG http://rottweilerumcaopanheiro.blogspot.com/ está convidando a todos para enviarem as fotos de seu ROTTWEILER

O BLOG http://rottweilerumcaopanheiro.blogspot.com/ está convidando a todos para enviarem as fotos de seu ROTTWEILER


Regulamento Para envio de fotos


1) Ser seguidor do blog , caso ainda não seja é simples clique na palavra SEGUIR que está na parte de de cima do blog e em seguida torne-se um seguidor e envie a foto. Caso a foto enviada nao for de um seguidor a foto nao será publicada.


2) foto com comentário, pode contar a história de seu cão, e conte a sua historia com seu cão


3) Caso quem enviar a foto , o blog garante que as fotos nao serão usadas em outro lugar qualquer estarão expostas apenas no blog ,garantia do administrador do blog Joâo batista


4) Não será permitido nenhum tipo de abuso com fotos abusivas com cães. Só aceitaremos fotos de rottweiler


5) Os interessado enviar a foto para o e mail  gaburri2099@hotmail.com , com o assunto foto para o blog rottweiler


Então o que voce esta esperando, torne-se um seguidor do blog e envie a foto

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

'Salsicha' é o cão mais feroz do mundo, diz estudo

'Salsicha' é o cão mais feroz do mundo, diz estudo
06/07 - 09:08 - BBC Brasil

Nada de pitt bull, rottweiller ou pastores alemães - as raças mais agressivas do mundo são dachshund, chihuahua e jack russell terriers, de acordo com um estudo recente da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. A pesquisa foi publicada na última edição da publicação científica Applied Animal Behavior Science e afirma que um em cinco dachshunds, também conhecidos como cães salsicha, já atacou ou tentou atacar estranhos; um em 12 dos salsichas já atacou os próprios donos.


Estes são alguns dos resultados do levantamento com 6 mil donos de cães de 30 raças diferentes. De acordo com os questionários, as raças que mais tendem a atacar humanos são dachshund e chihuahua.


Já os cães menos agressivos, de acordo com a pesquisa, são golden retrievers, labradores, são bernardos, britanny spaniels e greyhounds.


Os "bad boys" caninos, raças que enfrentam má fama de serem muito agressivas, como pitt bulls e rottweillers, ficaram na média de agressividade canina ou até abaixo, no que diz respeito a ataques contra estranhos.


Os pesquisadores afirmam que o estudo indica que raças menores tendem a ser mais agressivas que as maiores.


A diferença nos resultados dessa pesquisa para outros levantamentos sobre agressividade canina pode se dever ao fato de normalmente serem usadas estatísticas médicas de ataques a mordidas.


Como os ataques de cães maiores costumam causar ferimentos mais graves que os menores, estas estatísticas poderiam estar distorcidas, afirmam os acadêmicos americanos.

Cão da raça rottweiler defende vitima de estupro

Cachorro Jake recebe uma medalha por evitar um estupro

O rottweiler permaneceu ao lado da vítima até a chegada da polícia


Um cão rottweiler de dois anos de idade recebeu uma medalha da polícia britânica por ter evitado um ataque sexual em julho de 2009.


O cão, Jake, botou para correr o agressor que tentava dominar a mulher no parque de Hearsall Common, na cidade de Coventry, no centro do país.


O rottweiler permaneceu ao lado da vítima até a chegada da polícia. O agressor foi condenado a quatro anos de prisão pelo ataque.


Em um evento em Shrewsbury neste fim de semana, Jake recebeu da polícia uma medalha por sua demonstração de bravura pelos eventos daquele dia

Que contradição para aqueles que falam que o rottweiler é um cão agressivo

Rottweiler da Guarda Municipal controla ataque de cão em SP

Cachorro da corporação assustou animal que atacava mulher de 55 anos.
Moradora de Serra Negra ficou ferida nos braços, nas pernas e no pé.
Do G1 SP, com informações da EPTV

O cão da raça rottweiler da Guarda Municipal de Serra Negra, município a 139 km da capital paulista, ajudou a controlar um outro cachorro que atacava uma mulher no Centro da cidade na tarde desta quarta-feira (16). De acordo com a corporação, a vítima, de 55 anos, andava pela calçada quando foi atacada por um cachorro da raça boxer que escapou de uma casa próxima.


Uma viatura da Guarda Municipal estava no bairro e foi acionada pelos vizinhos. "Quando chegamos no local, a mulher estava em estado de choque porque já havia perdido muito sangue", explica o guarda Fábio Ramalho. Ele e o cão agiram juntos para controlar o outro cachorro. De acordo com o guarda, os vizinhos jogavam pedras e paus no animal, mas não conseguiam afastar o cão. O rottweiler da Guarda assustou o boxer, que largou a vítima e saiu do local.


A mulher sofreu ferimentos nos braços, nas pernas e no pé esquerdo. Ela acabou encaminhada para o Hospital Santa Rosa de Lima e passa bem. O boxer foi levado para o Corpo de Bombeiros. Em depoimento, vizinhos contaram que não é a primeira vez que o boxer ataca pessoas do bairro.


Treinamento

Há dois meses, Áthila, cão da raça rottweiler, está sendo treinado para trabalhar com o guardas municipais de Serra Negra. "Foi uma coincidência. Tinha acabado de fazer um treinamento com o rottweiler, que está sendo adestrado. Hoje foi o primeiro trabalho dele", conta Ramalho. O guarda está há 11 anos na corporação e é responsável pelo treinamento do primeiro animal do canil da corporação. Ele explica que há quatro meses a Guarda decidiu trabalhar com o cão, porque antes dependia da ajuda do canil de Amparo.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Rottweiler mitos sobre a raça

Apesar de ter a fama de feroz, o Rottweiler típico é um cão tranquilo, equilibrado e obediente ao dono. Há inúmeras histórias de animais desta raça extremamente dóceis e amorosos, apesar da má fama.

Sua origem remota é a Roma antiga, quando esses cães acompanhavam os soldados romanos. Porém, o desenvolvimento da raça se deu, como a conhecemos hoje, na Alemanha, especialmente na cidade de Rottweil. Em razão de seu porte, logo passou também a ser utilizado como cão de guarda.

Características e temperamento

O Rottweiler é um cão extremamente corajoso, inteligente, robusto e determinado. Devido a seu grande tamanho (um macho adulto pode chegar a pesar 50 kg!), está entre as raças de guarda que mais impõem respeito, sem necessidade de um latido sequer – só o porte físico já é suficiente para afastar pessoas com más intenções!

Cães desta raça são extremamente devotados aos donos, mas, apesar de serem bastante auto-confiantes (o que poderia pressupor uma facilidade para aguentar momentos de solidão), necessitam muito do convívio próximo com a família.

Um tanto quanto desconfiados, muitas vezes não se animam a fazer amizade com estranhos. Seu instinto de proteção em relação ao dono é muito aguçado, por isso, é recomendável que seja adestrado desde filhote, para que atenda comandos mesmo em situações que, para ele, poderiam significar perigo.

Por falar em em adestramento, a inteligência da raça o torna um cão que aprende rapidamente, o que é ótimo, pois necessitam de liderança e disciplina, já que têm a tendência para apresentar alto nível de dominância e territorialidade.

Saúde e cuidados

A raça é bastante robusta, mas deve-se tomar cuidado com a chamada displasia coxo-femural, doença hereditária, que faz o cão sofrer dores durante toda a sua vida. Cães diagnosticados com este mal não devem procriar, para evitar que a doença surja nas gerações seguintes.

É uma raça bem disposta ao trabalho, mas, em razão do peso, não se destaca em competições de agilidade, por exemplo.

Costumam ser bem tolerantes com crianças, especialmente se acostumados com elas desde filhotes (destacando que a interação entre cães e crianças deve ser sempre supervisionada, independentemente da raça do animal).

Mitos e verdades

O Rottweiler, em razão do porte, força e temperamento, não é cão para qualquer dono. Deve ser treinado com base no reforço positivo, para atender aos comandos do dono, tornando-se, assim, um companheiro devotado e fiel.

A potência de sua mordedura pode gerar lesões graves e, por isso, acidentes acabam sendo amplamente noticiados. Mas a agressividade sem motivo não é característica dos Rottweilers, podendo se tratar de um desvio genético ou mesmo ser fruto de atitudes erradas do próprio dono.

Assim, toda pessoa que queira eleger o Rottweiler como seu novo amigo, deve estar consciente de suas responsabilidades, para que a convivência seja harmoniosa e saudável, fato perfeitamente possível com um cão desta raça!

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Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

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Temperamento e pulso com seu Rottweiler

Temperamento


Tamanha força de temperamento tem sua contrapartida. O convívio feliz com o Rottweiler exige mais que um dono - é preciso ser aceito por ele como líder. Essa condição está ao alcançe da maioria das pessoas, de forma bastante simples. Basta disciplinar o comportamento do Rottweiler desde pequeno e ele terá tudo para crescer como um amigão companheiro da família, e também ganhará maior equilíbrio no desempenho da sua vocação principal: a guarda.

Conhecer as técnicas para alcançar esse resultado é uma garantia de êxito na educação e socialização dele. Além do mais, é a melhor forma de evitar erros cujas consequências vão desde um desenvolvimento de atitudes desagradáveis no convívio até ataques sem motivo, inclusive ao dono e a seus familiares.

Pulso


É importante não se deixar intimidar pelo Rottweiler e saber controlá-lo. O Rottweiler tem um instinto de dominância particularmente desenvolvido ao atingir a maturidade. Antes de optar por um Rottweiler, as pessoas devem refletir sobre sua capacidade de se impor a ele. Comprar apenas por modismo, sem obter informações sobre a raça é um grande erro.

A firmeza do dono tem de começar na infância. Ao chegar na casa nova, o Rottweiler deve perceber que não pode fazer tudo o que quer e que precisa respeitar as ordens dos familiares. Se o cão não interromper a ação com o comando "não", reforce-o em tom pausado e enérgico. Se não houver resultado, afaste-o do local e repita o comando com voz mais enérgica e mais pausada. Conduza-o com as mãos a fazer o pretendido, repetindo o "não", mas sem violência , para não traumatizá-lo nem provocar uma reação agressiva.

Mas mesmo após essa idade, os donos devem exigir obediência.Ou o Rottweiler pode se achar o dono do "mundo". E o problema de um Rottweiler dominador, criado fazendo o que quer, é um dia, ao ser obrigado a obedecer uma ordem, se recusar e até morder. Para ser líder é preciso conviver e trabalhar com o Rottweiler, senão o dono se restringirá a ser simplesmente um proprietário.

Além da imposição de limites nos acontecimentos rotineiros, que deve ocorrer desde a chegada do filhote, a melhor forma de deixar claro a um Rottweiler o domínio do dono é condicioná-lo. Ou seja: proporcionar exercícios diários de obediência básica. E ele gosta, pois é ávido ao trabalho. O Rottweler não é um cão para ser comprado e largado no jardim, ele tem de ser lapidado e por isso quem opta por ele precisa de tempo livre para fazê-lo trabalhar. Aconselha-se ao dono , no mínimo quinze munutos diários com o Rottweiler para haver uma estabilidade na relação entre cão e dono.


http://andrecp.sites.uol.com.br/temperamento.htm

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A TODOS UM FELIZ NATAL E UM PROSPERO ANO NOVO

A todos seguidores e visitantes, amigos o blog rottweilerumcaopanheiro deseja a todos um FELIZ NATAL E UM PROSPERO 2011 CHEIO DE REALIZAÇÕES E SUCESSOS João Batista Gaburri e família